CARTEIRO VIRTUAL: NOTÍCIAS DE LULY (RUTH)
CARTEIRO VIRTUAL: CADELA ABANDONADA (RUTH)
CARTEIRO VIRTUAL: POODLE ABANDONADA (RUTH)
CARTEIRO VIRTUAL: FEIRA DE ADOÇÃO (UPAS)
CARTEIRO VIRTUAL: FEIRA DE ADOÇÃO (ANA LÚCIA)
COMENTÁRIO DO BLOG NA QUESTÃO DA REPORTAGEM DOS ANIMAIS DE RUA NO PROGRAMA "BOM DIA BRASIL"
Tenho um blog chamado MOVIMENTO VAMOS ADOTAR UM CÃO, que desenvolve um trabalho dentro da causa adoção de animais de rua e considero lamentável que uma emissora como a Rede Globo, conhecida pelo mundo todo como um exemplo a ser seguido no campo jornalístico, tenha cometido tal equivoco!
A decisão de fazer uma eutanásia, mesmo em um animal, deve ser tomada de forma criteriosa, pois se trata de uma vida humana e sendo assim, não devemos jamais cometer tal erro. O erro de tirar uma vida sob a desculpa de abreviar o sofrimento de um vivente ou diminuir o crescimento populacional dos animais de rua (conforme citado na reportagem), por mais que seja necessário cometer este ato.
Se os animais de rua já estão incomodando ao ponto da mídia se preocupar com essa questão e procurar fazer uma reportagem dando a entender que a eutanásia seria uma das soluções para o problema. É interessante saber que um planejamento de natalidade animal, através de castrações e da posse responsável, com o apoio do governo num programa social (pois já está sendo um problema crônico em todo país a ponto de incomodar a sociedade), através de um conjunto de ações integradas entre a sociedade, às entidades e o governo, dará melhor resultado do que o extermínio animal e sua justificativa equivocada. No entanto, o que assistimos nos meios de comunicação são atrocidades freqüentes com os animais pelo Brasil. O que entristece todas as pessoas que gostam de animais e sofrem por não poder fazer nada, sem o amparo governamental.
Concordo com a senhora Eleonora Mendes, vice-presidente da SUIPA/SP – Sociedade União Internacional Protetora dos Animas – quando ela se refere na posse responsável e nas castrações dos animais e principalmente da consciência das pessoas em cuidar dos seus bichos dentro de um planejamento de controle de natalidade. Acredito que esse tipo de atitude seja uma questão educativa, pois o fato de alguém deixar um animal na rua mostra a que ponto a educação está esquecida.
Está faltando no Brasil sim, uma política pública mais presente que defenda ou procure solucionar a questão dos animais de rua sempre crescente a cada dia. Já passou da hora dos políticos brasileiros fazerem uma Lei mais eficiente ou até uma Declaração, tipo a Declaração Universal dos Direitos dos Animais da ONESCO de 15/10/1978 que possa ser cumprida com “força-de-Lei” para zelar, cuidar e principalmente proteger das ações perversas daqueles que se divertem com os animais que vivem na rua. A Declaração da ONESCO no seu Artigo 11º - Parágrafo único, diz: “Todo o acto que implique a morte de um animal sem necessidade é um biocídio, isto é um crime contra a vida”.
É claro, que a pressão para que isso se torne uma coisa concreta, dependerá de uma sociedade consciente desse grave problema, para ajudar juntamente com as entidades que cuidam desse assunto, botar essa iniciativa em prática.
Infelizmente, nossa classe política tem outros interesses, como ganhar eleição para fazer suas barganhas.
REPORTAGEM DO PROGRAMA "BOM DIA BRASIL" dia 06/05 (quinta-feira) Retratação sobre a reportagem abandono de animais
CARTEIRO VIRTUAL: ÉGUA E POLTRINHO (RUTH)
OS ANIMAIS ESTÃO SENDO COMIDOS POR BICHOS!!!! DEPENDENDO DE BALDES COM ÁGUA PRA MATAR A SEDE, SOB CHUVA E COM FRIO!
Consegui colocar o mata-bicheira no potrinho, apesar de ter sido uma luta pra ele me permitir chegar perto, mas na mãe não consigo me aproximar e ela está com FRATURA também! Não sei o que fizeram aos dois!
Estou ligando para a CCZ, ligando para a rádio Metrópole (porém, até agora não me atendem, fico só ouvindo a rádio pelo telefone, mas nenhuma pessoa fala comigo), enfim, quanto mais pessoas ligarem para pedir ajuda, melhor. Esse animal precisa ser recolhido pela zoonoses o mais rápido possível e eu não sei mais o que fazer, estou chocada com a situação.
Por favor, preciso de ajuda, repassem o caso. Ao menos um telefonema para a zoonoses pra que vejam que a situação é séria e venham pegar os animais. Eles estão aqui no Cabula, no conjunto habitacional Resgate.
Quem quiser entrar em contato comigo para saber de maiores informações,
Só vou ficar em PAZ quando eles forem levados daqui com o melhor destino possível e vou nesse exato momento voltar para o telefone e ligar para os vários números que tenho e que, provavelmente, são da CCZ e continuar insistindo na rádio Metropóle para fazer a denúncia do não recolhimento dos animais pelo órgão já que meus vizinhos disseram que desde a Quarta-feira foi feita a afirmação por telefone de que viriam busca-los.
Só peço que repassem esse e-mail e, se possível, telefonem também para pedir que venham buscar os animais.
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CARTEIRO VIRTUAL: CÃO (RUTH/VIRALATAS)
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CARTEIRO VIRTUAL: CÃO (JANAÍNA)
Este cãozinho se chama "PINGO" .
Pedido enviado para o email do blog
CARTEIRO VIRTUAL: GATAS (IURI)
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CARTEIRO VIRTUAL: GATOS (CAMILA)
SERVIÇO: CARTEIRO VIRTUAL
CACHORRO NA AV. PARALELA (SALVADOR /BAHIA)
NEGRITA, A CADELA TERRIVEL
Realmente, como já disse Oscar Niemeyer “A vida é um sopro”. Acabei por comprovar pela recente morte de “Negrita” (nossa cadelinha), que o famoso arquiteto de grandes obras e também de frases com reflexão filosófica como essa, soube tão bem definir a passagem da vida pra morte. Se a gente pensasse como ele talvez nossa atenção para com ela fosse bem maior. Tivemos zelo, tivemos todo cuidado do mundo dando os remédios na hora certa, mas faltou apreciá-la como nosso bicho de estimação, um sentimento mais intenso como se fosse a cada instante a nossa última presença, ou seja, esquecemos de lembrar que a qualquer momento – pela idade que já tinha (19 anos) e a doença no coração e no fígado – o vento podia soprar e levá-la como terminou levando, em questão de horas (morreu na clínica), ela longe do aconchego seu lar e da sua família. Não tivemos tempo de vê-la e nem senti-la pelo o amor “animal”. Sabe, daqueles de brincar, fazer estripulias por toda casa e lambidas do cachorro na nossa cara. Faltou exatamente isso e agora sobram bastantes saudades dela.
“Negrita” era uma cachorra dócil e inteligentíssima, pois sabia como ninguém ganhar suas migalhas de pão. Sim, aquele olhar de carente e de piedade amolecia quem estive por perto na hora do café da manhã ou no almoço. Lá estava ela prontamente na marcação, assim que um acabava ela já corria para o outro com a mesma feição de “cão sem dono”, e interessante é que a gente dava (de forma mecânica ou involuntária) nossa comida, mesmo ela não podendo comer, pois prejudicava sua saúde outro alimento sem ser a ração hepática, que ela comia sem muita vontade. Temos consciência da nossa parcela de culpa, mas a verdade é que proporcionamos a “Negritinha” uma felicidade única e uma alegria sem par, ao comer nossos pedacinhos de pão jogados escondido de Dona Lígia (a verdadeira dona da cadelinha) e seu exército – de um homem só – da salvação canina (Zilda). Só sei dizer como a propaganda do Master Card: “um cão feliz não tem preço...”
Desde a morte de “Morena” me apeguei a “Negrita” como se fosse à última das cachorras da face da terra e como isso, passei a dá uma atenção especial a ela e me tornei seu cúmplice das suas aventuras de comilança, como guloso que sou. Assim que sentia pelo faro que já eu tinha chegado, ao regressar da faculdade já tarde da noite, ela não saia da cozinha e nem de perto de mim, enquanto não rolasse uma sobra do sanduíche ou de qualquer outra coisa que estive comendo. Tornou-se minha companheira de janta. Comia colada, mas satisfeita por ganhar a última refeição do dia, depois subia para o quarto (com ar-condicionado ligado, ela não suportava calor) e tirava seu sono no friozinho.
Assim era a rotina de “Negrita” a última das cadelas daqui de casa. Querida por todos e igualmente amada, até por mim nesses tempos de ausência de “Morena”. Tornei-me fã da *cadela terrível.
Precisava ver a relação família delas, pautada num respeito “animal”. “Samir”, a mais velha, decidia sempre o que iria fazer durante o dia: brincar no jardim e depois correr latindo até o portão a cada toque da campainha de alguém. Lembrança de um tempo bom...
Hoje nossa casa perdeu a alegria, já não tem nenhum cachorro e nem terá para alegrar nosso viver. O vento soprou, as migalhas continuam a esperar por “Negrita” e a gente tem perfeita a sensação que ela ainda continua por ai.
EUTANÁSIA: QUANDO PROCEDE FAZER
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Decidir pela eutanásia de um animal de estimação não é uma tarefa fácil. Esse processo exige dos tutores muita compreensão sobre o momento que o bicho está passando, e muita sensibilidade por parte dos médicos veterinários para explicar quando o sofrimento do animal torna-se maior do que a vontade de que ele continue vivo.
Em 2008, o Conselho Federal de Medicina Veterinária alterou as metodologias preconizadas para a eutanásia em animais. Uma alteração importante foi a proibição do uso de CO e CO2, como utilizado na polêmica “câmara de gás”. A legislação indica o procedimento apenas para casos em que o bem-estar do animal está ameaçado, ou seja, como uma forma de eliminar a dor e a angústia do bichinho.
A médica veterinária Raquel Sillas, do Hospital Veterinário Batel, explica que a eutanásia deve ser realizada apenas em situações em que o animal não tem mais qualidade de vida: quando não come mais e não demonstra vitalidade. “A primeira pergunta que os donos fazem é se ele vai sofrer. E a resposta é não, na eutanásia ele não sente nada”, explica.
Como funciona
Em um processo de eutanásia, assim que o animal chega ao médico veterinário, ele recebe uma sobredose de anestesia. Em alguns casos, dependendo do estado clínico do paciente, a morte acontece nessa etapa. Caso não ocorra, após a anestesia ele recebe também uma medicação que causa uma parada respiratória.
O médico veterinário José Carlos Kloss Filho, do Hospital Veterinário Santa Mônica, conta que o procedimento não demora mais do que cinco minutos, independentemente do porte do animal. “É muito tranquilo para todos. Não há reação porque o paciente está anestesiado, perde a consciência.”
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Ele explica que ainda chegam ao hospital tutores de cães e gatos que solicitam a eutanásia, mesmo havendo possibilidade de tratamento. “Mas nós não realizamos porque sempre que há possibilidade, mesmo que mínima, de investir em tratamento, é nosso dever fazê-lo.”
A decisão de realizar a eutanásia deve ser tomada pelo médico veterinário junto com o tutor do animal. O presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Paraná (CRMV-PR), Massaru Sugai, aponta que é importante para o profissional demonstrar que o método é importante, e que só deve ser utilizado como último recurso. “Ninguém gosta de fazer a eutanásia. O médico veterinário precisa ter sensibilidade para dizer que é difícil, mas necessário naquele momento”, explica.
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SIM
A eutanásia só deve ser realizada quando não há mais como tratar o animalzinho, e o sofrimento dele não pode mais ser aliviado. É obrigatória a participação de um médico veterinário no processo, que deve seguir a legislação do Conselho Federal de Medicina Veterinária.
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NÃO
A eutanásia não deve ser realizada em casos em que há tratamento como, por exemplo, um acidente que provoque a perda das patinhas do animal. Existem rodinhas adaptadas que o ajudam a se locomover normalmente. Agressividade também não é motivo para eutanásia: reeducação e psicologia animal existem para tentar reverter problemas relacionados a comportamento.
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Fonte: Gazeta do Povo
REPORTAGEM E ENTREVISTA COM A VET ARQUIVOS
É interessante observar que o blog VET ARQUIVO – Biblioteca de Medicina Veterinária é uma ferramenta de muita utilidade para quem faz pesquisa, vai à busca de informação e principalmente procura acompanhar de perto a evolução, sempre presente, também no campo da medicina veterinária.
Por achar uma boa novidade da internet foi que resolvi saber maiores detalhes, de como funciona essa serviço de suporte para o internauta-médico ao fazer uso da Vet Arquivo e sua biblioteca virtual.
A entrevista de hoje é com Jorge Felipe Hardt, criador e único tutor dessa louvável idéia, que muito auxilia e contribui para informação médica-veterinária. Vamos a Ela:
2. O que levou a criação do blog? Alguma carência de informação nessa área na internet?
3. Fale um pouco de você e como é o seu trabalho solitário à frente da Vet Arquivo. Qual o motivo dessa postura solitária?
4. Você acha que esse tipo de biblioteca de medicina veterinária estava faltando no mundo virtual?
5. Qual a contribuição da Vet Arquivo para os médicos veterinários?
Eu acredito que contribua na facilidade de achar matérias em português, alguns arquivos são exclusivos.
6. Existem serviços semelhantes ou a Vet Arquivo é a única a oferecer tais serviços?
7. Explique para a gente como funciona a procura de informação no blog Vet Arquivo?
8. Quais as seções de procura? Você diria que é uma das mais completas, ou seja, o internauta é bem assistido na sua busca?
9. Recebe muito acesso de estudante de medicina veterinária e médicos, ou a visitação ao blog não se resume somente a área médica?
10. Se tratando de um blog de consulta médica animal, o público deixa muitos comentários sobre o serviço prestado?
11. De quantas bibliografias possui o seu acervo? Como é feita seu banco de dados? É você só que busca ou tem alguma ajuda?
12. Qual o animal mais consultado pelo público nos arquivos?
13. Em matéria de parcerias a Vet Arquivo ainda necessita de um contato mais próximo?
14. Onde está sua maior dificuldade em gerenciar este serviço de grande utilidade pública?
15. Quem é Jorge Felipe para Vet Arquivo?
16. Pelo crescente número de abandono de animais na rua de todo Brasil e a falta de uma política pública para o caso, qual sua opinião?
17. De que forma o Vet Arquivos pode ajudar nessa causa de abandono de animais?
18. Como você vê o trabalho das casas de adoção de animais?
19. A Vet Arquivo pode dizer que O Movimento Vamos Adotar um Cão está fazendo a sua parte no processo de tirar os animais de rua? De que maneira acontece essa contribuição?
20. Suas últimas palavras...
Gostaria de agradecer a oportunidade dessa entrevista, me senti honrado em responder as perguntas, é muito bom ver que as pessoas gostam do que faço, espero melhorar cada vez mais e conto com o apoio de todos para fazer crescer o acervo de arquivos. Muito obrigado.
O CASO LULY
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PRECISAMOS VOTAR JÁ!
O Projeto de Lei n. 215/2007, que institui o Código Federal de Bem-Estar Animal, de autoria do Deputado Federal Ricardo Tripoli (PSDB-SP), é um forte instrumento legal de defesa animal. Acompanha as exigências da União Européia, vedando práticas e regulamentando atividades na área de produção animal, experimentação e controle populacional de animais em meio urbano. Aprovar um projeto deste porte no Congresso Nacional é bastante complexo, pois a maioria dos parlamentares não se importa com a vida animal. Por isso, precisamos demonstrar a força das pessoas que amam e defendem os animais com este abaixo-assinado, pedindo urgência na aprovação do Código de Bem-Estar Animal.
CHUVAS 2010 EM SALVADOR: O ABRIGO S. FRANCISCO TAMBÉM FOI ATINGIDO
A chuva que recentimente desabrigou famílias em Salvador, também atingiu o abrigo de animais São Francisco de Assis. O abrigo cuida de vários animais de rua (cães e gatos) e com o aguaceiro na cidade acabou por sofrer uma situação de risco: um desabamento.
Sua sede, com a água da chuva, abalou seu muro. O que deixou seus animais em risco pela inundação dos canis. A situação estava tão crítica no momento, que um vídeo (postado no Youtube) foi feito para registar a calaminade no abrigo.
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Veja o vídeo que fala mais do que as palavras
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Mesmo já passado o período das chuvas intensas em Salvador, a ajuda ao abrigo de animais São Francisco de Assis NÃO PODE PARAR! pois como toda de casa de adoção (leiam a entrevista da UPAS - União de Proteção Animal de Salvador) passam por sérias dificuldades, como: doações de alimentos (rações), falta de voluntários, comprometimento com causa e principalmente na questão financeira, onde está incluído os gastos com o abrigo.
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Para aqueles que desejam contribuir fazendo sua parte na grande corrente solidária "animal" pode depositar qualquer quantia nas contas da ABPA:
1 - Banco Bradesco - Agência 3557-2 Conta Poupança 503.091-9
2 - Banco do Brasil - Agência 4278-1 Conta Corrente 90517-8
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A SITUAÇÃO:
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"Esse sábado em plena chuva diversos voluntários se reuniram para tentar minimizar os efeitos causados pela chuva no Abrigo São Francisco de Assis em Paripe. A rua do abrigo não existe mais, o muro da entrada ameaça cair e os animais irem para rua e o muro que divide o terreno está inclinando para dentro dos canis também ameaçando cair por cima dos animais.Recebemos algumas doações e com elas compramos lonas para (enquanto a chuva não pára de vez) os animais estejam protegidos evitando mais doenças, alguns já estão gripados em virtude da friagem.Assim q as chuvas derem um descanso estaremos iniciando uma vistoria na estrutura, fazendo orçamento junto com pedreiro para verificar a necessidade de material de construção e também de mão de obra.Estamos com 339 cães e 68 gatos, a grande maioria dos animais são abandonados doentes ou idosos. No abrigo todos recebem cuidados veterinários, são tratados, castrados e colocados para adoção. Será necessária uma ação coletiva, uma ajuda emergencial para evitarmos mais sofrimento àqueles que já foram rejeitados pela maioria da sociedade.Deus abençoe. "
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Associação Brasileira Protetora dos Animais - Seção Bahia
Patruska Barreiro
Diretora Presidente
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Quem quiser saber um pouco mais da situação do abrigo São Francisco pode clicar no link abaixo: http://facom2010.blogspot.com/2010/04/o-inimigo-do-melhor-amigo.html
e leiam a reportagem que Lais Vita - estudante de Jornalismo e estagiária na TV Bandeirantes fez sua estréia falando dos animais do Abrigo São Francisco de Assis!
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Material enviado para o email do blog
Escreva para o email: movimentovamosadotarumcao@gmail.com

























