Sabemos o quanto é chato ver o seu veículo sujo e nosso amigão com cara de tristeza após botar tudo que comeu prá fora numa viagem de carro. É simplesmente desagradável ter de passar por essa situação, transformando o que seria diversão numa solução imediata: O de fazer uma limpeza geral. E isso não estava programado para ser uma curtição de final de semana com seu animal. Em outro palavras, adeus aos momentos felizes.
Pensando em evitar ou previnir esse acontecimento inesperados, é que a TURISMO 4 PATAS está dando as dicas importantíssimas para que isso não ocorra e estrague sua viagem animal. Vejamos:
Dicas e cuidados alimentares para que seu pet se
sinta bem durante todo o trajeto
• O mais indicado é fornecer uma alimentação leve (de preferência, ração)
cerca de 2 a 3 horas antes da partida.
• No caso das viagens de avião, suspenda qualquer refeição pesada nas 12 horas anteriores ao vôo.
• Para manter o pet hidratado, coloque cubos de gelo na caixa de transporte, para que
ele vá bebendo água aos poucos.
• Pratos de comida e água devem ficar fixos na caixa de transporte.
• Durante o trajeto, o melhor é não alimentar o
animal. Mas não se preocupe, pois ao contrário do que muita gente pensa, os cães
agüentam até 10 horas sem água e comida.
• Alguns pets podem sofrer enjôos durante a viagem. Se ele vomitar, não o force a comer.
• Chegando ao destino, só o alimente de novo cerca de 2 horas depois da chegada, porque o stress da viagem pode causar alguma indisposição.
• Ah, e não se esqueça de embalar a ração em quantidade suficiente para a duração da viagem. Se possível, até um pouquinho mais, assim ficam garantidos caso haja algum imprevisto e vocês tenham ou queiram esticar as férias.
Quem quiser ter outras dicas para que tudo dê certo na viagem, acesse o site da TURISMO 4 PATAS e veja o manual do pet viajante: http://www.turismo4patas.com.br/htms/default.asp
Nossos Agradecimentos a Larrisa Rios e a Cleo, sua amiga fiel e companheira pelas dicas. Valeu!
Fonte: Site Turismo 4 Patas
ALIMENTAÇÃO DURANTE A VIAGEM
SERVIÇO DE ACHAR ANIMAL NA INTERNET
Para participar da ação, é obrigatório enviar anexada uma foto em alta resolução do animal e informar todos os dados abaixo no corpo do e-mail:
Nome e sobrenome do dono
RG
CPF
Endereço
Telefone
E-mail para contato
Nome do animal
Descrição do animal
Local e data em que o cachorro desapareceu
Breve descrição da ocasião em que o animal desapareceu
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/03/22/seu-cachorro-desapareceu-envie-fotos-e-informacoes-para-o-uol.jhtm
NOVIDADE DA INTERNET: KONIG
DOAÇÃO DE SAUGUE P/ CÃES E GATOS
Meus seguidores e visitantes queridos,
A dica da internet vem de uma situação que às vezes deixa a gente terrivelmente preocupado, quando se trata de salvar a vida de alguém, através de uma pessoa que seja um doador e possa pôr a salvo quem precisa de uma transfusão de sangue.
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Nesse domingo, passeando pela internet, ao visitar o site do “Turismo 4 patas” descobri um serviço para animais interessante: Doação de sangue para cães e gatos. O serviço por enquanto funciona na cidade de São Paulo e tem algumas restrições, assim como acontece também com as doações para pessoas, que dependem com urgência de um doador.
Pela necessidade e importância do serviço, seria bem-vindo se essa iniciativa chegasse a outros estados e cidades. Acredito que iria tirar muitos donos de cães e gatos do sufoco.
Dou início aqui no nosso blog a campanha para que se tenha um departamento de doação de sangue para os animais (a principio de cães e gatos, mas poderia se estender para os outros animais) a ser implantado nas faculdades de medicina veterinária federal ou pública de cada cidade do país. São Paulo já viabilizou o projeto e mostrou para todo Brasil que é possível quando se tem boa vontade e iniciativa de ajudar os animais, que assim como a gente, da mesma forma, dependem de animais doadores de sangue.
A seguir a reportagem completa do site do Turismo 4 patas:
CÃES E GATOS TAMBÉM DOAM SANGUE: ESTOQUE NEM SEMPRE É FARTO EM SP
Cães e gatos vítimas de atropelamento, intoxicação e câncer têm na transfusão de sangue uma esperança para sobreviver em São Paulo. O problema é que esse tipo de doação ainda não se tornou uma prática entre os donos dos animais, o que significa nem sempre ter sangue disponível quando um bicho precisa. A dificuldade também é maior porque os cães têm 13 tipos diferentes de sangue, sendo seis os tipos com mais demanda. Isso significa que, quanto maior a variação, maior é a dificuldade de encontrar um doador compatível. O mesmo, no entanto, não acontece com os gatos porque eles têm apenas três tipos.
Mas o veterinário Márcio Moreira, coordenador do banco de sangue do hospital veterinário da Universidade Anhembi Morumbi, na Zona Sul, é otimista e acredita que, quanto mais o dono se preocupa com a saúde de seu mascote, mais ele poderá ajudar a salvar outros animais.
Moreira conta que, há três anos, o número de doadores cadastrados não chegava a 15. Atualmente, ele possui mais de 180 cães e gatos catalogados, ou seja, que já doaram sangue ao menos uma vez e que sempre voltam para abastecer o banco. Quanto mais doadores, maior a variedade de sangue estocado e mais animais podem ser salvos.
Muito do aumento no número de doadores, conta Moreira, é graças aos donos - que estão se informando mais sobre a saúde dos seus cães - e ao avanço tecnológico na área da medicina veterinária. “Antes, quando um animal precisava de sangue, a gente dizia ao dono: ‘Você conhece alguém que tenha um cachorro grande que possa doar?’”, lembra ele, mostrando que o processo era imediato: saía de um bicho e ia para o outro.
Agora, conta o veterinário, a tecnologia permite transformar uma bolsa de sangue em outras três: uma com concentrado de hemácias, outra com concentrado de plaquetas e, por último, a com plasma. O tempo de estocagem e conservação desse material também aumentou e pode variar de 21 dias a um ano.
O labrador Francesco, de 3 anos, é um dos animais cadastrados no banco. Segundo a dona dele, a webdesigner Marina Corrêa, o cachorro é doador desde que completou 1 ano de vida. “Ele já deve ter doado umas dez vezes. O Francesco já doou para cachorros com câncer e com a doença do carrapato”, lista a dona.
Marina levou Francesco para doar pela primeira vez por iniciativa de uma amiga, que tinha dois cachorros doadores. Hoje, a webdesigner virou ativista da causa e comanda a comunidade no Orkut “Eu sou cachorro, doo sangue”, com quase 900 membros.
Quem também leva seu mascote para doar sangue é a adestradora e consultora em comportamento animal Iracema Gil, dona do golden retriever Billy. Para ela, a atitude é um gesto de solidariedade. “Acredito que doar é dar mais uma chance de vida a um animal. Hoje, o Billy está doando, mas amanhã pode ser ele que esteja precisando”, justifica.
Como doar:
Donos de cães e gatos que se sensibilizaram com o gesto das donas de Francesco e de Billy precisam saber que, assim como os humanos, cães e gatos precisam preencher alguns pré-requisitos para poder doar sangue.
Para os cães, a primeira exigência é ter um temperamento dócil, conta o veterinário Moreira. “A gente não seda o animal, ele fica consciente o tempo todo, mas precisa ficar quieto”, diz. O cachorro deve ter entre 1 e 8 anos, estar com 27 kg ou mais, ser vacinado e vermifugado, estar sadio e não estar prenhe.
Os critérios para ser doador são praticamente os mesmos para os gatos, só o peso que muda: o animal deve ter no mínimo 4,5 kg. Os felinos, no entanto, precisam ser sedados, pois dificilmente ficam parados por conta própria.
Tanto o veterinário Moreira como as donas de Francesco e de Billy são enfáticos ao dizer que os animais não sofrem durante a doação de sangue. “O Francesco fica quietinho o tempo todo. Se ele não gostasse ou doesse, ele não ia ficar parado nem deixar as pessoas mexerem nele durante a doação”, afirma Marina.
“Não vou dizer que é divertido porque não deve ser legal ficar parado por muito tempo. Mas sei que, se o Billy não quisesse, ele não deixaria fazer nada com ele”, argumenta Iracena.
Muitos donos podem ainda estar se perguntando se o sangue retirado pode fazer falta ao animal. O coordenador do banco de sangue diz que não. Segundo Moreira, um cão leva 21 dias para repor o sangue retirado e a doação só pode ser repetida a cada dois meses.
“Nós retiramos 20 ml de sangue por quilo do animal. Para encher uma bolsa são necessários entre 400 ml e 450 ml, mas a gente nunca tira tudo o que um cão ou gato pode doar”, afirma.
Iracema e Marina contam que levar seus cães para doar sangue significa manter a saúde deles sob controle. Isso porque, antes de cada doação, o animal é submetido a uma bateria de exames clínicos que, segundo o veterinário Moreira, irá verificar se o bicho tem alguma doença. “Já aconteceu de detectarmos uma doença no início graças ao check up feito antes da doação”, conta.
Monitorar a saúde do pet facilita a vida do dono, mas o gesto de solidariedade tranqüiliza principalmente quem tem algum animal doente. É o caso da veterinária Tatiane Giovani, de 23 anos, dona do cocker spainel Willy, de 8 anos. “Ele tem insuficiência renal crônica e estava em crise”, conta. Em situações como essa, diz Tatiane, Willy precisa da transfusão com urgência para ter melhor qualidade de vida.
Esta foi a segunda vez que o cocker spainel foi submetido a uma transfusão de sangue. A primeira foi logo quando ele teve a doença detectada, em setembro do ano passado. “Na primeira vez, ele tava muito mal, fez a transfusão e melhorou muito”, relembra Tatiane.
Cuidados:
Mas não é porque a doação de sangue vem com um check up que dá para sair oferecendo a veia do seu cachorro por aí. A veterinária Simone Otoline, assessora técnica do Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo, afirma que é preciso procurar um hospital ou laboratório de confiança.
Simone orienta que, se for levar o animal para doar, é bom conhecer o local e o veterinário responsável pelo local com antecedência. “Um animal não adoece por fazer a doação, a menos que o procedimento seja feito de forma incorreta”.
E ATENÇÃO:
Nossos “amigos de 4 patas” doentes precisam de nós, o Banco de Sangue do Hospital Veterinário da Universidade Anhembi Morumbi está zerado.
Quem puder doar, entre em contato com o hospital pelo telefone: (11) 2790-4693 - falar com Dra. Carol ou Dra. Priscila.
Quem tiver algum animal que não possa ser doador, ajude a divulgar!
Lembrando que para doar é preciso:
• Pesar no mínimo 27 kg;
• Ter entre 1 e 8 anos;
• Ser de temperamento dócil;
• Estar com vacinação e vermifugação em dia;
• Controle de carrapatos e pulgas;
• Estar sadio;
• Não estar prenhe.
São realizados, previamente, exames para detecção de doenças que podem estar presentes sem sintomas. Dentre os exames, realiza-se: hemograma, testes para detecção de erliquiose, dirfilariose, Lyme, leishmaniose e brucelose.
Então além de salvar vidas, o cão doador estará também fazendo um check up periódico gratuito, detectando possíveis doenças antes delas se manifestarem. Isso é muito bom!
A doação de sangue, assim como no ser humano, é um procedimento seguro não trazendo nenhum risco ao doador, podendo ser realizado bimestralmente.
A maioria das pessoas só toma consciência da importância desse ato de amor quando o seu próprio animal precisa. Não espere por isso!!
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Fonte: Turismo 4 patas
DICAS DA INTERNET: REDE BICHO
A proposta da Rede Bicho é fazer a intermediação entre os bichos que necessitam de todo nosso cuidado com todos os voluntários, que não são poucos no mundo virtual, como as ONGS, Instituições, protetores independentes, simpatizantes da causa animal enfim. Toda essa gente que acha os animais são uma dádiva de Deus, que vieram ao mundo para serem companheiros e amigos na nossa caminhada pela vida. Uma pessoa sem nenhum bicho de estimação jamais saberá o verdadeiro o valor de amizade “animal”. Estejam certo disso!
A DICA é que vocês façam parte dessa rede e aumente a corrente de proteção aos animais. Veja como é fácil participar: É somente entrar no site http://redebichos.ning.com/ e registra-se ou então, fazendo parte do grupo para está por dentro de como anda a REDE BICHO no seu trabalho de não deixar, na medida do possível, um bicho sem assistência e uma vida digna.
Não deixe de participar. Conto com todos vocês!





