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Economista.
A Célula Mãe, como diz, é uma célula no sentido de dar a vida às condições de sobrevivência aos animais encontrados pelas ruas. Seu trabalho é condicionado a cuidar desses animais, lhe proporcionando um viver digno, evitando que sejam vítimas de maus tratos.
Quem conhece a Célula Mãe, pode testemunhar o quanto ela é importante em cuidar dessas pobres criaturas. Sempre buscando acabar com os índices, cada vez mais crescente, na questão dos animais abandonados na rua.
Tive conhecimento da entidade através das suas ações feita também pela internet (site), onde mostra sua inesgotável disposição e garra em procurar abranger um número cada vez maior de animais sob sua guarda. É um trabalho merecedor de todas as honras.
Seguidores, leitores e visitantes tenham o prazer de ler a entrevista da Célula Mãe em nosso blog. Aproveite para conhecê-la melhor...
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Como surgiu a Célula Mãe?
Através de um grupo de pessoas sensíveis à problemática dos animais (abandono e maus-tratos) que resolveram desenvolver ações preventivas nas comunidades com campanhas de esterilização e guarda responsável. Foi criada em 2004 e registrada em 2006.
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Como acontece o trabalho da Célula Mãe?
A entidade que hoje conta com o apoio da Secretaria Estadual de Saúde SESAB-BA realiza o trabalho diretamente na comunidade carente (bairros como Cajazeiras, Ribeira, Itinga, São Cristóvão, Águas Claras, Centro Histórico, dentre outros), cadastrando os animais e recolhendo-os para esterilização. Os animais não domiciliados ou aqueles pertencentes à pessoas sem condições de fazerem pós-operatório ficam no canil da entidade, sendo depois devolvidos após a cicatrização.
A ONG também conta com um serviço de som (carro de som) e distribuição de panfletos, onde, na sua unidade móvel divulga a guarda responsável e orienta a população.
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Pode-se dizer que a Célula Mãe é referencia para aqueles que pensam em defender a causa dos animais?
Sim, a ONG é referência em controle humanitário da população de cães e gatos e em ações de defesa animal. Em menor escala, também impetramos ações contra-maus-tratos.
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Qual o cenário hoje dos animais abandonados na rua? E qual é o motivo para tantos animais desprezados?
Apesar dos esforços das entidades e dos protetores locais, a situação dos animais ainda é precária, apesar de ter melhorado muito nos últimos anos. Temos percebido que cada vez mais pessoas tomam a iniciativa de cuidarem dos animais no seu bairro, mas ainda falta estrutura necessária para esta assistência como um hospital público para atendimento a animais indigentes e/ou carentes, campanhas maciças de esclarecimento e guarda responsável, etc.
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Qual seria a solução mais próxima para esse problema?
A conscientização da população quanto às Lei de Proteção Animal, punição eficaz em caso de abandono e maus-tratos, ampliação dos Programas de esterilização em massa, educação humanitária nas escolas e disponibilização de uma estrutura pública para assistência aos animais carentes.
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A Célula Mãe também é vítima das dificuldades, mas qual seria a maior delas?
A falta de voluntários comprometidos e falta de recursos.
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Sabemos que ainda é pouca a conscientização das pessoas em relação aos trabalhos desenvolvidos em prol da retirada dos animais de rua. Isso acontece por quê?
Acredito que devido a falha no sistema educacional que não difunde valores humanitários. O abandono dos animais é reflexo da falta de bons valores na sociedade.
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Vocês recebem alguma ajuda do Poder Público ou conta somente com as contribuições das pessoas sensibilizadas pela causa animal?
Sim, contamos com a ajuda de poucos associados e, pela primeira vez na história da saúde pública baiana uma entidade de proteção animal recebeu recursos públicos para desenvolvimento de trabalhos relacionados ao bem estar dos animais e controle humanitário de zoonoses.
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De que forma podemos contribuir com a Célula Mãe?
Através de doações na conta bancária (Banco do Brasil, Agência 2798-7 C. corrente nº. 29494-2) para manutenção do veículo e do canil, ração, material de limpeza, material hospitalar (seringa, esparadrapo, fio mononylon, etc.), medicamentos (antibióticos e anti-inflamatórios, etc.)
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Como o Poder Público pode ajudar?
Mantendo e ampliando o Programa de Controle Humanitário da População de Cães e Gatos.
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Vocês acreditam que a questão dos animais abandonados está esquecida pelos políticos e suas leis? Como a sociedade pode pressionar? Essa pressão se resume somente no voto em época de eleição?
Não apenas no voto, mas é necessário que as pessoas votem em quem realmente tem a questão dos animais como um dos projetos. Além disto, existe um Projeto de Lei Estadual de Bem Estar Animal apresentado à Assembléia Legislativa que está em tramitação desde 2007. É necessário que a sociedade e as entidades cobrem a aprovação urgente desta Lei.
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Vocês divulgam a necessidade da “posse responsável” e da esterilização como ações a serem adotadas no controle populacional dos animais. Saberia dizer por que a sociedade ainda não assimilou essa prática?
Talvez precisemos difundir mais a esterilização e guarda responsável com uma forma eficaz para se diminuir a quantidade de cães e gatos abandonados nas ruas, porem o espaço na mídia ainda é limitado. Hoje temos cerca de 89.000 animais em situação de abandono.
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Em relação à vacinação que foi suspensa pelo Ministério da Saúde, com ficou Salvador nessa questão?
Salvador suspendeu a vacinação temporariamente por precaução, apesar de não terem sido registrados casos de óbito já que segundo a DIVEP-BA (Divisão de Vigilância Epidemiológica da Bahia) a marca e o lote de vacinas usados na campanha baiana são diferentes dos usados nos outros estados.
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Falando em parcerias, a Célula Mãe está bem servida ou ainda existe alguma dificuldade?
Sim, existe uma deficiência grande de parceiros. As empresas e clinicas não têm uma visão social do segmento veterinário e de como estas ações poderiam beneficiar as marcas deles. A falta de parcerias é um problema crônico na Bahia, ao contrario do que acontece em Rio e São Paulo.
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Não vejo nenhuma movimentação conjunta em os grupos de adoção de animais, cada um faz a sua parte. Qual motivo desse afastamento? Não seria mais fácil se fosse “unidos venceremos!” ?
Com certeza, mas existe a “vaidade” daqueles que pensam em fazer as coisas “do seu jeito”. Desta forma, ao invés de pessoas estarem se unindo às entidades já existentes, surgem, cada vez mais, grupos e entidades menores que dispersam e minimizam o trabalho. A Célula tem lutado para aglutinar protetores e estabelecer parcerias com as demais entidades.
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O que depende para as entidades, ONGS e casas de adoção entre outras sejam um grupo realmente forte?
Da união, em primeiro lugar.
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Quais são as próximas ações da célula Mãe?
Concluímos a construção de uma nova unidade (10 canis e 8 gatis) e a locação de uma sede administrativa. Desta forma teremos um local mais adequado para a execução do Plano de Trabalho firmado com a Secretaria de Saúde ou seja, para a realização do pós-cirurgico e para administração do nosso trabalho. O próximo passo será a aquisição definitiva do imóvel e a construção do nosso Centro Cirúrgico.
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As feirinhas ajudam na adoção de animais? Como vocês avaliam o papel delas?
As feirinhas são muito importantes para a diminuição do número de animais em situação de abandono pois estimulam a adoção, além de serem uma oportunidade de confraternização entre pretores e ONGS.
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Conforme pesquisa, os gatos estão passando a frente no gosto popular em relação aos cachorros. Nas feirinhas dá pra confirmar tal realidade ou os cães ainda são os mais procurados?
Os cães ainda são mais procurados, especialmente os filhotes. Entretanto, os gatos têm tido um aumento contínuo na procura por adoções
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Seu recado para aqueles que desejam abraçar a causa animal é...
Vista a camisa! É MUITO GRATIFICANTE SE DEDICAR AOS NOSSOS IRMAÕZINHOS


Esta seção "CÉUS DOS CÃES" foi dedicado como o nome diz, aos cães. Mas hoje vamos abrir o espaço para os gatos. Hoje o Céus dos Cães é dedicado a gatinha Formiga da nossa colunista Carol Liôa, que assim como eu, sofreu e acredito está sofrendo bastante a perda do seu bichinho de estimação.
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A dupla (Cârol e a gatinha Forniga) num foto conceitual. Pois o gato por natureza é super carinho e gosta de descobrir coisas. São curiosos...
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Gostaria de ser solidário na dor e dizer que em nós jamais vai descolorir as boas lembranças deixadas por eles, nossos queridos e amados companheiros. Sei que você terá afeição por outra, será inevitável do jeito que você gosta de gatos, mas sei que Formiga ficará eternamente viva na memória! Como já disse Belchior: "Na parede da memória, esta lembrança é o quadro que dói mais... (por enquanto, pois sei que logo vai se tornar uma recordação boa de sentir. Acredite, mesmo causando ainda aquela dor...)
A Seguir o texto que ela fez pra demostrar todo seu sentimento afetivo diante da perda da gatinha companheira de longos anos.
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MEU BIXANO DE LUTO
É com muito pesar, que venho avisar as amigateiras e amigateiros que a Formiga nos deixou nessa madrugada de sexta para sabado!A dor que a falta dela esta fazendo, esata se tornando insuportável!A casa anda tão triste....Sexta a meia noite, nos saimos, e quando saimos a Formiga estava bem... brincando...ao retornarmos as 3:30, o inesperável...Ela estava tão ruinzinha... corremos para o veterinário, só que em vez de irmos ao q ja conheciamos, fomos em outro... o veterinário tentou de todas as formas encontrar a veia dela, ela precisava se hidratar, ñ sabiamos o que ela tinha, e o veterinário desconfiava de alimento estragado ou envenenamento.Mas o probelma, é que a Formiga só come ração, e todos comem a mesma ração, esó ela ficou assim, e quanto ao envenenamento, moramos no 2º andar de um prédio, muito dificil alguem jogar veneno lá em casa, mas claro que gente ruim existe para tudo. Mas tb tem a questão q ela só como ração, e o veneno provavelmente seria em carne... a dúvida prevalece ate agora... o que aconteceu com a Formiga...Nesse veterinário, ele administrou os remédios, e ñ conseguiu encontrar a veia dela, meu desespero aumentava, ele furou tanto as patinhas dela, furou a jugular, a barriguinha.... ñ aguentei e fomos para a outra clinica que conheciamos e deviamos ter ido direto...Chegandolá, a veterinária tb tentou pegar a veia dela, e nada... ela foi para a incubadora... tentaram fazer a pressão dela subir, para as veias dilatarem... ela tava fria... respirava devagar...Resolvemenos ir embora para ver os outros gatos, pois saimos com tanta pressa q ñ vimos se era só ela q estava ruim.... antes de ir embora a medica perguntou se eu queria vê-la... e me levou para a incubadora... chegando lá ela abriu para eu pegar nela... ela tava jogada... acabada... praticamente desmaiada... quando peguei nela... ela levantou a cabecinha e me encarou.... aqueles olhinhos...a boquinha... disse que a amava, e voltava para busca-la mais tarde...Mais tarde meu celular tocou...Mais tarde eu chorei durante 3 horas seguidas...Mais tarde... a casa tava vazia...Mais tarde....Se eu soubesse que seria a ultima vez...eu teria deixado vc entrar no banheiro e ficado lá o tempo que quisesse...Se eu soubesse que era a ultima vez eu teri apegado suas tampinhas de baixo da geladeira...Se eu soubesse que era a ultima vez... teria gritado que te amava... A dor é insuportável...Mião anda pela casa... eprocura quem ele nunca mais vai ver...Skol cuidados bebes, e espera a Formiga chegar...Os bebes procurama mamãe... que nunca mais virá...Porque?Alguem sabe porque?Porque doi tanto...Porque vc se foi...Porque vc nos deixou...Se eu pudesse te traria de volta....Se eu pudesse trocava de lugar com vc....
não sei pq vc se foi...
quantas saudades eu senti....
e de tristeza vou viver
e aquele adeus...ñ pude dar...
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por Carol Liôa
Meus seguidores e visitantes queridos,
A dica da internet vem de uma situação que às vezes deixa a gente terrivelmente preocupado, quando se trata de salvar a vida de alguém, através de uma pessoa que seja um doador e possa pôr a salvo quem precisa de uma transfusão de sangue.
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Nesse domingo, passeando pela internet, ao visitar o site do “Turismo 4 patas” descobri um serviço para animais interessante: Doação de sangue para cães e gatos. O serviço por enquanto funciona na cidade de São Paulo e tem algumas restrições, assim como acontece também com as doações para pessoas, que dependem com urgência de um doador.
Pela necessidade e importância do serviço, seria bem-vindo se essa iniciativa chegasse a outros estados e cidades. Acredito que iria tirar muitos donos de cães e gatos do sufoco.
Dou início aqui no nosso blog a campanha para que se tenha um departamento de doação de sangue para os animais (a principio de cães e gatos, mas poderia se estender para os outros animais) a ser implantado nas faculdades de medicina veterinária federal ou pública de cada cidade do país. São Paulo já viabilizou o projeto e mostrou para todo Brasil que é possível quando se tem boa vontade e iniciativa de ajudar os animais, que assim como a gente, da mesma forma, dependem de animais doadores de sangue.
A seguir a reportagem completa do site do Turismo 4 patas:
CÃES E GATOS TAMBÉM DOAM SANGUE: ESTOQUE NEM SEMPRE É FARTO EM SP
Cães e gatos vítimas de atropelamento, intoxicação e câncer têm na transfusão de sangue uma esperança para sobreviver em São Paulo. O problema é que esse tipo de doação ainda não se tornou uma prática entre os donos dos animais, o que significa nem sempre ter sangue disponível quando um bicho precisa. A dificuldade também é maior porque os cães têm 13 tipos diferentes de sangue, sendo seis os tipos com mais demanda. Isso significa que, quanto maior a variação, maior é a dificuldade de encontrar um doador compatível. O mesmo, no entanto, não acontece com os gatos porque eles têm apenas três tipos.
Mas o veterinário Márcio Moreira, coordenador do banco de sangue do hospital veterinário da Universidade Anhembi Morumbi, na Zona Sul, é otimista e acredita que, quanto mais o dono se preocupa com a saúde de seu mascote, mais ele poderá ajudar a salvar outros animais.
Moreira conta que, há três anos, o número de doadores cadastrados não chegava a 15. Atualmente, ele possui mais de 180 cães e gatos catalogados, ou seja, que já doaram sangue ao menos uma vez e que sempre voltam para abastecer o banco. Quanto mais doadores, maior a variedade de sangue estocado e mais animais podem ser salvos.
Muito do aumento no número de doadores, conta Moreira, é graças aos donos - que estão se informando mais sobre a saúde dos seus cães - e ao avanço tecnológico na área da medicina veterinária. “Antes, quando um animal precisava de sangue, a gente dizia ao dono: ‘Você conhece alguém que tenha um cachorro grande que possa doar?’”, lembra ele, mostrando que o processo era imediato: saía de um bicho e ia para o outro.
Agora, conta o veterinário, a tecnologia permite transformar uma bolsa de sangue em outras três: uma com concentrado de hemácias, outra com concentrado de plaquetas e, por último, a com plasma. O tempo de estocagem e conservação desse material também aumentou e pode variar de 21 dias a um ano.
O labrador Francesco, de 3 anos, é um dos animais cadastrados no banco. Segundo a dona dele, a webdesigner Marina Corrêa, o cachorro é doador desde que completou 1 ano de vida. “Ele já deve ter doado umas dez vezes. O Francesco já doou para cachorros com câncer e com a doença do carrapato”, lista a dona.
Marina levou Francesco para doar pela primeira vez por iniciativa de uma amiga, que tinha dois cachorros doadores. Hoje, a webdesigner virou ativista da causa e comanda a comunidade no Orkut “Eu sou cachorro, doo sangue”, com quase 900 membros.
Quem também leva seu mascote para doar sangue é a adestradora e consultora em comportamento animal Iracema Gil, dona do golden retriever Billy. Para ela, a atitude é um gesto de solidariedade. “Acredito que doar é dar mais uma chance de vida a um animal. Hoje, o Billy está doando, mas amanhã pode ser ele que esteja precisando”, justifica.
Como doar:
Donos de cães e gatos que se sensibilizaram com o gesto das donas de Francesco e de Billy precisam saber que, assim como os humanos, cães e gatos precisam preencher alguns pré-requisitos para poder doar sangue.
Para os cães, a primeira exigência é ter um temperamento dócil, conta o veterinário Moreira. “A gente não seda o animal, ele fica consciente o tempo todo, mas precisa ficar quieto”, diz. O cachorro deve ter entre 1 e 8 anos, estar com 27 kg ou mais, ser vacinado e vermifugado, estar sadio e não estar prenhe.
Os critérios para ser doador são praticamente os mesmos para os gatos, só o peso que muda: o animal deve ter no mínimo 4,5 kg. Os felinos, no entanto, precisam ser sedados, pois dificilmente ficam parados por conta própria.
Tanto o veterinário Moreira como as donas de Francesco e de Billy são enfáticos ao dizer que os animais não sofrem durante a doação de sangue. “O Francesco fica quietinho o tempo todo. Se ele não gostasse ou doesse, ele não ia ficar parado nem deixar as pessoas mexerem nele durante a doação”, afirma Marina.
“Não vou dizer que é divertido porque não deve ser legal ficar parado por muito tempo. Mas sei que, se o Billy não quisesse, ele não deixaria fazer nada com ele”, argumenta Iracena.
Muitos donos podem ainda estar se perguntando se o sangue retirado pode fazer falta ao animal. O coordenador do banco de sangue diz que não. Segundo Moreira, um cão leva 21 dias para repor o sangue retirado e a doação só pode ser repetida a cada dois meses.
“Nós retiramos 20 ml de sangue por quilo do animal. Para encher uma bolsa são necessários entre 400 ml e 450 ml, mas a gente nunca tira tudo o que um cão ou gato pode doar”, afirma.
Iracema e Marina contam que levar seus cães para doar sangue significa manter a saúde deles sob controle. Isso porque, antes de cada doação, o animal é submetido a uma bateria de exames clínicos que, segundo o veterinário Moreira, irá verificar se o bicho tem alguma doença. “Já aconteceu de detectarmos uma doença no início graças ao check up feito antes da doação”, conta.
Monitorar a saúde do pet facilita a vida do dono, mas o gesto de solidariedade tranqüiliza principalmente quem tem algum animal doente. É o caso da veterinária Tatiane Giovani, de 23 anos, dona do cocker spainel Willy, de 8 anos. “Ele tem insuficiência renal crônica e estava em crise”, conta. Em situações como essa, diz Tatiane, Willy precisa da transfusão com urgência para ter melhor qualidade de vida.
Esta foi a segunda vez que o cocker spainel foi submetido a uma transfusão de sangue. A primeira foi logo quando ele teve a doença detectada, em setembro do ano passado. “Na primeira vez, ele tava muito mal, fez a transfusão e melhorou muito”, relembra Tatiane.
Cuidados:
Mas não é porque a doação de sangue vem com um check up que dá para sair oferecendo a veia do seu cachorro por aí. A veterinária Simone Otoline, assessora técnica do Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo, afirma que é preciso procurar um hospital ou laboratório de confiança.
Simone orienta que, se for levar o animal para doar, é bom conhecer o local e o veterinário responsável pelo local com antecedência. “Um animal não adoece por fazer a doação, a menos que o procedimento seja feito de forma incorreta”.
E ATENÇÃO:
Nossos “amigos de 4 patas” doentes precisam de nós, o Banco de Sangue do Hospital Veterinário da Universidade Anhembi Morumbi está zerado.
Quem puder doar, entre em contato com o hospital pelo telefone: (11) 2790-4693 - falar com Dra. Carol ou Dra. Priscila.
Quem tiver algum animal que não possa ser doador, ajude a divulgar!
Lembrando que para doar é preciso:
• Pesar no mínimo 27 kg;
• Ter entre 1 e 8 anos;
• Ser de temperamento dócil;
• Estar com vacinação e vermifugação em dia;
• Controle de carrapatos e pulgas;
• Estar sadio;
• Não estar prenhe.
São realizados, previamente, exames para detecção de doenças que podem estar presentes sem sintomas. Dentre os exames, realiza-se: hemograma, testes para detecção de erliquiose, dirfilariose, Lyme, leishmaniose e brucelose.
Então além de salvar vidas, o cão doador estará também fazendo um check up periódico gratuito, detectando possíveis doenças antes delas se manifestarem. Isso é muito bom!
A doação de sangue, assim como no ser humano, é um procedimento seguro não trazendo nenhum risco ao doador, podendo ser realizado bimestralmente.
A maioria das pessoas só toma consciência da importância desse ato de amor quando o seu próprio animal precisa. Não espere por isso!!
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Fonte: Turismo 4 patas
Histórico de Mimosa - chegou ao abrigo sem um do olhos e acabou perdendo a outra visão em virtude de doença infecciosa. Mimosa foi resgatada pela equipe da ABPA - Associação Brasileira Protetora dos Animais - e hoje é cuidada com muito amor pela equipe de voluntários e por Dr. Paulo Oliveira (oftalmologista).
Amigos da rede,
Esse cãozinho, que está sendo chamado de Wilson,
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A SITUAÇÃO: estava no canteiro central da Paralela no último sábado a noite, em frente à estação de Mussurunga, e acabou sendo atropelado.
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O veterinário de meus gatos, Ronaldo Lapa, passava no local quando ouviu uma freada de outro carro, que acabou levando o cãozinho a se jogar na frente do carro dele. Ele parou o carro, foi ver o cãozinho que estava deitado na calçada e graças a Deus, depois de uma avaliação veterinária no local, Ronaldo constatou que ele só teve pequenas escoriações. Com pena de deixá-lo ali, para ser atropelado novamente, Ronaldo levou-o para sua casa, onde não pode ficar porque ele tem outros cães e o local é pequeno.
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Wilson tem cerca de 7 meses, é hiper carinhoso e meigo (estive lá para conhecer o cãozinho), tem um chumaço de pelo branco no peito, está vermifugado e vacinado e encontra-se para adoção.
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Quem vir a adotá-lo pode optar por levá-lo já castrado. Me ajudem a arranjar um lar para Wilson, por favor. Confiram a foto que fiz dele, que é encantador.
Contatos de Ronaldo:
Celular (71) 9121-7492
email c-lapa@ig.com.br
Muito grata,
Ana Lucia Andrade
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Pedido enviado para nosso email