Você sente frio no inverno? Pois é, seu cachorrinho também sente.
Como você pode protegê-lo? Fácil. Se ele for criado dentro de casa, arranje um local aquecido, longe de janelas e portas. Faça-o dormir sempre na caminha dele ou em panos, sempre o deixe coberto (se ele permitir, pois tem alguns que são rebeldes e tiram a coberta para deitar em cima..rsrs).
Mas se cria no quintal, deixe –o dentro do canil ou da casinha dele com panos, água e comida. Assim seu cachorro ficará aquecido e protegido do frio.
Se você morar em local onde faça muito frio, muita chuva e até ocorram geadas, pode colocar roupinhas nessa época do ano, mas tem um detalhe: em cachorro de pêlo curto pode ser usada sempre, mas se o cachorro tiver pêlo comprido, coloque só para sair, por períodos curtos, pois o pêlo embaraça, dá nós e ficará complicado desembaraçar.
Tome cuidado também com a alimentação e a água do seu cachorro, para evitar que ele adoeça, tendo problemas respiratórios.
PS: Gatos não gostam de roupinhas, ficam irritados, então os protejam de outras formas.
Com base nesses exemplos, esperamos muitas mudanças.
Isaleão
www.titamello.blogspot.com/

VOCÊ SENTE FRIO ?
NOTÍCIAS NOVAS DE SULTÃO 5
Sultão está bem, dentro do possivel. Não tenho como ir diariamente vê-lo pois como disse, ele está acolhido no CIA e justamente ante ontem, nasceu meu netinho, Francisco (desconfio que com esse nome, tbm será um protetor)e preciso estar mto presente nesse momento junto a minha filha. Ligo todos os dias e procuro saber todos os detalhes. Está se alimentando direito e levanta com as 03 patinhas pra fazer suas necessidades. É mto educado. não faz nada em cima do seu colchão. É tbm mto esperto. Tive o maior trabalho de forrar com plastico o colchãozinho caixa de ovo e ele detestou, acho que pq o plastico esquenta, então retiramos o plástico, desde qdo ele não suja nada, e ele agora está satisfeito usando o colchão sem plástico.Insiste apenas em lamber o ramédio do ferimento de sua pata, justamente da que não tem sensibilidade. Talvez tenhamos que usar o colar elizabetano.Estou aguardando Dr. Matheus combinar horário segunda feira para trazê-lo pra nova avaliação e exames de sangue.Vamos ver se nessa consulta já será possivel marcar data pra primeira cirurgia. Aproveito pra agradeçer mais uma vez o carinho, o apoio, e as colaborações de todos vcs.Segue demonstrativo das despezas até hoje.Como não tenho como escanear, segue apenas o demonstrativo mas tenho comigo todas as notas fiscais. RX e Ultrasson (cortesia da uma protetora) a quem mais uma vez agradeço.
Banho...R$ 30,00
Frontline...R$ 120,00
Mordaça...R$ 12,00
Meloxivet(caixa)...R$ 25,00
Dorless...R$ 33,00
Internação na Diagnovet (07 dias)...R$ 315,00
Exames de sangue ... R$ 25,00
Meloxivet(retalho)... R$ 12,00
Zelotril ...R$ 15,00
Kuraderm...R$ 28,00
Pratinho...R$ 5,50
Ração Golden (necessária para animal desnutrido)...R$ 120,00
Acolhimento no CIA...R$ 100,00
Combustível...R$ 100,00
TOTAL(até o momento)...R$ 940,50
NOTÍCIAS NOVAS DE SULTÃO 4
Queridos amigos e parceiros,
SULTÃO, foi retirado da Diagnovet ontem e transferido para o Cia, após passar por nova avaliação com o Dr. Matheus.
Nosso meninão continua precisando de mtos cuidados pois segundo resultado dos exames de sangue além da suspeita de uma virose ele está anemico e desnutrido.
Foi medicado, e para nossa surpresa, qdo colocado em pé, mesmo sendo seguro pela barriga, conseguui colocar a patinha direita no chão ( justamente a que apresentava reflexos).
Vocês não imaginam minha emoção ao presenciar tão pequena evolução mas ao mesmo tempo tão importante. É sinal que nosso menino é guerreiro e quer ficar bom apesar de tantas complicações.
A patinha esquerda (que não apresentava reação) continua na mesma, mas não está mais inchada, o que tbm é mto bom. Já apresenta uma escara que estamos cuidando.
Na próxima quinta feira, deverá ser avaliado novamente e faremos novo exame de sangue. Por conta do seu estado geral comprei uma ração de primeira qualidade pra ver se assim ele se recupera mais rápido. Vai precisar estar bem de saude pra enfrentar as cirugias que virão pela frente.
A pessoa que se prontificou a cuidar provisoriamente de SULTÃO, é funcionário do lar temporário de Constança, onde ficam nossos animais no Cia.
O bom é que além de ser uma pessoa mto amorosa, deu pra perceber como olhou e tratou Sultão qdo chegamos, é tbm uma pessoa com prática no cuidado com animais.
Sabemos que SULTÃO precisa ser manipulado com mto cuidado devido as fraturas todas que ganhou de presente qdo atropelado.
Improvisei um colchonete pra ele com um colchão casca de ovo que tinha em casa, forrando com plastico, o que lhe dará um pouco mais de conforto, evitando tbm que se formem as escaras devido ao tempo que necessitará ficar com os movimentos reduzidos, lembrando que além disso é um cão grande e pesado. Está pesando 21 kg nosso meninão.
Durante todo o trajeto não deu um gemido sequer. Sua carinha continua assustada diante de tantas mudanças e a cada hora vendo pessoas diferentes ao seu redor.
Isso me leva a pensar o qto esses seres precisam de nós e o qto estão nas nossas mãos seja para o bem ou para o mal. Suas vidas totalmente entregues a quem os acolha ou os maltrate.
Ainda bem que nós fazemos parte da primeira opção.
A parte não tão boa, é que o acesso a casa onde foi acolhido é mto dificil, com uma ladeira horrivel, que quase o carro não sobia na volta, sem contar que nos perdemos, já a noite, (eu e Heloisa) tbm protetora que se prontificou a me acompanhar e a quem agradeço a solidariedade.
Mas tudo isso vale a pena, desde qdo esteja acolhido com cuidado e carinho por Fabio e sua família, a quem também não tenho como agradeçer tanta generosidade.
Aproveito pra agradeçer também a Constança, pra quem liguei desesperada procurando uma vaga no lar temporário que infelizmente estava lotado.
Ela quem teve a ideia de falar com Fabio que de imediato aceitou cuidar do SULTÃO.
A vcs. amigos queridos, que desde o resgate do SULTÃO veêm me acompanhando, colaborando de formas diversos, me incentivando a continuar, agradeço sempre e sempre.
Por isso todos os dias qdo oro, entrego todos vcs a proteção do nosso melhor e maior protetor.
Muita PAZ E LUZ.
Abraço grande,
Ruth
MATÉRIA DA TRIBUNA DA BAHIA - SULTÃO
A matéria saiu no jornal baiano, a TRIBUNA DA BAHIA, onde a protetora Ruth Nunes deu uma entrevista, sobre a situação de Salvador ter 100 mil animais abandonados nas ruas da cidade.
Na ocasião, foi citado o caso de "Sultão" como exemplo do descaso por uma situação que merece toda atenção do Poder Público.
Peço perdão a todos pela demora da postagem, mas "sultão" está tomando muito tempo da gente para recuperá-lo. Lembro ainda que as doações devem continuar, pois seu caminho ainda é longo... A seguir a matéria na íntegra:
TRIBUNA DA BAHIA: Editorial Cidade
Salvador tem 100 mil animais nas ruas
Reportagem: Roberta Cerqueira
Cães e gatos abandonados, feridos e muitas vezes à beira da morte nas ruas da capital baiana fazem parte da rotina dos soteropolitanos, porém a cena não deixa de sensibilizar quem vive na cidade e luta em favor dos animais. Organizações não-governamentais calculam que existam mais de 100 mil animais nas ruas de Salvador e outras centenas em abrigos superlotados.
Membro da União de Proteção Animal de Salvador (Upas), Ruth Nunes atendeu ao pedido de uma amiga e recolheu um pastor alemão que havia acabado de sofrer um atropelo. Batizado de “Sultão”, o animal não se mexe da cintura para baixo, tem inflamação nos olhos e não responde a estímulos nas patas traseiras. Suspeita-se de lesão na coluna.
A entidade da qual ela faz parte não tem condições de abrigar animais. Eles são encaminhados para clínicas veterinárias parceiras da instituição, onde são vacinados, vermifugados e em seguida levados para abrigos temporários, onde permanecem até que alguém aceite adotá-los.
“Esse é um caso muito delicado, pois o animal necessita de exames de raios-X, ultrassonografia abdominal, para investigar a extensão do comprometimento dos órgãos internos, como bacia, coluna e medula e provavelmente vai precisar de uma cirurgia e nós não temos condições de custear tudo isso”, conta ela, que solicita doações para ajudar o animal. Cada raio-x custa, em média, R$ 80 e a ultrassom, R$ 120.
Casos como o de “Sultão” são mais comuns do que parecem, segundo a advogada Petruska Barreiro, diretora-presidente da Associação Brasileira de Proteção Animal (ABPA) seção Bahia.
Com capacidade para 350 animais – sendo 250 cães e 100 gatos – o Abrigo São Francisco de Assis, administrado pela ABPA, tem hoje mais de 500 animais (331 cães e 180 gatos), a maioria vítima de maustratos, abandono e atropelo. “Não temos mais espaço para abrigar nenhum animal. Mesmo assim, eu recebo todos os dias mais de 30 ligações de pessoas que querem se desfazer dos seus bichos ou denunciar alguma situação de mautrato”, conta.
Através de um convênio com a prefeitura de Salvador, a ABPA castra entre 80 e 100 animais por mês. As demais despesas são pagas através de doações dos associados da entidade. “Nós gostaríamos, mas não temos condições de atender a todos, pois não dispomos de verba para tanto”, lembra.
ZOONOZES - De acordo com Marcelo Medrado, subcoordenador do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), a prefeitura realiza atualmente cerca de 250 castrações por mês, porém os animais devem ser acompanhados por uma pessoa que se responsabilize pelo pós-operatório.
“Os machos levam cerca de sete dias para se recuperar e as fêmeas, 15 dias. Ambos demandam cuidados especiais nesse período. Não temos como nos responsabilizar por isso”, explica.
A ausência de uma legislação que obrigue o poder público a dar maior atenção a esses animais, segundo ele, dificulta a captação de verbas destinadas para esse fim. “O que podemos fazer é a castração, para evitar que mais animais caiam nas ruas e sofram”, diz.
Medrado reforça que uma cadela tem, em média, dois cios por ano e pode gerar até 24 filhotes nesse período, enquanto os gatos têm até quatro cios e chegam a gerar 30 filhotes, porém, nas ruas, apenas 10% desses sobrevivem.
“Nós fazemos um trabalho de conscientização de guarda responsável, para que as pessoas entendam a importância de cuidar de um animal, mas muita gente pega o animal para criar e depois acaba desistindo, porque acha trabalhoso ou vai mudar de cidade e larga o bicho na rua”, diz.
Para a advogada Ana Rita Tavares, voluntária da ONG Terra Verde Viva, o número de animais castrados pela prefeitura não corresponde nem a 10% da necessidade da capital. “Temos mais de 100 mil animais nas ruas de Salvador, 250 animais castrados a cada mês é o mesmo que uma gota no oceano, sem contar que a maioria que precisa de castração é de comunidades pobres de Salvador, animais de pessoas que mal têm dinheiro para comer. Como vão levar um cão até uma clínica na Pituba?”, questiona.
CASTRAÇÃO - A criação de um centro de castração é o caminho para solucionar o problema, segundo Tavares. “O que vemos nas ruas de Salvador é um desrespeito ao meio ambiente, à saúde humana e ao ser humano, que também sofre com o sofrimento desses pobres animais”, denuncia ela.
Conforme um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre prefeitura de Salvador e Ministério Público, a gestão municipal deveria, além de promover a castração em massa e a educação para a guarda responsável, identificar animais de rua e domiciliares com microchips, entre outros itens de um total de 32 previstos no TAC.
Com apoio do Governo do Estado, a Célula Mãe chega a castrar 350 animais, por mês. “Se não fosse essa verba, conseguiríamos, com muito custo, fazer cerca de 100 cirurgias ao mês”, lembra Ivana Moura, que faz parte da comissão administrativa da entidade sem fins lucrativos.
A instituição dispõe de um espaço para abrigar apenas 20 animais recém-operados o que dificulta a realização de mais procedimentos. “A demanda é tão grande que acabamos levando algum animal para nossas casas”, conta.
NOTÍCIAS NOVAS DE SULTÃO 3

SAUDADES DE PUPI
NOTÍCIAS NOVAS DE SULTÃO 2
NOTÍCIAS DE SULTÃO

Atropelado nas imediações do Iguatemi - BAHIA
Com ajuda dessa amiga, que pediu ajuda a outra, conseguimos interná-lo em Dr. Fabricio.
É um pastor alemão jovem, e lindo!
Supõe-se tenha tido ruptura de bexiga, (urina mto sangue escuro) e provavelmente tem outros orgãos internos comprometidos.
Não se mexe da cintura pra baixo nem responde a estimulos nas patas traseiras. Suspeita-se de lesão na coluna. Tem também inflamação nos olhos. Por enquanto está sendo medicado com remédios para dor, antibioticos e ante inflamatórios mas não come nem comida de latinha ( talvez por causa das dores), que imagino devem ser muito fortes pois quando Luly (na mesma situação) teve lesão de medula precisava todar morfina diariamente.
Pra quem não sabe, contrariando todas as expectativas dos especialistas em coluna que operraram Luly (apenas para aliviar as dores mas afirmando que nunca mais andaria), após cirurgia e acumpultura, Luly voltou não só andar como corre.
Se alguém souber de outra clinica que tenha um custo menor por favor me avise para marcar e fazer nela. Também se alguém se dispuser a transpotá-lo pra fazer os exames, entre em contato, pois como disse estou sem conseguir dar conta de tantas coisas por fazer.
Nao vou aborreçer vocês enumerando tudo.
Meus telefones: (71) 8768-4308 / 9132-1448
Como por acaso estava com máquina fotográfico tenho fotos dele. Observem o detalhe das patas com estão. Um abraço confiante e o agradecimento de SULTÃO. por tudo que possamos fazer por ele. Ruth
CRONICA DO MÊS
A RESPONSABILIDADE É DE QUEM?
Nessa sexta-feira, precisei dar uma assistência – um atropelamento nas imediações do Shopping Iguatemi – ao animal de rua, que me fez deparar filosoficamente com a seguinte questão: A responsabilidade é de quem?
Tudo teve início quando recebi um telefone pedindo ajuda para retirar o cachorro da via pública. Não tenho dúvida que ele seria atropelado pela segunda vez e certamente morreria de uma forma muito desumana. Assim, tratei logo de agir para resolver o problema e o que eu pude fazer como protetor animal, na medida do possível, foi feito.
A minha responsabilidade foi arranjar uma clínica para os cuidados iniciais com o cão atropelado. Pois bem, mobilizei uma colega também protetora mais experiente nesses assuntos, e ela, não mediu esforços em providenciar um veterinário que pudesse examiná-lo e daí por diante, começasse realmente tirar o animal do sofrimento que se encontrava. Depois da consulta surgiu a necessidade de ser fazer uma radiografia – poderia está com a bacia e/ou a coluna quebrada (sem mobilidade nas patas detrás) e uma ultrassonografia, pois a bexiga estava comprometida e havia suspeita que também outros órgãos estariam afetados. Até aí estava tudo nos conformes da solução do problema, mas apareceu um pequeno dilema (ao precisar autorizar os procedimentos): A responsabilidade é de quem?
O primeiro questionamento foi: Por ser um animal de rua – esse triste rótulo descriminante, o coitado estaria sem um ser vivente que tomasse seus cuidados, ou seja, ninguém se responsabiliza por ele. O que conta é tirá-lo do meio do caminho, como se fosse um objeto qualquer, estando empatando a circulação das pessoas pela cidade. Ser de rua é não ser nada!
Depois, a responsabilidade pesa sobre quem? Quem se envolveu pelo sentimento humano e procura no primeiro momento, resolver – tirando o animal do sofrimento ou quem no segundo momento, prestou ajuda? Nesse caso, o pessoal (a ambulância da Trans-Salvador) que tirou o cão acidentado do local e levou pra clínica, é o grande responsável pelo atendimento médico, como defendeu meu colega que a princípio ligou pedindo ajuda, de uma forma equivocada.
Eu entendo como protetor, que quem procura ajudar ou se manifesta em providenciar de imediato tirar qualquer animal do sufoco é responsável sim! E esse colega (ou o pessoal que viu com ele) que me ligou – pra solucionar o atropelo do animal é quem deveria ser responsável pelo cão. Não custava nada autorizar, para agilizar no socorro e depois se via (como geralmente acontece no meio dos protetores) o pagamento por “vaquinha” das despesas. A vida do animal é importante, tanto quanto livrá-lo da morte.
Por mais argumentos que esse colega teve pra justificar a não obrigação sob as suas costas, não isenta da sua parcela de responsabilidade. Alias, somos todos responsáveis, ou melhor, sabemos exatamente da nossa porcentagem nessa ajuda coletiva. A dele por ter tido o primeiro contato e a gente que se mobilizou em salvar uma vida animal.
Outra coisa: Pelo fato de sermos protetores não significa que temos a missão de sermos eternos responsáveis por qualquer que seja o animal. O que diferencia de nós e os outros é justamente a questão do sentimento humano, do sentido caridoso e da imensa gratidão. Dentro do campo da psicologia, é a afetividade dentro das nossas relações com os indivíduos. Nesse caso, a que temos por um ser humano inocente e indefeso, como um simples animal de rua.
O que desejamos e esperamos dessa galera “protetora de verniz” é que deixem de fazer a coisa pela metade, numa atitude capenga e não repassem a responsabilidade total e absoluta para os protetores. Saibam: O título de protetor animal é dado quando você, num simples gesto, tipo: viu e sentiu, veio a providenciar livrar o animal de um destino ingrato seja ele qual for.
Mas vale uma pessoa sensibilizada e que não mede esforço, se responsabilizando sem pensar friamente, do que aquele que sinaliza o ocorrido, mas não quer envolvimento nenhum, entenda: Me refiro ao um envolvimento correto. Ou seja, quer leva a medalha pelo gesto sem suar a camisa. Assim é fácil ser protetor...
A seguir, na seção "CARTEIRO VIRTUAL" vem o pedido de ajuda do cachorro citado nesta crõnica. Aquele que froi atropelado nas imediações do shopping Iguatemi.