CRÔNICA EXTRA


MULHER "ANIMAL"



Na verdade, essa crônica extra, deveria sair mais cedo, mas acontece que resolvi digerir o ocorrido para não ser tão agressivo e perder o sentido do assunto. Realmente Soninha Francine (ex-MTV pra quem não conhece) tem muita razão quando fala em escrever de “cabeça quente”, pois termina sempre saindo o texto uma coisa pesada, cheia de verdades duras, além de ficar bem passional e quase nada de imparcialidade, sendo eu suspeito a falar, pois faço parte de uma ONG de proteção animal.

O Natal já na porta e eu que esperava escrever para os meus leitores, dos meus veículos de comunicação (blogs, site e redes sociais), coisas que provocasse neles um sentimento de fraternidade, felicidade, alegria e paz. Mas nem sempre as coisas saem como a gente quer, e, depois que tomei conhecimento da atitude de uma mulher, de sexo frágil? e tolerância zero, o sangue me subiu a cabeça e como protetor resolvi saltar o verbo em defesa do animal e também fazer meu protesto contra sua agressividade desmedida com um cachorro que cuidava, se é que cuidava, como um bichinho de estimação.

O vídeo mostra todo o seu desamor e todo seu ódio em imagens absurdas, registrando até que ponto pode chega o ser humano em acesso de fúria. Certamente tal prova vai levá-la a uma execução sumária. Perdão, mas esqueci de dizer que estamos no Brasil, o país da impunidade, ainda mais se tratando de crueldade em animais, e isso que acabei de dizer é pura utopia minha.

EM TEMPO: Já saiu na internet por esses dias que o conselho de enfermagem não irá punir a enfermeira. Eu já sabia disso... Quero é novidade!

Certas atrocidades não deveriam ter sequer direito a defesa, e em casos como dessa mulher, formada em enfermagem, que maltratou um ser vivo como o cachorro, na frente de uma criança até a morte, merece ter no mínimo como pena a prisão perpetua. Não que eu seja a favor de uma política penal rígida, a questão não é essa, mas essa agressão seguida por morte a um animal indefeso seria uma pena leve demais passar o resto da vida na cadeia a custa do Estado. Muito embora se ela caísse também nas mãos do povo era bem capaz de morrer na mesma maneira. Código de Hamurabi – Lei de Talião (Olho por olho, Dente por dente). Pra mim, justíssimo pagar na mesma moeda.

Não dá pra acreditar lendo uma crônica dessa que um protetor possa pensar desta forma, tão sem piedade e muito menos clemência, numa época propícia aos entendimentos entre as pessoas e aos encontros familiares, sempre buscando o perdão através do amor, por ser ele maior que as nossas mazelas. Mas vocês devem concordar que é duro perdoar, mesmo no momento de confraternização, no Natal e Ano Novo, uma criatura que agiu como uma besta-fera e não pensou nas consequências, porque sabia que não daria nenhuma punição a sua pessoa. É confortável ter uma atitude irracional se a impunidade via de regra libera o cidadão de pagar pelos seus atos.

Para aqueles que sabem o quanto é ruim e prejudicial para a população e para o país viver sem punição, pois somente aqui o dinheiro juntamente com o status corrompe e dita normas, é interessante que se aja como sociedade civil, cobrando mudanças urgentes. Inadmissível é ficarmos de mãos atadas, aceitando esse tipo de coisa – salvo os grupos de protetores de animais, que não significa muito, em relação ao número esmagador de pessoas que se aproveita dessa condicional. Temos de reagir e a nossa reação começa pela movimentação nas ruas de todo país, com passeatas, na internet em redes sociais, e na mudança de mentalidade do individuo, para haver uma cobrança através da política ainda séria. Ações que venham repudiar e enquadrar juridicamente qualquer cidadão que viva da perversidade alheia e do sorriso sínico de sair ileso do crime que cometeu.

Desejo a esta “mulher-animal” uma reclusão da boa para fazer refletir o grande mal que fez, provocando repudia e sua condenação antecipada por todos aqueles que sofrem em saber de casos de maus-tratos em animais, seres que dependem exclusivamente do nosso sentimento pra levar uma vida mais digna e sossegada. Não existe um cão sem dono ou "num mato sem cachorro” quando o nosso gosta de animal ultrapassa limites.

A verdade é que essa agressão mexe com todo mundo e é difícil não se envolver emocionalmente diante das imagens. A vontade no primeiro momento era entrega-la aos cães nutridos da violência desnecessária, conhecidos popularmente de pitbull para sentir o mesmo medo e pavor nas mordidas e ver sua angústia nos olhos, tal qual o cãozinho detestável, segundo ela, que agrediu até a morte. Mas que sujeito seria eu pensar dessa forma, se o coração de quem protege é grandioso justamente em ter compaixão com o seu próximo, independente da sua condição existencial. Preferir então deixar os ânimos acalmarem, assentar a poeira pra escrever na lucidez dos sentidos.

Peço imensas desculpas e perdão se necessário for, se causei em cada um de vocês o sentimento de vingança e justiça em pleno Natal, mas converso que estou bastante aliviado só em botar pra fora toda minha indignação.

Ainda há tempo de desejar um Feliz Natal mais humano com uma ceia farta, recheada de dias de paz, tranquilidade nos lares e muito amor no coração. Confiante que 2012 seja repleto de realizações e sucesso é que convido vocês a brindar comigo este ano que inicia sempre na linguagem fraterna dos bons amigos e suas eternas amizades. Boas Festas!!!

AGENDA ATÉ 18/12/2011


Bahia

18/12 Feira da ABPA Bahia - Pituba - Salvador BA

Ceará

Minas Gerais


Pará

Paraná

17/12 Dia da Adoção - Água Verde - Curitiba PR
17/12 Feira de Adoção - Fazendinha - Curitiba PR

Rio de Janeiro

17/12 Adote um Focinho Carente - Glória - Rio de Janeiro RJ
18/12 Natal Gentileza - Centro - Petrópolis RJ

Rio Grande do Sul


São Paulo

Grande SP
17/12 Feira de Doação de animais das CÃOPANHEIRAS - Jardim da Saúde - São Paulo SP
17/12 Feira de Adoção Toca dos Gatinhos - Consolação - São Paulo SP
17/12 Feira de Doação de Cães e Gatos - Higienópolis - São Paulo SP
17/12 Feira Permanente de Adoção de Filhotes - Cerâmica - S. Caetano do Sul SP
17/12 Feiras de Adoção dos Anjos dos Bichos - Tamboré - Barueri SP
17/12 - 18/12 Feira de Adoção APAA - Santo Amaro - São Paulo SP
17/12 Feira de Adoção União SRD - Pinheiros - São Paulo SP
17/12 - 18/12 Feira de Doação de Cães e Gatos - Higienópolis - São Paulo SP
17/12 1a. Edição Especial MIAUDOTE - Pretinhos e Especiais - Moóca - São Paulo SP
18/12 Feirinha de Adoção Patinhas da Liberdade - Granja Viana - Cotia SP
18/12 Feira de Adoção Natureza em Forma Matilha Cultural - Consolação - São Paulo SP

Interior

VAMOS ADERIR E ASSINAR URGENTE!






Cão enterrado vivo volta a comer e beber água
fonte: Jornal do Brasil, em 12/12/2011

Melhorou o estado de saúde do filhote de cachorro enterrado vivo por 12 horas em Novo Horizonte, no interior São Paulo. De acordo com a veterinária responsável pelo caso, Viviane Cristina da Silva, o cãozinho está mais animado, e voltou a comer e beber água.
A infecção teria sido controlada e a hipoglicemia também teria reduzido. Os pelos também apresentam melhor aspecto.


O cachorro, batizado de Titã, foi resgatado por um integrante da Associação de Proteção aos Animais da cidade. A polícia afirma que foi o próprio dono enterrou o animal. Ele será investigado pelo crime de crueldade contra animais.




FAÇA PARTE DESSE CORRENTE E VAMOS FAZER VALER ESTA PETIÇÃO CONTRA ESTA PESSOA QUE É UM MOSTRO! CONSEGUINDO BASTANTE ASSINATURA!




Não deixem de assinar a petição contra o monstro que enterrou um cachorrinho vivo.
http://redebichos.ning.com/group/abaixoassinados/forum/topics/peticao-pra-punir-esse-monstro?xg_source=msg_mes_network

ASSINEM e DIVULGUEM!

Juntos com REDEBICHOS
Visite Rede Bichos - A rede dos protetores em: http://redebichos.ning.com/?xg_source=msg_mes_network

NÃO SABE QUAL ESCOLHER?


Você quer dar um bichinho de estimação para seu filho, um amigo, mas está na dúvida entre um cãozinho ou um gatinho? Aqui vão algumas dicas para facilitar sua escolha, levando em conta a idade, o tempo disponível e o estilo de vida de quem você quer dar o “presentinho”.

COMPANHEIRISMO:

Gato: São animais independentes, ou seja, não precisam de atenção o tempo todo. Eles reconhecem o dono, mas só procuram e brincam quando querem.
Cão: São completamente dependentes e apegados ao dono. Costumam ser muito carinhosos e adoram brincar. Lembrando que algumas raças brincam mais do que outras, ok.

HIGIENE:

Gato: Sabia que os gatos se lambem o tempo para ficarem limpinhos? Eles são extremamente higiênicos e conseguem ficar um bom tempo livres das sujeiras e de maus odores.
Cão: É necessário dar banho nos cães todas as semanas, pois eles se sujam muito fácil e ficam cheirando mal com mais facilidade.

ALIMENTAÇÃO:

Gato: Comem a ração aos pouquinhos, várias vezes ao dia, porém, somente o necessário. Costumam cheirar e analizar muito bem o alimento antes de comer.
Cão: São mais afoitos e na primeira cheirada já abocanham tudo. Costumam comer muito rápido, geralmente duas vezes ao dia no mesmo horário e local. É necessário controlar a quantidade, pois os cães são bem exagerados.

LIMPEZA:

Gato: Só fazem suas necessidades na caixinha de areia. Porém, ela deve estar sempre limpa, ou eles procuram outro lugar.
Cão: Devem ser ensinados a utilizar um único local desde pequenos, caso contrário, utilizarão a casa inteira como banheiro.

PREÇO:

Gato: Custam entre R$ 500,00 A R$ 1.000,00. Mas existem os que estão para adoção.
Cão: Os de raça entre R$ 300,00 a R$ 2.000,00. Mas existem os que estão para adoção.

Existem em todo o país ONGS que trabalham com adoção de gatos e cães abandonados, que são colocados para adoção através de feiras. Basta você se informar em sua cidade o local em que essas feiras acontecem e adotar um bichinho, assim fará o Natal dele e o da pessoa que irá ganhá-lo muito mais feliz. Não esquecendo que para criar um animal tem que haver amor, carinho, dedicação e responsabilidade, seja ele adotado ou comprado ok?

Feliz Natal a todos os meus leitores que acompanham essa coluna a um ano. Espero que tenham um final de ano repleto de alegrias, harmonia e muito amor.
Com base nesses exemplos, esperamos muitas mudanças.

Autoria: Isaleão.
www.titamello.blogspot.com/

CRÔNICA DO MÊS





A INFORMAÇÃO SE FAZ NECESSÁRIA



Interessante que essas coisas sempre acontecem pela necessidade e de um modo bem particular. No caso de Sultão, por exemplo, estava predestinado a ter sua pata amputada como único recurso a ser feito, mas pela informação e o sucesso obtido com a cadela “Luly” veio à esperança da terapia complementar da medicina alternativa, através da acupuntura. E melhor: Deixá-lo com as quatro patas e em condição de andar, meio trôpego, mas inteiro.

Já estamos na terceira semana do tratamento e os resultados são a olhos vistos. Nosso querido animal, hoje está bem disposto, brincalhão, totalmente diferente daquele que chegou à clínica, com uma tremenda depressão (podia ver no olhar dele, a tristeza diante aos acontecimentos). É interessante saber como o tratamento das agulhas faz milagre.

Até pouco tempo não sabia dessa novidade, que os animais também podiam ser tratados de forma diferente da convencional e que aqui em Salvador tem uma clínica especializada nesses assuntos. A clínica em questão é A ARCA VETERINÁRIA no bairro de Brotas que opera verdadeiros milagres na recuperação de animais que teriam seus destinos de serem paralíticos, dependendo eternamente de uma órtese (dispositivo externo aplicado ao corpo para modificar os aspectos funcionais) para terem uma vida “normal”.

O reconhecimento desse trabalho feito com tanto empenho e dedicação vai para a doutora Veterinária Faye Alice Gravely que além de transformar a esperança em realidade, dedica sem tempo também em pesquisas, para ajudar os animais que chegam à clínica, a terem um tratamento totalmente natural, visando sempre o bem estar animal com produtos e rações que não contém aditivos químicos. Dessa forma, há melhoria na qualidade de vida dos seus animais, proporcionando uma criação sadia, sem a presença de alimentos industrializados. Ou seja, uma alimentação a base da medicina ortomolecular, visando restaurar os níveis de vitaminas e minerais nos seus organismos.

Uma pessoa como ela merece ser indicada a outras pessoas, não dentro dos parâmetros da publicidade (não é este o caso), mas sim, dentro da necessidade que temos de obter tal informação. Informação esta, que vai ajudar a resolver milhares de problemas por falta de conhecimento, e, por motivo, recorre a uma solução drástica como a amputação. Vejamos: Se Ruth não soubesse da doutora Faye (considerada a melhor nesse assunto) nosso “Sultão” estaria hoje sem a pata e certamente, sua adoção estaria fadada a não acontecer e a sorte dele de outro jeito. Enfim, seria um cachorro belíssimo de apenas três patas e sem nenhuma perspectiva de saber o que é um lar.

Doutora Faye: Sei que pelas muitas consultas e animais que atente – diga de passagem, um serviço de excelência – e também pela sua agenda apertada, deixando seu tempo cada vez mais curto e por conta disso, fica humanamente inviável abraçar todas as pessoas que precisam ser atendidas pela sua acupuntura milagrosa. Mas a verdade é que se faz necessário e urgente divulgar para o publico que esse tratamento existe e é capaz de livrar um monte de animais destinados a tratamento tão agressivo como a amputação e outras coisas que diz respeito ao animal ficar paralítico.

Vamos imaginar quanto destino trágico poderíamos ter evitado só com a única informação das maravilhas da acupuntura feitas em animais. Existem relatos em outros lugares do sucesso absoluto desse tratamento complementar. Salvem seus bichos pelo o poder das agulhas!

O meu pedido em particular é de poder noticiar a boa nova em matéria de um tratamento mais humano, que traz a felicidade tanto do dono como do animal, de não precisar passar mais por um sofrimento tão brutal. Quero meramente informar que existe sim, uma luz no final do túnel para casos como esses.

Coisa boa é pra anunciar aos quatro ventos e essa não poderia ser melhor: Acupuntura para animais será a solução do seu problema. Esteja certa doutora Faye: A informação se faz necessária.

AGENDA ATÉ 04 DE DEZEMBRO 2011



Goiás

03/12 Feira de Adoção de Cães e Gatos - Jd. América - Goiânia GO

Minas Gerais

03/12 Adote um Amiguinho Fiel - Centro - Araxá MG
03/12 Amigo não se compra, se adota! - Braúnas - Contagem MG
04/12 Adote um Amigo do Parque Francisco de Assis - Centro - Lavras MG
04/12 Adote um Amiguinho Fiel - Urciano Lemos - Araxá MG

Paraná

03/12 Dia da Adoção - Água Verde - Curitiba PR
03/12 Feira de Adoção Permanente da Soc. Prot. dos Animais de Campo Largo - Centro - Campo Largo PR
03/12 Feira de Adoção - Fazendinha - Curitiba PR
03/12 Feira de Adoção de Cães e Gatos SOCPAM - Centro - Maringá PR
03/12 Feira Permanente de Adoção de Cães e Gatos - Centro - Curitiba PR
03/12 Campanha de Adoção de Cães Tomba Latas - Centro Cívico - Curitiba PR

Rio de Janeiro

03/12 Pet Shop Legal Doa Animal - Catete - Rio de Janeiro RJ
03/12 Adote um Focinho Carente - Glória - Rio de Janeiro RJ
03/12 Feira de Adoção do Abrigo da D. Lazica - Copacabana - Rio de Janeiro RJ
03/12 Evento de Adoções Gratuitas GAPA-MA - Itaipava - Petrópolis RJ

Rio Grande do Sul

03/12 Feira de Adoção de Cães e Gatos do CAPA - São Cristóvão - Passo Fundo RS
04/12 Feira Permanente de Adoção de Cães & Gatos Melhor Amigo - Centro - Pelotas RS

São Paulo

Grande SP
03/11 Feira de Adoção União SRD - Brooklin - São Paulo SP
03/12 Feira de Doação de animais das CÃOPANHEIRAS - Jardim da Saúde - São Paulo SP
03/12 Adote um Focinho Carente - Santana - São Paulo SP
03/12 Feira de Adoção Toca dos Gatinhos - Consolação - São Paulo SP
03/12 Feira de Doação de Cães e Gatos - Higienópolis - São Paulo SP
03/12 Feira Permanente de Adoção de Filhotes - Cerâmica - S. Caetano do Sul SP
03/12 Feiras de Adoção dos Anjos dos Bichos - Tamboré - Barueri SP
03/12 - 04/12 Feira de Adoção APAA - Santo Amaro - São Paulo SP
03/12 - 04/12 Feira Permanente de Doação de Cães e Gatos - Ipiranga - São Paulo SP
03/12 Feira de Adoção - Jd. Prudência - São Paulo SP
03/12 - 04/12 Feira de Adoção dos Amigos dos Bichos - Ipiranga - São Paulo SP
04/12 Feirinha de Adoção Patinhas da Liberdade - Granja Viana - Cotia SP
04/12 Feira de Adoção Natureza em Forma Matilha Cultural - Consolação - São Paulo SP
03/12 Evento de Adoção de Animais Anjos de Patas - Centro - Guarulhos SP
03/12 1a. Edição Especial - MIAUDOTE! - Moóca - São Paulo SP

Interior

03/12 Centro de Adoção de Cães e Gatos do CAV - Jd. Alvorada - S. J. dos Campos SP
03/12 IVVA Campinas - Me Leva Pra Casa G1 - Jardim Nilópolis - Campinas SP
03/12 IVVA Campinas - Me Leva Pra Casa G2 - Jardim Aurélia - Campinas SP
03/12 Feira de Adoção Gapa - Centro - Indaiatuba SP
03/12 Feira de Adoção de Animais - Jd. Maria Augusta - Taubaté SP
03/12 Feira Permanente de Adoção de Animais - Jaguariúna SP
03/12 Adoção de Animais em Jacareí - Centro - Jacareí SP
03/12 IVVA Indaiatuba - Me Leva Pra Casa G3 - Centro - Indaiatuba SP
03/12 Feirinha de adoção SOS Animais Abandonados - Vila Rio Branco - Jundiaí SP
04/12 Feira de Adoção de Filhotes - Centro - S. João da Boa Vista SP
04/12 Centro de Adoção de Cães e Gatos do CAV - Jd. Satélite - S. J. dos Campos SP

Fonte: Olhar Animal

NOTÍCIAS NOVAS DE SULTÃO 9












AMIGOS QUERIDOS E PROTETORES,

Nosso menino SULTÃO, já não está mais internado na Arca veterinária desde o dia 10 de novembro. Após as sessões de acumpultura e fisioterapia diárias, está recuperado, andando ( ainda utilizando a órtese) e pronto pra adoção.
Encontra-se abrigado no Doce Lar, lar temporário da protetora Constança, no Cia, onde continua fazendo fisioterapia diáriamente (apenas caminhada utilizando a órtese), para que não haja atrofia do músculo que havia sido esmagado no atropelo e que durante o tratamento se recuperou.

Aproveito pra agradeçer a todos que me ajudaram no processo de recuperação de SULTÃO.
Além dos médicos Dr. Daniel Xavier, veterinário que o socorreu nos primeiro momentos pós resgate, Dr. Matheus, ortopedista que com mta competencia orientou o tratamento, Drª Faye, veterinária acumpulturista que através do seu trabalho devolveu os movimentos ao SULTÃO, não vou nomear cada um em particular para não cometer injustiça esqueçendo de alguém.

Para mim e Sultão todos foram mto importantes não só os que colaboraram com depósitos, com doação de exames, comprando rifas ou camisas, como os que oraram ou me incentivaram através de emals.

Fico feliz em saber que tenho amigos com os quais posso contar para ajudar nosso animais necessitados. Não é a primeira vez que consigo com ajuda de vcs fazer um animalzinho voltar a andar. Sozinha não conseguiria.

No dia 27.11, proximo domingo, SULTÃO estará na Feira de Adoção Animal Solidário, organizada pela UPAS, no Farol da Barra aguardando um novo lar.
Quem o escolher, ganhará com certeza um amigão, pois é muito carinhoso.
Apesar de SULTÃO não está mais internado, ainda temos um debito de R$ 1.960,00 ( hum mil novecentos e sessenta reais) a pagar.

Caso não seja adotado nesse domingo, permaneçerá no lar temporário e isso implica custos com estadia e alimentação. Com relação a medicamentos, atualmente não será necessário pois está vacinado, vermifugado e plenamente saudável.
Abrigado no lar temporário, precisaremos de um padrinho ou madrinha para SULTÃO.Quem estiver interessado (a) me procure por favor. Meus fones: 87684308 / 91321448.

Caso alguem queira colaborar com a liquidação do débito acima, poderá fazer deposito numa das contas que se seguem e me avisar para que possa fazer o controle.

B.Brasil ag: 2968 - 8 cta corrente: 22.973 - 3

Maria de Lourdes Santana (minha tia).

Bradesco ag: 3673 -0 cta poupança: 100.2842 - 6

Ruth Nunes


Abraços carinhosos e agradecidos.

Ruth e Sultão.

FIQUEM ATENTOS





Gente! Hoje venho falar de um cuidado sério que devemos ter em relação aos nossos animais de estimação. A escolha do pet shop ao qual levamos eles para consultas, banhos, tosa. Por que digo isso? Porque temos que ter certeza que eles serão bem cuidados, não só pelo veterinário, mas pelos funcionários do pet. Tenho visto na internet, tantos casos de maus tratos e até óbito nesses lugares, de animais indefesos.

O veterinário tem que passar confiança no que está falando e fazendo, quem dá banho, tosa, corta unha e escova pêlo e dentes dos nossos bichinhos têm que ser pessoa cuidadosa e paciente.

Como vocês podem ter essa certeza? Pedindo indicação a pessoas conhecidas que também têm animais, conversando com outras pessoas no próprio pet shop, para sondar se gostam do serviço do local, observando o comportamento das pessoas que trabalham no pet com cada animal que chega, e , principalmente, examinando o corpo do seu animal a cada vez que te devolverem ele. Se possível, fique esperando por ele no próprio pet, vá perguntando de tempo em tempo o que estão fazendo com ele, assim mostrará que está atento e que, se acontecer algo, eles terão problemas com você.

Quando eu levo a Billie para o pet, fico esperando, nunca tive problemas por lá, todos tratam muito bem dos animais por lá, mas mesmo assim, fico atenta e “brinco” sempre que se ela vier para as minhas mãos com alguma coisa, algum machucado por menor que seja e por mais simples que seja, eu processarei o local...rs (falo em tom de brincadeira, mas farei mesmo se acontecer): Ai, daquele que maltratar “minha pequena”.

Fiquem atentos a quem cuida de seus animais longe dos teus olhos.
Com base nesses exemplos, esperamos muitas mudanças.

Autoria: Isaleão.
www.titamello.blogspot.com/

SULTÃO GUERREIRO!



Este é Sultão guerreiro que foi atropelado e hoje já está andando ainda com dificuldades, mas no futuro próximo estará perfeito e alegrando seu adotante num lar que todo animal deseja!

Agredecemos a Drª Faye que possibilitou a Sultão voltar a andar depois de 10 fraturas, sem precisar amputar a perna.

Eu,
Ruth
e a UPAS agradecemos de coração:
Nosso muito obrigado!!!

NOTÍCIAS NOVAS DE SULTÃO 8




AMIGOS,

Como faço todos os sábados, mais uma vez estive com Sultão ontem, na Arca Veterinária, a clinica da Drª Faye, onde SULTÃO está em tratamento.Continua usando a órtese, que agora está presa a coleira para que jogue a perna pra trás, mantendo- a na posição normal. Ele está detestando pois força a perna e deve incomodar, senão até doer, pois já tem sensibilidade na perna, que antes não tinha, mais é necessário.Morro de pena, mas é mesmo necessário. Continua fazendo acumpultura 01 vez por semana e exercicios diários. Qdo virem o vídeo vão ver que um dos exercicios bom para ele será descer e subir ladeira.

Ontem, saimos pela primeira fez pra andar na rua. Não consegue subir escadas ainda, mas desce numa boa.Vcs não podem imaginar minha emoção ao vê-lo andando. No vídeo vão ver eu toda cuidadosa andando devagarzinho e ele "vamos que vamos" na maior empolgação.Concluimos que um dia ele já teve dono, pois reconheçe coleira e deixou que a colocássemos facilmente, sabendo que iria passear. Ficou todo feliz o bichinho!Chegando ao portão, ficou meio assustado com o barulho dos carros ( a rua da clinica é mto movimentada) ou até mesmo pode ter lembrado do atropelamento, não sei!De inicio não queria sair mais depois vcs verão no vídeo. Reparem como está esperto e interagindo com as pessoas que passam.Após exatamente 03 meses e meio, nosso meninão é " outra pessoa " graças a Deus que permitiu a sua recuperação, ao profissionalismo e competência dos Drs Daniel Xavier, Dr. Anderson, Dr. Metheus (ortopedista), da Drª Faye e graças a vcs que desde o inicio não me deixaram sozinha nessa caminhada difícil.

Mais uma vez agradeço de coração o carinho e colaboração que recebi até hoje de todos, pra que SULTÃO chegasse aonde chegou.Segundo Drª Faye, SULTÃO já pode ser adotado não necessitando mais permaneçer internado na clinica.Está vacinado, vermifugado, com o pelo brilhante, os olhinhos tbm, mas fica sozinho dentro de um espaço restrito, por causa do tratamento, vendo apenas a Drª Faye e seus assistentes, qdo vão aplicar acumpultura ou fazer seus exercícios diários.Agora ele precisa de um lar, de espaço pra se locomover, de pessoas pra interagir, de donos que o amem mto, pra compensar tudo que já sofreu.É um cão grande, jovem, (02 anos), meigo e gentil. Sempre qdo me ve, vem correndo, do jeito que pode, me lambe, me baba, enfim me festeja, antes mesmo que fale com ele " meu meninão querido, ou "Sultão da mamãe" essas coisas que fico boba e falo mesmo, até por que vou visitá-lo todos os sábados exatamente pra isso, pra saber dele e mimá-lo.

Queridos, podem ver que Sultão não vai dar mais trabalho do que um animal normal. Além dos cuidados básicos de qualquer animal de estimação, ele precisará apenas de algumas sessões de acumpultura e da fisioterapia. O adotante que tiver a sorte de ficar com ele, caso não possa assumir os custos das acumpulturas, me comprometo a providenciar ajuda até que não sejam mais necessárias. Qto a fisioterapia, já consegui com uma protetora amiga e fisioterapeuta, a Malu, uma colega dela que se disponibilizou a fazer a fisioterapia em Sultão. Obrigada Malu.Mantê-lo na clinica além de desnecessário, tem um custo mto alto. Ainda não consegui pagar todo o débito mesmo com a ajuda que tenho recebido. Porisso, continuo vendendo as camisas " EU AJUDEI SULTÃO" .Quem ainda não adquiriu, se quiser estão disponíveis nos tamanhos P/M/G/GG a 20,00 a unidade.

Divulguem tbm junto aos amigos que curtem animais.Agora a adoção de SULTÃO, é prioridade máxima, claro que para alguém mto bacana pois ele é um animal especial. Infelizmente, não posso ficar com ele pois moro em apartamento e já tenho 02 gatas e Luly. Para ter SULTÃO comigo precisaria morar em uma casa ou num apartamento grande onde só tivesse ele como animal de estimação.Mais uma vez, conto com vcs pra encontrar essa pessoa. Vejam o vídeo e algumas fotos.

Abraços meus e carinhos de SULTÃO.Ruth.

OBSERVAÇÃO: Mandarei o video em outro email seguir, pois parece que o arquivo está muito pesado.



ANIMALZINHO SAUDÁVEL


Você que tem um cãozinho ou gatinho, quer vê-lo sempre bem disposto e saudável, não é mesmo? Então fique atento à essas doenças, ao menor sinal de mudança em seu animal, corra para o veterinário, ok? Pois algumas delas podem passar para você.

RAIVA:
Contágio:
Mordida ou lambida de cães ou gatos infectados.
Sintomas: Agitação, sensibilidade à luz e a sons altos, dificuldade em respirar e engolir, baba, delírio, agressividade, taquicardia, tremores generalizados.
Risco: Quando o vírus ataca o sistema nervoso, há paralisia progressiva das extremidades, seguida de morte.
Prevenção: Vacinação animal.

SARNA:
Contágio: Contato com ácaros (sarna negra ou demodécica), não passa para humano.
Sintomas: Coceira intensa, principalmente à noite, formação de pontos avermelhados e crostas nas palmas das mãos e punhos, braços e tronco.
Risco: Sem tratar, as lesões podem virar infecções.
Prevenção: Mantenha a casa sempre limpa, proteja seu animal contra sarna, pulgas e carrapatos, evite contato com animais contaminados. Cachorros precisam de escovação diária e banhos periódicos.

CLANIDIOSE:
Contágio: Contato com secreções de gatos contaminados pela bactéria.
Sintomas: Gripe com febre alta, dor de cabeça severa, calafrio, respiração curta, mal-estar.
Risco: Sem tratar, a doença pode provocar pneumonia, problemas renais, problemas no fígado e coração.
Prevenção: Vacinação animal.

TOXOPLASMOSE:
Contágio: Contato oral com as fezes do gato contaminado, expostas por mais de 3 dias.
Sintomas: Febre, gânglios e transtornos visuais.
Risco: Cegueira, danos cardíacos e cerebrais. Grávidas podem abortar, mamães que já tiveram a doença antes da gravidez não prejudicam a criança.
Prevenção: Limpe todo dia a caixa de areia, não ofereça comida crua e impeça que o gato vá para a rua.

TOXOCARIÁSE:
Contágio: Ingestão de ovos do parasita.
Sintomas: Febre, tosse, diarréia, perda de peso, falta de ar.
Risco: Se penetrarem na rede sanguínea, as larvas espalham-se para vários órgãos. Nos olhos, podem levar à cegueira.
Prevenção: Dê remédio para vermes ao seu animal periodicamente.

Com base nesses exemplos, esperamos muitas mudanças.

Autoria: Isaleão
www.titamello.blogspot.com/

UMA EXPLICAÇÃO JURÍDICA


Porque o dever de dar igual consideração aos animais independe da avaliação de uma teoria moral específica - data: 03 de out. de 2011

(Esclarecimentos ao sr. Hélio Schwartsman a propósito de sua coluna "Animais têm direitos?" publicada em 29/09/2011 no site Folha.com)


Luciano Carlos Cunha[1]

Animais não humanos são explorados pelos humanos das mais diversas maneiras. Apenas para a produção de carne, laticínios e ovos, bilhões deles são confinados, torturados e mortos anualmente. Desde a década de 1970 vem acontecendo um amplo debate dentro da filosofia moral, sobre o estatuto moral dos animais. Temos justificativa para usar os animais? Deveríamos abolir tal uso ou apenas regulamentá-lo para que os animais sofram menos? Se prontamente reconheceríamos como moralmente hediondo fazer o mesmo com seres humanos, o que diferencia os dois casos? Adiante, explico o que significa exatamente o princípio da igual consideração e defendo que nenhum dos argumentos endereçados para se negar igual consideração aos animais realmente funciona. A conclusão é que, dentre outras coisas, temos o dever de abolir a escravidão animal, e não, meramente regulamentá-la.
Existem alguns erros comuns nas tentativas de se negar igual consideração aos animais. Um erro comum (presente não somente nas questões éticas envolvendo animais) é apelar às nossas intuições sobre o que faríamos em determinada situação, com vistas a negar a plausibilidade de uma teoria ética. Por exemplo, afirma-se comumente que uma determinada teoria moral é implausível porque implica em dar a membros de outras espécies a mesma consideração que damos a membro da nossa, ou que implica em dar a estranhos a mesma consideração que damos a nossos amigos e familiares. Contudo, são exatamente nossas intuições com relação a esses casos que essas teorias visam desafiar. Nossos sentimentos e intuições podem ser mero fruto de um preconceito cultural ou biológico. Para que o apelo a uma determinada intuição seja válido, alguém tem que endereçar um argumento que mostre que tal intuição não é um preconceito. Apelar à própria intuição para justificá-la é um argumento circular, pois é ela própria que está em questão. Imagine o quão ridículo seria alguém responder, para uma teoria que questiona o racismo, que ela é implausível porque não aceita o racismo. O mero apelo ao que faríamos em determinada situação não justifica tal decisão. O que está em jogo é o que deveríamos fazer (o que temos justificativa para fazer), e não, o que faríamos (descrição de um fato).
A maioria de nós hoje já reconhece que a raça é um critério irrelevante no que diz respeito ao dever de dar igual consideração a outro indivíduo. É possível que, no futuro, olhemos para nossas práticas atuais e as consideremos igualmente moralmente repulsivas e baseadas em critérios igualmente irrelevantes. É possível que não tenhamos justificativa para dar consideração diferente a membros de outras espécies, nem em dar prioridade a alguém, só por ser nosso amigo ou membro de nossa família. Especismo é o termo que se usa (em analogia com o racismo) para se referir à tendência de não se dar igual consideração a um indivíduo, com base em sua espécie biológica. A maioria dos humanos é especista. Por isso, fazem aos outros animais coisas que jamais fariam com seres humanos (matar para comer ou usar como modelo de testes, por exemplo). A seguir, defenderei que o especismo, assim como o racismo, não pode ser justificado racionalmente. Todos os argumentos que defendem o especismo apelam, ou a intuições que são, elas mesmas, frutos do mesmo preconceito irracional; ou são incoerentes; ou ainda, se baseiam em critérios moralmente irrelevantes. Como resultado, a espécie biológica de um indivíduo é tão moralmente irrelevante quanto sua raça, no que diz respeito ao dever de dar igual consideração a seus interesses.
Outro dos erros comuns envolvidos na defesa do especismo, consiste em apontar algum problema com as teorias utilitarista e de direitos. A primeira é um tipo de teoria conseqüencialista; analisa a moralidade de uma decisão de acordo com o estado de coisas que ela produz. A segunda é um tipo de teoria deontológica; sustenta que determinadas decisões não podem ser justificadas, por melhores que sejam seus efeitos. Envolvido nesse erro está também a idéia de que o utilitarismo é o único tipo de teoria conseqüencialista e os direitos a única teoria deontológica. Embora o utilitarismo e os direitos, através do trabalho de filósofos como Peter Singer e Tom Regan, respectivamente, tenham sido pioneiras em questionar o estatuto moral vigente dos animais não humanos, elas não são as únicas teorias morais existentes, e nem são as únicas a partir das quais se reivindicou uma mudança radical na forma como consideramos os outros animais. Tal mudança foi defendida através de teorias como: igualitarismo consequencialista (Horta, Persson, Vallentyne), prioritarismo (Holtug), suficientialismo (Crisp), ética de virtudes (Rollin, Clark), neokantianismo (Pluhar), kantianismo (Franklin, Korsgaard) e contratualismo rawlsiano (Rowlands), por exemplo. Independentemente da teoria normativa que alguém adere, o que pretendo mostrar é que: (1) qualquer teoria moral minimamente plausível precisa aceitar a exigência formal de tratar casos relevantemente similares de maneira similar; (2) Tal exigência implica no princípio da igual consideração; (3) Tal princípio implica em rejeitar o especismo; (4) Tal rejeição implica, dentre outras coisas, em abolir o uso de animais. Assim, apontar um determinado problema com o utilitarismo, direitos ou qualquer outra teoria específica não torna o especismo justificável. A moralidade do especismo tem que ser discutida à parte.
Qualquer teoria moral pode ser avaliada racionalmente. Quando queremos descobrir qual a coisa certa a se fazer, não podemos descartar o papel da razão na ética. O apelo à razão é diferente do apelo a intuições. Não é possível, inteligivelmente, rejeitar por completo a razão. É plausível acusar de circularidade alguém que se baseia numa intuição para justificar a mesma intuição, ou; acusar de contradição alguém que dá um argumento (algo que é produto da razão) visando rejeitar por completo a razão. Contudo, não é inteligível, se alguém pretende rejeitar por completo a razão, acusar de contradição alguém que justifica a adesão à razão por um apelo a intuições ou acusar de circularidade alguém que tenta justificar a razão apelando à própria razão. Isso porque não contradição e não circularidade são duas regras da razão, e alguém não pode apelar inteligivelmente a elas se pretende descartar por completo a razão. Assim, não podemos escapar, com o nosso desejo, da condição de seres racionais. Somos capazes de raciocinar, então, estamos intimados a justificar nossas decisões.
Uma característica crucial da razão, como apontou o filósofo Thomas Nagel[2], é a generalidade. Quando perguntamos por justificativas, estamos em busca de um critério que sirva como uma razão não apenas para mim ou para minha sociedade, mas para qualquer um que estivesse a fazer as mesmas perguntas no meu lugar e tivesse o mínimo de clareza para pensar sobre a questão. A razão é aplicável às questões éticas? Se for, então a idéia de que "em ética tudo é muito relativo/subjetivo" é falsa. A seguir, tento mostrar, muito resumidamente, como é possível um raciocínio ético.
A generalidade das razões pode ser traduzida na exigência de tratar casos relevantemente similares de maneira similar. Tal exigência é composta, na verdade, por duas: coerência e relevância. A coerência aqui é entendida como estar-se comprometido a, uma vez tomada uma decisão em um caso com base em um critério, tomar a mesma decisão diante de outros casos que se enquadram no escopo do critério oferecido no primeiro caso. Se alguém afirma que a razão pela qual é correto matar animais não-humanos é eles não conseguirem entender o que são direitos e deveres, esse alguém está comprometido a dizer que, então, é correto matar humanos que não entendem o que são direitos e deveres (os bebês, as crianças pequenas, e uma parte dos adultos também). Não significa, contudo, que uma vez tendo coerência, a decisão está automaticamente justificada. É possível errar coerentemente, pois é possível que tenhamos escolhido um critério que não seja relevante e aplicá-lo de maneira coerente. Supondo que a pessoa do exemplo anterior mantenha que é correto matar todos aqueles que não sabem o que significam direitos e deveres (incluindo as crianças pequenas, etc.). Os dois casos são tratados de maneira coerente com o critério escolhido, mas isso não mostra que o critério escolhido está correto. Nós podemos ainda perguntar: "no que a vítima saber o significado de direitos e deveres tem a ver com o erro em matá-la?". Poderíamos responder, por exemplo, que o motivo mais óbvio que torna o ato de assassinar um mal é que isso impede a vítima de desfrutar experiências. Quando alguém jovem morre, geralmente lamentamos lembrando o tanto que ela tinha a desfrutar ainda, e não, que ela sabia o que eram direitos e deveres. O que acabei de fazer foi sugerir que a perda do desfrute é um critério relevante para se descobrir quais seres é um erro matar, enquanto que saber o que são direitos e deveres não é (talvez seja apenas para saber quais seres devem ser responsabilizados caso matem). Se alguém aceita que o critério do desfrute é relevante e que explica o erro em matar crianças humanas, está comprometido, por sua vez, a aceitar que, então, é errado matar outros animais não-humanos sencientes (a saber, seres capazes de ter experiências), já que também são capazes de desfrute. O que fiz foi apelar ao critério da relevância, argumentando que a idéia de que só é errado matar os seres que sabem o que são direitos e deveres reside numa confusão entre o critério para se descobrir quais seres temos dever de considerar com o critério para se descobrir quais seres têm o dever de considerá-los.
É possível que alguém defenda que o critério que elegi para explicar o erro em assassinar (perda do desfrute) é insuficiente, pois não leva em conta os casos onde o indivíduo possui uma preferência por continuar vivo apesar de não ter quase nenhum desfrute pela frente. Essa é uma crítica plausível. Mas, veja o que ela implica: não mostra que a perda do desfrute é um critério irrelevante; mostra apenas, se fizer sentido, que a perda do desfrute é um critério suficiente, mas não necessário, para existir erro em assassinar. É possível que discordemos tanto sobre se dois casos são ou não relevantemente similares, quanto sobre se o critério escolhido para julgar os casos é relevante ou não. Isso tudo é possível, e é aí que continua o raciocínio ético. Poderíamos continuar, por exemplo, reconhecendo que talvez o erro em assassinar se configure a partir de várias razões suficientes, e não apenas de uma, sendo a perda do desfrute uma razão possível e a preferência por continuar vivo outra. Diante de novos contra-exemplos poderíamos rejeitar ou aprimorar nossa definição do erro em matar e assim prosseguiria o raciocínio ético.
O que não é inteligível é rejeitar as exigências de coerência e relevância. Se alguém afirmar, por exemplo, que minha análise anterior estava errada, e que há uma diferença moralmente significativa entre animais não-humanos e crianças humanas, e pretender, com isso, demonstrar que o critério mesmo da coerência não é plausível, comete uma confusão. O máximo que alguém pode conseguir com isso é mostrar que minha análise estava errada; que fui incoerente (que os casos que pensei que eram relevantemente similares na verdade não são). Para se conseguir fazer isso, é preciso assumir a validade da exigência de coerência. Da mesma maneira, se alguém afirmar que o critério do desfrute futuro é um mau critério, e pretender com isso afirmar que a exigência mesma de relevância não tem importância, comete o mesmo erro. O máximo que poderia ser mostrado com tal crítica é que é possível que eu tenha escolhido um critério não muito relevante, não que a relevância não importa. Para isso, tem-se de assumir a exigência de relevância. É auto-refutante dizer "a relevância não é relevante".
Assim, relevância e coerência derivam diretamente da razão (haja vista estarem presentes implicitamente até mesmo nos argumentos que pretendem rejeitá-la). São critérios formais (no sentido de não explicitarem diretamente o que conta como razão relevante e como caso similar) que se fazem presentes em qualquer raciocínio ético (e em outros usos da razão também), seja lá qual conteúdo estiver a preenchê-los. Assim, não importa a visão normativa que alguém defenda: precisa-se assumir essa exigência formal para que sua posição seja minimamente plausível.
A exigência de tratar casos relevantemente similares de maneira similar implica no princípio da igual consideração. Tal princípio diz que, diante de um interesse X, a moralidade de se fomentar ou não tal interesse deve-se unicamente às características do interesse em questão, não de quem o possui. Um bom teste para descobrirmos se uma decisão é ou não justificável é perguntar se a manteríamos independentemente da posição que os indivíduos envolvidos na situação ocupassem na relação entre quem decide e quem é atingido pela decisão; ou se a mantemos apenas porque sabemos que nós (ou aqueles que visamos favorecer tendenciosamente com a decisão) não seremos atingidos por ela. Se for esse último caso, somos culpados de violar a exigência de tratar casos relevantemente similares e a decisão não é justificável.
Se estamos falando do interesse em não sofrer e de desfrutar, a razão mais básica que torna esse interesse digno de consideração moral é que sofrer é uma experiência ruim e o desfrute uma experiência boa. Se alguém é um ser senciente (possui a capacidade de experimentar prazer/sofrer), então possui interesse em desfrutar prazer (o máximo de tempo possível) e evitar sofrimento. A existência de tais interesses independe da raça, espécie biológica, do gênero, do formato da orelha e do dia do nascimento do indivíduo. Com isso, podemos observar que a razão fundamental para atender minhas preferências se dá por serem preferências (um dano tem lugar se elas não são atendidas), e não por serem minhas. Note que isso dá, ao mesmo tempo, uma razão tão forte quanto para atender as preferências dos outros. Assim, temos boas razões para pensar que o egoísmo é indefensável, como também toda uma família de visões normativas que dele deriva: especismo, racismo, machismo e homofobia, por exemplo. Todos esses preconceitos tratam interesses relevantemente similares de maneira diferente, elegendo como diferença que pretende justificar o tratamento diferente algumas características (a espécie, a cor da pele, o gênero, opção sexual, etc.) que são totalmente irrelevantes para o que está em jogo: a existência de determinadas preferências, necessidades, interesses.
É possível que as preferências conflitem. Seja na moralidade do dia-a-dia, seja em várias teorias filosóficas normativas, existem alguns critérios amplamente reconhecidos como válidos que visam guiar a decisão quando preferências conflitam. Por exemplo, interesses básicos (interesses que precisam ser garantidos antes de se pensar em qualquer outro interesse - por exemplo, não sofrer, não morrer) têm prioridade sobre interesses não-básicos (comer uma comida específica, por exemplo). Outro critério é saber se decisão aumentará ou diminuirá: (1) A situação geral daquele(s) que se encontra(m) na pior situação; (2) a quantidade de indivíduos numa situação ruim; (3) a igualdade (entendida aqui como igualdade de bem-estar) entre os indivíduos atingidos. Isso tudo independe da preferência do agente por quem será atingido e do grau de relação que ele mantém com estes. Continua ser verdadeiro que o interesse em não morrer deve ter prioridade sobre o interesse em comer uma comida específica, não importa se é uma galinha ou um estranho quem possui o primeiro interesse e meu filho que possui o segundo.
É importante enfatizar também que a imparcialidade requer consideração igual, não necessariamente tratamento igual. Se alguém pretende colocar a imparcialidade sob dúvida com o exemplo de que, então, teríamos que dar uma parte igual, e não, maior, àquele que tem menos, numa distribuição, não compreende o que chamei de imparcialidade. Embora, ao dar mais a quem tem menos, tenhamos tratamento diferente, o resultado final é mais igualitário - ou seja, temos vários indivíduos com níveis mais próximos de bem-estar. E só podemos reivindicar que aquele que tem menos receba mais apelando também à regra de tratar casos relevantemente similares de maneira similar. No caso da prioridade a quem tem menos, o que estamos a dizer é que temos uma razão para pensar que tal caso deve ser tratado de maneira diferente do caso em que todos estão já em igualdade de distribuição.
Voltemos agora, ao caso dos conflitos de interesses e a regra de que interesses básicos devem ter prioridade. Reconhecemos que, quanto mais próximo da diversão está o motivo pelo qual alguém inflige dano em outro indivíduo, mais injustificável é a prática. Tais práticas (torturar por prazer) são um exemplo paradigmático de injustiça. Uma implicação que não é muito percebida da mesma regra é: se usar animais para entretenimento é errado porque envolve causar um dano grave a alguém para fomentar a diversão, então temos de abolir, por exemplo, o uso de animais para alimentação (seus corpos, seus ovos, leite, etc.), porque também infligem danos graves (extremos de sofrimento e bilhões de mortes) para fomentar a diversão. Os defensores do consumo de animais alegam que, com relação à comida, é diferente, pois, comer não é um interesse banal. A falha nessa resposta é que, embora seja verdade que comer alguma coisa seja um interesse básico, comer esta comida específica é um interesse banal. Quando existe alternativa alimentar que cause menor dano (como a comida vegana), escolher comer outra comida é escolher dar prioridade a um interesse banal.
O único uso que faz algum sentido alegar que visa atender a um interesse não-banal é o uso em pesquisa médica. É altamente discutível se a maior parte desse uso visa realmente a entender tais interesses não-banais e se são uma forma eficaz de se buscar tais interesses[3]. Mas, como o objetivo aqui é discutir a questão moral, vou supor que todo esse uso visa atender a interesses humanos não-banais e que realmente teria chances de fazer diferença na cura de doenças. Tal uso é justificável? Lembremos que a exigência de tratar casos relevantemente similares de maneira similar implica na imparcialidade, que pode ser traduzida no princípio da igual consideração: para uma decisão ser justificável, temos de manter a mesma decisão, independentemente da posição que os indivíduos atingidos por ela ocupam na situação (temos de acessar a relevância do interesse em questão, não quem o possui). Os que defendem o uso de animais na pesquisa não aprovariam serem usados à força como cobaias para salvar a vida de animais não-humanos. Ou seja, sua posição não é imparcial: defende-se o uso apenas porque as vítimas são animais não-humanos. Sua posição é especista. Fossem os papéis invertidos, os humanos considerariam uma calamidade tal uso. Isso mostra que sua prática é eticamente indefensável, e que os humanos só pensam que não é porque estão na ponta tirânica da situação. Novamente, tal dever independe dos sentimentos e relações do agente para com os atingidos pela decisão. Obviamente que cada mãe ama mais o seu filho do que o filho de um estranho, mas daí não segue que há um direito de usar o filho do estranho como modelo de testes para salvar a vida do próprio filho.
Para percebermos a irracionalidade do especismo, considere o seguinte exemplo fictício: um amigo de infância nos revela que é, na verdade, um extra-terrestre (de outra espécie biológica). O especista responderá: "É correto matá-lo! Ele é de outra espécie!". Percebendo a irracionalidade do especismo, é comum que os opositores da igual consideração pelos animais tentem então buscar uma característica moralmente relevante possuída apenas por humanos, uma que diga que há erro em matar apenas quando as vítimas são humanas. Uma das tentativas mais comuns desse tipo consiste em afirmar que humanos são mais inteligentes: são capazes de agir eticamente, firmar contratos, reconhecer deveres, ter senso de justiça, linguagem, fazer matemática avançada, compor sinfonias, construir naves espaciais, etc. Chamarei essa característica de "posse da razão plena":
Um problema com esse argumento é que simplesmente não é verdade que todos os humanos têm a posse da razão plena. Por exemplo, bebês, crianças muito pequenas, comatosos, idosos senis e portadores de determinadas doenças cerebrais. Isso se aplica a qualquer um de nós que a temos agora, pois poderemos perdê-la, por acidente ou doença. Se formos contar o nível de raciocínio, até mesmo pelos padrões humanos, qualquer cão adulto normal é muito mais racional e autônomo do que os humanos citados anteriormente[4]. Se o erro em matar se dá pelo nível de raciocínio da vítima, então não seria errado matar aqueles humanos. Os proponentes de tal critério teriam de admitir que é muito pior matar qualquer cão, galinha, porco ou peixe adulto normal.
Alguém poderia objetar que a resposta acima se esquece de que bebês e crianças muito pequenas um dia poderão desenvolver a posse plena da razão, e que idosos senis um dia já tiveram a mesma. São, portanto, agentes morais em potencial, ainda que não reais. Um problema com esse argumento é que alguns seres humanos sequer são portadores da razão plena em potencial porque somente um milagre os poderia fazer terem tal capacidade. Por exemplo, aqueles com doenças mentais degenerativas permanentes. Mas, supondo, para efeito de argumentação, que fôssemos considerar a possibilidade de um milagre, mutação genética ou avanço da ciência. Temos que ser imparciais, portanto, teríamos de considerar que animais não-humanos também poderiam, por um milagre, mutação genética ou avanço da ciência, adquirir a posse da razão plena. Quanto ao critério da potencialidade, poderíamos questionar ainda qual sua relevância. Afinal de contas, não parecer ser correto, por exemplo, um cidadão que é um médico em potencial tenha os mesmos direitos do médico real.
Ou os proponentes do critério da posse da razão plena mantêm a exigência do nível de raciocínio onde está (e excluem tanto animais não-humanos quanto os humanos mencionados acima) ou abaixam a exigência para incluir todos os humanos (o que, automaticamente, inclui todos os outros animais sencientes). Uma alternativa promissora é perguntarmos se erro em matar não está em outro lugar, e abandonar o critério da posse da razão plena. Que decisão deve-se tomar?
Ser portador da razão plena (real ou em potencial) não parece ser o que levamos normalmente em conta ao explicarmos o erro em matar alguém, mas sim, entre outras coisas, o desfrute que esse alguém poderia ter da vida no futuro. Normalmente, pensamos que é errado (e muito errado) assassinar uma criança, mesmo que ela não tenha desenvolvido a posse da razão plena nem tenha expectativa alguma de desenvolver. O motivo é que, se é morta, impedimos que ela desfrute de algo no futuro (ela sofre uma perda, mesmo que não tenha consciência da perda). E isso se aplica tão bem a animais humanos quanto a não-humanos sencientes.
No dia-a-dia, já reconhecemos que é a capacidade de desfrute a característica moralmente relevante no que diz respeito a considerar os interesses de alguém: no caso dos humanos destituídos da posse da razão plena, ao contrário de escravizá-los e matá-los, damos maior atenção ainda aos seus interesses, pois estão numa situação de maior dependência dos nossos cuidados. Isso não deveria causar espanto, pois, os agentes morais, seres capazes de virtude, são exatamente aqueles que devem ajudar os incapazes, e não, aproveitar-se deles para seus interesses egoístas[5]. Animais não-humanos estão, por não terem a posse da razão tão desenvolvida, numa situação de vulnerabilidade maior. Portanto, a conclusão ética válida deveria ser que merecem atenção primordial, assim como os humanos na mesma situação, por terem menos condições de se defenderem sozinhos; e não, que devem ser escravizados e assassinados por terem tido o azar de nascerem com um formato de corpo diferente do nosso.
Finalmente, outra objeção comum consiste em dizer que "se é errado matar animais, então é errado matar plantas - o que é absurdo - então é correto matar ambos". Essa objeção pode querer dizer duas coisas: (1) Que o critério de consideração moral deve ser a senciência e que plantas também são sencientes, ou; (2) Que tal critério deve ser a vida biológica. Há problemas específicos nos dois tipos de objeção, e um problema geral que permeia os dois.
O problema específico da primeira é que não existe a menor evidência científica que suporte a tese de que plantas são sencientes. O problema específico da segunda é que não é nada óbvio que o erro em matar se dá por tirar a vida biológica de alguém. Estar vivo e desfrutar da vida são duas coisas bem distintas. Quando avaliamos o erro em matar, estar vivo (sem desfrute de nada), por si só, não é geralmente uma razão alegada contra o assassinato. Supondo que você esteja na posição de escolher entre (1) Morrer agora ou; (2) Ficar biologicamente vivo por mais vinte anos, na completa inconsciência (sem nenhuma sensação, nem mesmo sonhos), sem chance alguma de recuperar a consciência, e depois morrer. A pergunta é: faz diferença para você, continuar sendo um corpo vivo ou morrer? Parece que toda diferença que podemos alegar nesse caso apelará a preferências de amigos ou parentes (que são seres sencientes). Para você, não faz diferença. Assim, é a capacidade para senciência que é relevante moralmente no que diz respeito não somente ao erro em matar, mas a qualquer outra questão moral.
Vejamos agora o erro comum nas duas formas do argumento. Supondo, para efeito de argumentação, que plantas fossem sencientes, ou que, o erro em matar se configurasse a partir do erro em tirar a vida biológica. Não segue daí que é correto matar animais. Se seguisse, também seria correto matar humanos, já que também são sencientes e também estão biologicamente vivos. O absurdo envolvido na presente objeção é que, começa-se apontando uma característica para se fundar o erro em matar; em seguida aponta-se que a classe de seres que é um erro matar é maior do que imaginamos e; finalmente, tira-se uma conclusão afirmando que é correto matar todos os seres que se enquadram em tal definição.
Para ilustrar tal absurdo, vejamos um exemplo envolvendo humanos. Supondo que estivéssemos no século XIX, lutando para abolir a escravidão dos afro-descendentes. Supondo que, devido ao machismo não questionado em nossa sociedade, não estivéssemos dando atenção alguma à opressão sobre as mulheres. Alguém, adversário da abolição da escravatura, aponta essa incoerência: "se escravos querem ser livres, mulheres também querem". Supondo que esse alguém logo em seguida conclua: "logo, não devemos libertar nem os escravos nem as mulheres". Ora, todos perceberiam o absurdo dessa conclusão, porque ela é contrária às premissas. Primeiramente aponta-se que a classe de seres com um interesse a ser considerado é maior do que imaginamos, para logo em seguida afirmar que, então, não devemos considerar nenhum desses interesses. Apontar que a classe de seres a serem considerados é maior do que imaginamos jamais constrói um argumento para diminuir mais ainda essa mesma classe.

Notas: [1] Mestre em Ética e Filosofia Política pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), membro do corpo editorial e colaborador da revista eletrônica Pensata Animal (www.pensataanimal.net), colunista do site Agência de Notícias de Direitos Animais (www.anda.jor.br) e autor do blog Desafiando o Especismo (www.lucianoccunha.blogspot.com)
[2] NAGEL, Thomas. A Última Palavra. Trad. Carlos Felipe Moisés. São Paulo: UNESP, 2001, p. 13.
[3] Cf. FRANCIONE, Gary L. Introduction to Animal Rights: Your Child or the Dog? Philadelphia: Temple University Press, 2000, pp. 31-50.
[4] Cf. BENTHAM, Jeremy. An Introduction to the Principles of Morals and Legislation. Kitchener: Batoche Books, 2000, cap 4.
[5] Cf. SAPONTZIS, Steve F., Morals, Reason and Animals. Philadelphia: Temple University Press, 1987, pp. 148-149.

-------
Luciano Carlos Cunha - lucianoshred@gmail.com

Mestre em Ética e Filosofia Política pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), licenciado em Educação Artística com habilitação em música pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), colaborador da revista eletrônica Pensata Animal, colunista do site ANDA e autor do blog Desafiando o Especismo.

Link para C. Lattes: http://lattes.cnpq.br/3030914980692075

fonte: OLHAR ANIMAL

UMA BOA RELEXÃO!




RIFA PARA SULTÃO - CUSTEAR TRATAMENTO







Queridos amigos,

Sei que mtos de vcs já colaborou para ajudar SULTÃO, seja adqurindo as camisas ou adquirindo numeros da rifa da TV de 26 polegadas semi nova, em perfeito estado. VALOR: Apenas R$5,00 e que vai ajudar bastante!!!



Mais uma vez, envio os numeros restantes, para que possam repassar aos seus contatos. pois assim poderemos fazer logo esse sorteio.Quem já adquiriu e quiser mais algum. quem sabe não é essa a oportunidade? Será que o numero da sorte não está entre esses? É arriscar e novamente ajudar Sultão.Também as camisas " EU AJUDEI SULTÃO" continuam sendo vendidas a R$ 20,00 cada.Diante do quadro inicial, SULTÃO está se recuperando rapidamente. pois além das 10 fraturas de bacia, teve no atropelamento o nervo da coxa esmagado. Como Deus é generoso, o axionio foi preservado e está se recuperando, chegando até o joelho, com expliquei no email anterior.Precisamos dar continuidade ao tratamento, para que ele se desenvolva até a pata e assim SULTÃO volte a andar. A grande dificuldade nisso tudo é a falta de recursos.Até essa data, já gastamos com SULTÃO R$ 1.516,80 (hum mil quinhentos e desesseis reais e oitenta centavos). Não sei usar o scanner mas vou aprender e mandarei os comprovantes das despezas.Sem a ajuda de vcs, não teria conseguido e nosso menino já teria amputado a perna.Minha preocupação é que amanhã (30/09) tenho um débito de R$ 1.800,00 ( hum mil e oitocentos reais ) para liquidar, referente ao tratamento do SULTÃO até a presente data.



As contas para depósitos são:



Bradesco - ag: 3673 - 0 conta poupança 100.2842 - 6 / Ruth Nunes ou

Banco do Brasil - ag 2968 - 8 conta corrente 22.973 - 3 / Mª de Lourdes Santana ( minha tia)




ATENÇÃO: Façam depositos identificados e me avisem sobre valor e a data.






Desculpem estar a pedir ajuda mas não tenho outra alternativa.

Muita LUZ pra todos vcs.


Agradecida,


Ruth.



Seguem números disponíveis:

00 - 04 - 06 - 07 - 20 - 22 - 27 - 30 - 36 - 37 - 40 - 41 - 46 - 51 - 54 - 58 - 61 - 66 - 67 - 68 - 70 - 72 - 75 - 81 - 84 - 85 - 86 - 87 - 88 - 90 - 92 - 94 - 95.

"A vida é valor absoluto. Não existe vida menor ou maior, inferior ou superior. Engana-se quem mata ou subjuga um animal por julgá-lo um ser inferior. Diante da consciência que abriga a essência da vida, o crime é o mesmo." Olympia Salete

CONTRA OS MAUS-TRATOS AOS ANIMAIS/BR


Galera protetora,

Do jeito que a situação está em todo Brasil, a solução é fazer uma mobilização social contra a esse povo que manda vê, em fazer dos animais saco de pancadas!

Vamos participar e votar CONTRA a esse absurdo da política com a libertação dos maus feitores contra os animais, seres vivos, inocentes e desprotegidos da fúria e da loucura humana!

VOTE CONTRA JÁ!!!

CONTRA A LIBERAÇÃO DOS MAUS-TRATOS AOS ANIMAIS NO BRASIL
A CAMPANHA VIA FACEBOOK CONTINUA!

PARTICIPE E DIVULGUE ESTA CAUSA ENTRE SEUS CONTATOS.Já somos mais de 37 mil! Ajude a buscar o apoio de 100 mil internautas CONTRA A LIBERAÇÃO DOS MAUS-TRATOS AOS ANIMAIS NO BRASIL - PL 4548/98. Pelo arquivamento do projeto de lei federal 4548/98, que pretende retirar a proteção jurídica dos animais domésticos prevista no artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais. Sua participação é fundamental. Acesse http://bit.ly/jZzVbY e clique em JOIN CAUSE.
Os animais agradecem

AGENDA ATÉ 18/09 - SETEMBRO 2011

Distrito Federal
17/09 Feira de Adoção Abrigo Flora e Fauna - Asa Sul - Brasília DF
17/09 Feira de Adoção SVPI - Lago Norte - Brasília DF
Espírito Santo
17/09 IV Feira de Adoção dos Gatinhos da UFES - Goiabeiras - Vitória ES
Minas Gerais
17/09 Adote um Amiguinho Fiel - Centro - Araxá MG
17/09 Amigo não se compra, se adota! - Braúnas - Contagem MG
18/09 Adote um Amiguinho Fiel - Urciano Lemos - Araxá MG
18/09 Adote um Amigo do Parque Francisco de Assis - Centro - Lavras MG
Paraná
17/09 Feira de Adoção Permanente da Soc. Prot. dos Animais de Campo Largo - Centro - Campo Largo PR
17/09 Feira de Adoção - Fazendinha - Curitiba PR
17/09 Feira de Adoção de Cães e Gatos SOCPAM - Centro - Maringá PR
17/09 Campanha de Adoção de Cães Tomba Latas - Centro Cívico - Curitiba PR
Rio de Janeiro
15/09 Adotar é o Bicho! - Centro - Rio de Janeiro RJ
17/09 Adote um Focinho Carente - Glória - Rio de Janeiro RJ
17/09 Evento de Adoções do GAPA-MA - Itaipava - Petrópolis RJ
Rio Grande do Sul
17/09 Feira de Adoção de Cães e Gatos do CAPA - São Cristóvão - Passo Fundo RS
18/09 Feira Permanente de Adoção de Cães & Gatos Melhor Amigo - Centro - Pelotas RS
Santa Catarina
17/09 Feirinha de Adoção Guapecas - Floresta - Joinville SC
São Paulo - Grande SP
17/09 Feira de Adoção Toca dos Gatinhos - Consolação - São Paulo SP17/09 Feira de Doação de Cães e Gatos - Higienópolis - São Paulo SP17/09 Feira Permanente de Adoção de Filhotes - Cerâmica - S. Caetano do Sul SP17/09 Feiras de Adoção dos Anjos dos Bichos - Tamboré - Barueri SP17/09 MIAUDOTE! Feira de Adoção do PROJETO SOS FELINOS na MOÓCA! - Alto da Moóca - São Paulo SP17/09 - 18/09 Feira de Adoção APAA - Santo Amaro - São Paulo SP17/09 - 18/09 Feira Permanente de Doação de Cães e Gatos - Ipiranga - São Paulo SP17/09 Feira de Adoção União SRD - Pinheiros - São Paulo SP17/09 Feira de Adoção da ONG S.A.V.A. - Ipiranga - São Paulo SP17/09 Feira de Doação Animais Precisam de Ajuda - Vila Mariana - São Paulo SP17/09 Feira de Adoção - Jd. Prudência - São Paulo SP18/09 Feira de Adoção Natureza em Forma Matilha Cultural - Consolação - São Paulo SP18/09 Feira de Adoção de Animais Olhar de Anjo - Alto de Pinheiros - São Paulo SP
Interior
17/09 Centro de Adoção de Cães e Gatos do CAV - Jd. Alvorada - S. J. dos Campos SP
17/09 Me Leva Pra Casa G1 - Jardim Nilópolis - Campinas SP17/09 Me Leva Pra Casa G2 - Jardim Aurélia - Campinas SP
17/09 Feira de Adoção Gapa - Centro - Indaiatuba SP17/09 Feira de Adoção de Animais - Jd. Maria Augusta - Taubaté SP17/09 Feira Permanente de Adoção de Animais - Jaguariúna SP
17/09 Adoção de Animais em Jacareí - Centro - Jacareí SP
18/09 Centro de Adoção de Cães e Gatos do CAV - Jd. Satélite - S. J. dos Campos SP

Fonte: Olhar Animal

Web TV Canal 2 - Feira da UPAS, 11/09/2011



VÍDEO DA FEIRINHA DE ADOÇÃO DE ANIMAIS DA UPAS


REPORTAGEM DA WEB TV CANAL 2:
Cobertura da Feira de Adoção de Animais realizada no Farol da Barra (Salvador-Ba), pela ONG União de Proteção Animal de Salvador (UPAS). Reportagem: Aina Kaorner. Fotografia: Reginaldo Santos. Edição: Caio Rachid. Realização: Canal 2

CAMISA DE SULTÃO A VENDA




VAMOS AJUDAR A SULTÃO!
COM APENAS
R$ 20,00 (VINTE REAIS)
VOCÊ COLABORA...
SULTÃO AGRADECE!!!


LIGUE AGORA: (71)
9988-6664 TOM
8768-4308 RUTH
8793-2508 LEON


E RESERVE LOGO A SUA CAMISA - TEMOS NOS TAMANHOS: GG, G, M e P

ESTAMOS AGUARDANDO...

LEIS DE DEFESA DOS ANIMAIS



Lei 3350/2001 - Disciplina a circulação de veículos de tração animal no Município do Rio de Janeiro.

Lei 3402/2002 - Dispõe sobre a proibição de utilização ou exibição de animais silvestres, nativos ou exóticos, domésticos ou domesticados, em circos e espetáculos congêneres.

Lei 3444/2002 - Altera dispositivos da Lei n.° 3.402, de 22 de maio de 2002, que dispõe sobre a proibição de utilização ou exibição de animais silvestres, nativos ou exóticos, domésticos ou domesticados, em circos e espetáculos congêneres.

Lei 3628/2003 - Proíbe a realização de ablação parcial ou total das cordas vocais ou cordectomia em animais no território do Município.

Lei 3641/2003 - Autoriza o Poder Executivo a construir abrigos para animais de pequeno, médio e grande porte no Município do Rio de Janeiro.

Lei 3739/2004 - Caracteriza a esterilização gratuita de caninos, felinos e eqüinos como função de saúde pública, institui sua prática como método oficial de controle populacional e de zoonoses, proíbe o extermínio sistemático de animais urbanos.

Lei 3472/2002 - Inclui no Calendário Oficial do Município do Rio de Janeiro o “Dia dos Animais”.

Lei 3775/2004 - Autoriza o Poder Executivo a criar Postos de Atendimento Veterinário gratuito no Município do Rio de Janeiro.

Lei 3844/2004 - Autoriza o Poder Executivo a criar o Programa “Bichos de Estimação” nas unidades da Rede Municipal de Ensino Público.

Lei 3845/2004 - Dispõe sobre a proibição de rinhas de cães no Município do Rio de Janeiro.

Lei 3879/2004 - Proíbe a realização de rodeios, touradas ou eventos similares no Município do Rio de Janeiro.

Lei 4187/2005 - Cria o registro destinado ao controle da venda de animais de estimação nos estabelecimentos comerciais do Município do Rio de Janeiro.

Lei 4244/2005 - Autoriza o Poder executivo a criar o pronto-socorro veterinário gratuito 24 horas.

Lei 4276/2006 - Autoriza o Poder Executivo a permitir a permanência de cães no local conhecido como Praia do Diabo, no Arpoador.

Lei 4347/2006 - Proíbe a instalação de criadouros e abatedouros de animais para comercialização de peles no âmbito do Município do Rio de Janeiro.

Lei 4362/2006 - Restringe a aplicação de substâncias desratizantes àquela feita por agentes públicos habilitados especificamente para tal fim, e proíbe a utilização, em áreas públicas ou comunitárias, dessas substâncias tóxicas.

Lei 4457/2006 - Cemitério de Animais.

Lei 4537/2007 - Proíbe a permanência e manutenção de animais doadores de sangue em clínicas veterinárias.

Lei 4731/2008 - Estabelece multa para maus-tratos a animais e sanções administrativas a serem aplicadas a quem os praticar, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas, no âmbito do Município do Rio de Janeiro.

Lei 4750/2008 - Proíbe a realização de cirurgia para extração de garras de felinos (onicotomia) no Município do Rio de Janeiro.

Lei 4956/2008 -Dispõe sobre o Animal Comunitário, estabelece normas para o seu atendimento no Município do Rio de Janeiro.

Lei 4963/2008 -Dispõe sobre a assistência às pessoas jurídicas cuja finalidade seja a proteção e/ou a defesa dos animais, desde que comprovado o estado de necessidade.

Projeto de Lei 325/2005 - Proíbe a vivissecção assim como o uso de animais em práticas experimentais que provoquem sofrimento físico ou psicológico, sendo estas com finalidades pedagógicas, industriais, comerciais, ou de pesquisa científica. (VETADO PELO PREFEITO - REAPRESENTADO COMO PL1687/08)

Projeto de Lei 368/2005 - Proíbe o uso de animais para tração ou carga no Município do Rio de Janeiro. (APROVADO NA CAMARA, VETADO PELO PREFEITO)

Projeto de Lei 372/2005 - Proíbe a permanência e manutenção de animais doadores de sangue em clínicas veterinárias.

Projeto de Lei 1576/2007 - Caracteriza a posse responsável como dever de cidadania, proíbe o abandono de animais domésticos ou domesticados em logradouros públicos ou áreas particulares, e dá outras providências.

Projeto de Lei 1844/2008 - Dispõe sobre o direito à Objeção de Consciência - abstenção de qualquer ato ou prática que colida com a consciência da pessoa, referente à experimentação animal.


Nossos agradecimentos a nossa protetora Malú pela a grande colaboração em repassar para o nosso blog diversas leis e projetos em defesa dos animais.

OBS.: leis da cidade do Rio de Janeiro


FONTE: Site do Cláudio Cavalcanti, http://www.claudiocavalcanti.com/