UMA EXPLICAÇÃO JURÍDICA


Porque o dever de dar igual consideração aos animais independe da avaliação de uma teoria moral específica - data: 03 de out. de 2011

(Esclarecimentos ao sr. Hélio Schwartsman a propósito de sua coluna "Animais têm direitos?" publicada em 29/09/2011 no site Folha.com)


Luciano Carlos Cunha[1]

Animais não humanos são explorados pelos humanos das mais diversas maneiras. Apenas para a produção de carne, laticínios e ovos, bilhões deles são confinados, torturados e mortos anualmente. Desde a década de 1970 vem acontecendo um amplo debate dentro da filosofia moral, sobre o estatuto moral dos animais. Temos justificativa para usar os animais? Deveríamos abolir tal uso ou apenas regulamentá-lo para que os animais sofram menos? Se prontamente reconheceríamos como moralmente hediondo fazer o mesmo com seres humanos, o que diferencia os dois casos? Adiante, explico o que significa exatamente o princípio da igual consideração e defendo que nenhum dos argumentos endereçados para se negar igual consideração aos animais realmente funciona. A conclusão é que, dentre outras coisas, temos o dever de abolir a escravidão animal, e não, meramente regulamentá-la.
Existem alguns erros comuns nas tentativas de se negar igual consideração aos animais. Um erro comum (presente não somente nas questões éticas envolvendo animais) é apelar às nossas intuições sobre o que faríamos em determinada situação, com vistas a negar a plausibilidade de uma teoria ética. Por exemplo, afirma-se comumente que uma determinada teoria moral é implausível porque implica em dar a membros de outras espécies a mesma consideração que damos a membro da nossa, ou que implica em dar a estranhos a mesma consideração que damos a nossos amigos e familiares. Contudo, são exatamente nossas intuições com relação a esses casos que essas teorias visam desafiar. Nossos sentimentos e intuições podem ser mero fruto de um preconceito cultural ou biológico. Para que o apelo a uma determinada intuição seja válido, alguém tem que endereçar um argumento que mostre que tal intuição não é um preconceito. Apelar à própria intuição para justificá-la é um argumento circular, pois é ela própria que está em questão. Imagine o quão ridículo seria alguém responder, para uma teoria que questiona o racismo, que ela é implausível porque não aceita o racismo. O mero apelo ao que faríamos em determinada situação não justifica tal decisão. O que está em jogo é o que deveríamos fazer (o que temos justificativa para fazer), e não, o que faríamos (descrição de um fato).
A maioria de nós hoje já reconhece que a raça é um critério irrelevante no que diz respeito ao dever de dar igual consideração a outro indivíduo. É possível que, no futuro, olhemos para nossas práticas atuais e as consideremos igualmente moralmente repulsivas e baseadas em critérios igualmente irrelevantes. É possível que não tenhamos justificativa para dar consideração diferente a membros de outras espécies, nem em dar prioridade a alguém, só por ser nosso amigo ou membro de nossa família. Especismo é o termo que se usa (em analogia com o racismo) para se referir à tendência de não se dar igual consideração a um indivíduo, com base em sua espécie biológica. A maioria dos humanos é especista. Por isso, fazem aos outros animais coisas que jamais fariam com seres humanos (matar para comer ou usar como modelo de testes, por exemplo). A seguir, defenderei que o especismo, assim como o racismo, não pode ser justificado racionalmente. Todos os argumentos que defendem o especismo apelam, ou a intuições que são, elas mesmas, frutos do mesmo preconceito irracional; ou são incoerentes; ou ainda, se baseiam em critérios moralmente irrelevantes. Como resultado, a espécie biológica de um indivíduo é tão moralmente irrelevante quanto sua raça, no que diz respeito ao dever de dar igual consideração a seus interesses.
Outro dos erros comuns envolvidos na defesa do especismo, consiste em apontar algum problema com as teorias utilitarista e de direitos. A primeira é um tipo de teoria conseqüencialista; analisa a moralidade de uma decisão de acordo com o estado de coisas que ela produz. A segunda é um tipo de teoria deontológica; sustenta que determinadas decisões não podem ser justificadas, por melhores que sejam seus efeitos. Envolvido nesse erro está também a idéia de que o utilitarismo é o único tipo de teoria conseqüencialista e os direitos a única teoria deontológica. Embora o utilitarismo e os direitos, através do trabalho de filósofos como Peter Singer e Tom Regan, respectivamente, tenham sido pioneiras em questionar o estatuto moral vigente dos animais não humanos, elas não são as únicas teorias morais existentes, e nem são as únicas a partir das quais se reivindicou uma mudança radical na forma como consideramos os outros animais. Tal mudança foi defendida através de teorias como: igualitarismo consequencialista (Horta, Persson, Vallentyne), prioritarismo (Holtug), suficientialismo (Crisp), ética de virtudes (Rollin, Clark), neokantianismo (Pluhar), kantianismo (Franklin, Korsgaard) e contratualismo rawlsiano (Rowlands), por exemplo. Independentemente da teoria normativa que alguém adere, o que pretendo mostrar é que: (1) qualquer teoria moral minimamente plausível precisa aceitar a exigência formal de tratar casos relevantemente similares de maneira similar; (2) Tal exigência implica no princípio da igual consideração; (3) Tal princípio implica em rejeitar o especismo; (4) Tal rejeição implica, dentre outras coisas, em abolir o uso de animais. Assim, apontar um determinado problema com o utilitarismo, direitos ou qualquer outra teoria específica não torna o especismo justificável. A moralidade do especismo tem que ser discutida à parte.
Qualquer teoria moral pode ser avaliada racionalmente. Quando queremos descobrir qual a coisa certa a se fazer, não podemos descartar o papel da razão na ética. O apelo à razão é diferente do apelo a intuições. Não é possível, inteligivelmente, rejeitar por completo a razão. É plausível acusar de circularidade alguém que se baseia numa intuição para justificar a mesma intuição, ou; acusar de contradição alguém que dá um argumento (algo que é produto da razão) visando rejeitar por completo a razão. Contudo, não é inteligível, se alguém pretende rejeitar por completo a razão, acusar de contradição alguém que justifica a adesão à razão por um apelo a intuições ou acusar de circularidade alguém que tenta justificar a razão apelando à própria razão. Isso porque não contradição e não circularidade são duas regras da razão, e alguém não pode apelar inteligivelmente a elas se pretende descartar por completo a razão. Assim, não podemos escapar, com o nosso desejo, da condição de seres racionais. Somos capazes de raciocinar, então, estamos intimados a justificar nossas decisões.
Uma característica crucial da razão, como apontou o filósofo Thomas Nagel[2], é a generalidade. Quando perguntamos por justificativas, estamos em busca de um critério que sirva como uma razão não apenas para mim ou para minha sociedade, mas para qualquer um que estivesse a fazer as mesmas perguntas no meu lugar e tivesse o mínimo de clareza para pensar sobre a questão. A razão é aplicável às questões éticas? Se for, então a idéia de que "em ética tudo é muito relativo/subjetivo" é falsa. A seguir, tento mostrar, muito resumidamente, como é possível um raciocínio ético.
A generalidade das razões pode ser traduzida na exigência de tratar casos relevantemente similares de maneira similar. Tal exigência é composta, na verdade, por duas: coerência e relevância. A coerência aqui é entendida como estar-se comprometido a, uma vez tomada uma decisão em um caso com base em um critério, tomar a mesma decisão diante de outros casos que se enquadram no escopo do critério oferecido no primeiro caso. Se alguém afirma que a razão pela qual é correto matar animais não-humanos é eles não conseguirem entender o que são direitos e deveres, esse alguém está comprometido a dizer que, então, é correto matar humanos que não entendem o que são direitos e deveres (os bebês, as crianças pequenas, e uma parte dos adultos também). Não significa, contudo, que uma vez tendo coerência, a decisão está automaticamente justificada. É possível errar coerentemente, pois é possível que tenhamos escolhido um critério que não seja relevante e aplicá-lo de maneira coerente. Supondo que a pessoa do exemplo anterior mantenha que é correto matar todos aqueles que não sabem o que significam direitos e deveres (incluindo as crianças pequenas, etc.). Os dois casos são tratados de maneira coerente com o critério escolhido, mas isso não mostra que o critério escolhido está correto. Nós podemos ainda perguntar: "no que a vítima saber o significado de direitos e deveres tem a ver com o erro em matá-la?". Poderíamos responder, por exemplo, que o motivo mais óbvio que torna o ato de assassinar um mal é que isso impede a vítima de desfrutar experiências. Quando alguém jovem morre, geralmente lamentamos lembrando o tanto que ela tinha a desfrutar ainda, e não, que ela sabia o que eram direitos e deveres. O que acabei de fazer foi sugerir que a perda do desfrute é um critério relevante para se descobrir quais seres é um erro matar, enquanto que saber o que são direitos e deveres não é (talvez seja apenas para saber quais seres devem ser responsabilizados caso matem). Se alguém aceita que o critério do desfrute é relevante e que explica o erro em matar crianças humanas, está comprometido, por sua vez, a aceitar que, então, é errado matar outros animais não-humanos sencientes (a saber, seres capazes de ter experiências), já que também são capazes de desfrute. O que fiz foi apelar ao critério da relevância, argumentando que a idéia de que só é errado matar os seres que sabem o que são direitos e deveres reside numa confusão entre o critério para se descobrir quais seres temos dever de considerar com o critério para se descobrir quais seres têm o dever de considerá-los.
É possível que alguém defenda que o critério que elegi para explicar o erro em assassinar (perda do desfrute) é insuficiente, pois não leva em conta os casos onde o indivíduo possui uma preferência por continuar vivo apesar de não ter quase nenhum desfrute pela frente. Essa é uma crítica plausível. Mas, veja o que ela implica: não mostra que a perda do desfrute é um critério irrelevante; mostra apenas, se fizer sentido, que a perda do desfrute é um critério suficiente, mas não necessário, para existir erro em assassinar. É possível que discordemos tanto sobre se dois casos são ou não relevantemente similares, quanto sobre se o critério escolhido para julgar os casos é relevante ou não. Isso tudo é possível, e é aí que continua o raciocínio ético. Poderíamos continuar, por exemplo, reconhecendo que talvez o erro em assassinar se configure a partir de várias razões suficientes, e não apenas de uma, sendo a perda do desfrute uma razão possível e a preferência por continuar vivo outra. Diante de novos contra-exemplos poderíamos rejeitar ou aprimorar nossa definição do erro em matar e assim prosseguiria o raciocínio ético.
O que não é inteligível é rejeitar as exigências de coerência e relevância. Se alguém afirmar, por exemplo, que minha análise anterior estava errada, e que há uma diferença moralmente significativa entre animais não-humanos e crianças humanas, e pretender, com isso, demonstrar que o critério mesmo da coerência não é plausível, comete uma confusão. O máximo que alguém pode conseguir com isso é mostrar que minha análise estava errada; que fui incoerente (que os casos que pensei que eram relevantemente similares na verdade não são). Para se conseguir fazer isso, é preciso assumir a validade da exigência de coerência. Da mesma maneira, se alguém afirmar que o critério do desfrute futuro é um mau critério, e pretender com isso afirmar que a exigência mesma de relevância não tem importância, comete o mesmo erro. O máximo que poderia ser mostrado com tal crítica é que é possível que eu tenha escolhido um critério não muito relevante, não que a relevância não importa. Para isso, tem-se de assumir a exigência de relevância. É auto-refutante dizer "a relevância não é relevante".
Assim, relevância e coerência derivam diretamente da razão (haja vista estarem presentes implicitamente até mesmo nos argumentos que pretendem rejeitá-la). São critérios formais (no sentido de não explicitarem diretamente o que conta como razão relevante e como caso similar) que se fazem presentes em qualquer raciocínio ético (e em outros usos da razão também), seja lá qual conteúdo estiver a preenchê-los. Assim, não importa a visão normativa que alguém defenda: precisa-se assumir essa exigência formal para que sua posição seja minimamente plausível.
A exigência de tratar casos relevantemente similares de maneira similar implica no princípio da igual consideração. Tal princípio diz que, diante de um interesse X, a moralidade de se fomentar ou não tal interesse deve-se unicamente às características do interesse em questão, não de quem o possui. Um bom teste para descobrirmos se uma decisão é ou não justificável é perguntar se a manteríamos independentemente da posição que os indivíduos envolvidos na situação ocupassem na relação entre quem decide e quem é atingido pela decisão; ou se a mantemos apenas porque sabemos que nós (ou aqueles que visamos favorecer tendenciosamente com a decisão) não seremos atingidos por ela. Se for esse último caso, somos culpados de violar a exigência de tratar casos relevantemente similares e a decisão não é justificável.
Se estamos falando do interesse em não sofrer e de desfrutar, a razão mais básica que torna esse interesse digno de consideração moral é que sofrer é uma experiência ruim e o desfrute uma experiência boa. Se alguém é um ser senciente (possui a capacidade de experimentar prazer/sofrer), então possui interesse em desfrutar prazer (o máximo de tempo possível) e evitar sofrimento. A existência de tais interesses independe da raça, espécie biológica, do gênero, do formato da orelha e do dia do nascimento do indivíduo. Com isso, podemos observar que a razão fundamental para atender minhas preferências se dá por serem preferências (um dano tem lugar se elas não são atendidas), e não por serem minhas. Note que isso dá, ao mesmo tempo, uma razão tão forte quanto para atender as preferências dos outros. Assim, temos boas razões para pensar que o egoísmo é indefensável, como também toda uma família de visões normativas que dele deriva: especismo, racismo, machismo e homofobia, por exemplo. Todos esses preconceitos tratam interesses relevantemente similares de maneira diferente, elegendo como diferença que pretende justificar o tratamento diferente algumas características (a espécie, a cor da pele, o gênero, opção sexual, etc.) que são totalmente irrelevantes para o que está em jogo: a existência de determinadas preferências, necessidades, interesses.
É possível que as preferências conflitem. Seja na moralidade do dia-a-dia, seja em várias teorias filosóficas normativas, existem alguns critérios amplamente reconhecidos como válidos que visam guiar a decisão quando preferências conflitam. Por exemplo, interesses básicos (interesses que precisam ser garantidos antes de se pensar em qualquer outro interesse - por exemplo, não sofrer, não morrer) têm prioridade sobre interesses não-básicos (comer uma comida específica, por exemplo). Outro critério é saber se decisão aumentará ou diminuirá: (1) A situação geral daquele(s) que se encontra(m) na pior situação; (2) a quantidade de indivíduos numa situação ruim; (3) a igualdade (entendida aqui como igualdade de bem-estar) entre os indivíduos atingidos. Isso tudo independe da preferência do agente por quem será atingido e do grau de relação que ele mantém com estes. Continua ser verdadeiro que o interesse em não morrer deve ter prioridade sobre o interesse em comer uma comida específica, não importa se é uma galinha ou um estranho quem possui o primeiro interesse e meu filho que possui o segundo.
É importante enfatizar também que a imparcialidade requer consideração igual, não necessariamente tratamento igual. Se alguém pretende colocar a imparcialidade sob dúvida com o exemplo de que, então, teríamos que dar uma parte igual, e não, maior, àquele que tem menos, numa distribuição, não compreende o que chamei de imparcialidade. Embora, ao dar mais a quem tem menos, tenhamos tratamento diferente, o resultado final é mais igualitário - ou seja, temos vários indivíduos com níveis mais próximos de bem-estar. E só podemos reivindicar que aquele que tem menos receba mais apelando também à regra de tratar casos relevantemente similares de maneira similar. No caso da prioridade a quem tem menos, o que estamos a dizer é que temos uma razão para pensar que tal caso deve ser tratado de maneira diferente do caso em que todos estão já em igualdade de distribuição.
Voltemos agora, ao caso dos conflitos de interesses e a regra de que interesses básicos devem ter prioridade. Reconhecemos que, quanto mais próximo da diversão está o motivo pelo qual alguém inflige dano em outro indivíduo, mais injustificável é a prática. Tais práticas (torturar por prazer) são um exemplo paradigmático de injustiça. Uma implicação que não é muito percebida da mesma regra é: se usar animais para entretenimento é errado porque envolve causar um dano grave a alguém para fomentar a diversão, então temos de abolir, por exemplo, o uso de animais para alimentação (seus corpos, seus ovos, leite, etc.), porque também infligem danos graves (extremos de sofrimento e bilhões de mortes) para fomentar a diversão. Os defensores do consumo de animais alegam que, com relação à comida, é diferente, pois, comer não é um interesse banal. A falha nessa resposta é que, embora seja verdade que comer alguma coisa seja um interesse básico, comer esta comida específica é um interesse banal. Quando existe alternativa alimentar que cause menor dano (como a comida vegana), escolher comer outra comida é escolher dar prioridade a um interesse banal.
O único uso que faz algum sentido alegar que visa atender a um interesse não-banal é o uso em pesquisa médica. É altamente discutível se a maior parte desse uso visa realmente a entender tais interesses não-banais e se são uma forma eficaz de se buscar tais interesses[3]. Mas, como o objetivo aqui é discutir a questão moral, vou supor que todo esse uso visa atender a interesses humanos não-banais e que realmente teria chances de fazer diferença na cura de doenças. Tal uso é justificável? Lembremos que a exigência de tratar casos relevantemente similares de maneira similar implica na imparcialidade, que pode ser traduzida no princípio da igual consideração: para uma decisão ser justificável, temos de manter a mesma decisão, independentemente da posição que os indivíduos atingidos por ela ocupam na situação (temos de acessar a relevância do interesse em questão, não quem o possui). Os que defendem o uso de animais na pesquisa não aprovariam serem usados à força como cobaias para salvar a vida de animais não-humanos. Ou seja, sua posição não é imparcial: defende-se o uso apenas porque as vítimas são animais não-humanos. Sua posição é especista. Fossem os papéis invertidos, os humanos considerariam uma calamidade tal uso. Isso mostra que sua prática é eticamente indefensável, e que os humanos só pensam que não é porque estão na ponta tirânica da situação. Novamente, tal dever independe dos sentimentos e relações do agente para com os atingidos pela decisão. Obviamente que cada mãe ama mais o seu filho do que o filho de um estranho, mas daí não segue que há um direito de usar o filho do estranho como modelo de testes para salvar a vida do próprio filho.
Para percebermos a irracionalidade do especismo, considere o seguinte exemplo fictício: um amigo de infância nos revela que é, na verdade, um extra-terrestre (de outra espécie biológica). O especista responderá: "É correto matá-lo! Ele é de outra espécie!". Percebendo a irracionalidade do especismo, é comum que os opositores da igual consideração pelos animais tentem então buscar uma característica moralmente relevante possuída apenas por humanos, uma que diga que há erro em matar apenas quando as vítimas são humanas. Uma das tentativas mais comuns desse tipo consiste em afirmar que humanos são mais inteligentes: são capazes de agir eticamente, firmar contratos, reconhecer deveres, ter senso de justiça, linguagem, fazer matemática avançada, compor sinfonias, construir naves espaciais, etc. Chamarei essa característica de "posse da razão plena":
Um problema com esse argumento é que simplesmente não é verdade que todos os humanos têm a posse da razão plena. Por exemplo, bebês, crianças muito pequenas, comatosos, idosos senis e portadores de determinadas doenças cerebrais. Isso se aplica a qualquer um de nós que a temos agora, pois poderemos perdê-la, por acidente ou doença. Se formos contar o nível de raciocínio, até mesmo pelos padrões humanos, qualquer cão adulto normal é muito mais racional e autônomo do que os humanos citados anteriormente[4]. Se o erro em matar se dá pelo nível de raciocínio da vítima, então não seria errado matar aqueles humanos. Os proponentes de tal critério teriam de admitir que é muito pior matar qualquer cão, galinha, porco ou peixe adulto normal.
Alguém poderia objetar que a resposta acima se esquece de que bebês e crianças muito pequenas um dia poderão desenvolver a posse plena da razão, e que idosos senis um dia já tiveram a mesma. São, portanto, agentes morais em potencial, ainda que não reais. Um problema com esse argumento é que alguns seres humanos sequer são portadores da razão plena em potencial porque somente um milagre os poderia fazer terem tal capacidade. Por exemplo, aqueles com doenças mentais degenerativas permanentes. Mas, supondo, para efeito de argumentação, que fôssemos considerar a possibilidade de um milagre, mutação genética ou avanço da ciência. Temos que ser imparciais, portanto, teríamos de considerar que animais não-humanos também poderiam, por um milagre, mutação genética ou avanço da ciência, adquirir a posse da razão plena. Quanto ao critério da potencialidade, poderíamos questionar ainda qual sua relevância. Afinal de contas, não parecer ser correto, por exemplo, um cidadão que é um médico em potencial tenha os mesmos direitos do médico real.
Ou os proponentes do critério da posse da razão plena mantêm a exigência do nível de raciocínio onde está (e excluem tanto animais não-humanos quanto os humanos mencionados acima) ou abaixam a exigência para incluir todos os humanos (o que, automaticamente, inclui todos os outros animais sencientes). Uma alternativa promissora é perguntarmos se erro em matar não está em outro lugar, e abandonar o critério da posse da razão plena. Que decisão deve-se tomar?
Ser portador da razão plena (real ou em potencial) não parece ser o que levamos normalmente em conta ao explicarmos o erro em matar alguém, mas sim, entre outras coisas, o desfrute que esse alguém poderia ter da vida no futuro. Normalmente, pensamos que é errado (e muito errado) assassinar uma criança, mesmo que ela não tenha desenvolvido a posse da razão plena nem tenha expectativa alguma de desenvolver. O motivo é que, se é morta, impedimos que ela desfrute de algo no futuro (ela sofre uma perda, mesmo que não tenha consciência da perda). E isso se aplica tão bem a animais humanos quanto a não-humanos sencientes.
No dia-a-dia, já reconhecemos que é a capacidade de desfrute a característica moralmente relevante no que diz respeito a considerar os interesses de alguém: no caso dos humanos destituídos da posse da razão plena, ao contrário de escravizá-los e matá-los, damos maior atenção ainda aos seus interesses, pois estão numa situação de maior dependência dos nossos cuidados. Isso não deveria causar espanto, pois, os agentes morais, seres capazes de virtude, são exatamente aqueles que devem ajudar os incapazes, e não, aproveitar-se deles para seus interesses egoístas[5]. Animais não-humanos estão, por não terem a posse da razão tão desenvolvida, numa situação de vulnerabilidade maior. Portanto, a conclusão ética válida deveria ser que merecem atenção primordial, assim como os humanos na mesma situação, por terem menos condições de se defenderem sozinhos; e não, que devem ser escravizados e assassinados por terem tido o azar de nascerem com um formato de corpo diferente do nosso.
Finalmente, outra objeção comum consiste em dizer que "se é errado matar animais, então é errado matar plantas - o que é absurdo - então é correto matar ambos". Essa objeção pode querer dizer duas coisas: (1) Que o critério de consideração moral deve ser a senciência e que plantas também são sencientes, ou; (2) Que tal critério deve ser a vida biológica. Há problemas específicos nos dois tipos de objeção, e um problema geral que permeia os dois.
O problema específico da primeira é que não existe a menor evidência científica que suporte a tese de que plantas são sencientes. O problema específico da segunda é que não é nada óbvio que o erro em matar se dá por tirar a vida biológica de alguém. Estar vivo e desfrutar da vida são duas coisas bem distintas. Quando avaliamos o erro em matar, estar vivo (sem desfrute de nada), por si só, não é geralmente uma razão alegada contra o assassinato. Supondo que você esteja na posição de escolher entre (1) Morrer agora ou; (2) Ficar biologicamente vivo por mais vinte anos, na completa inconsciência (sem nenhuma sensação, nem mesmo sonhos), sem chance alguma de recuperar a consciência, e depois morrer. A pergunta é: faz diferença para você, continuar sendo um corpo vivo ou morrer? Parece que toda diferença que podemos alegar nesse caso apelará a preferências de amigos ou parentes (que são seres sencientes). Para você, não faz diferença. Assim, é a capacidade para senciência que é relevante moralmente no que diz respeito não somente ao erro em matar, mas a qualquer outra questão moral.
Vejamos agora o erro comum nas duas formas do argumento. Supondo, para efeito de argumentação, que plantas fossem sencientes, ou que, o erro em matar se configurasse a partir do erro em tirar a vida biológica. Não segue daí que é correto matar animais. Se seguisse, também seria correto matar humanos, já que também são sencientes e também estão biologicamente vivos. O absurdo envolvido na presente objeção é que, começa-se apontando uma característica para se fundar o erro em matar; em seguida aponta-se que a classe de seres que é um erro matar é maior do que imaginamos e; finalmente, tira-se uma conclusão afirmando que é correto matar todos os seres que se enquadram em tal definição.
Para ilustrar tal absurdo, vejamos um exemplo envolvendo humanos. Supondo que estivéssemos no século XIX, lutando para abolir a escravidão dos afro-descendentes. Supondo que, devido ao machismo não questionado em nossa sociedade, não estivéssemos dando atenção alguma à opressão sobre as mulheres. Alguém, adversário da abolição da escravatura, aponta essa incoerência: "se escravos querem ser livres, mulheres também querem". Supondo que esse alguém logo em seguida conclua: "logo, não devemos libertar nem os escravos nem as mulheres". Ora, todos perceberiam o absurdo dessa conclusão, porque ela é contrária às premissas. Primeiramente aponta-se que a classe de seres com um interesse a ser considerado é maior do que imaginamos, para logo em seguida afirmar que, então, não devemos considerar nenhum desses interesses. Apontar que a classe de seres a serem considerados é maior do que imaginamos jamais constrói um argumento para diminuir mais ainda essa mesma classe.

Notas: [1] Mestre em Ética e Filosofia Política pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), membro do corpo editorial e colaborador da revista eletrônica Pensata Animal (www.pensataanimal.net), colunista do site Agência de Notícias de Direitos Animais (www.anda.jor.br) e autor do blog Desafiando o Especismo (www.lucianoccunha.blogspot.com)
[2] NAGEL, Thomas. A Última Palavra. Trad. Carlos Felipe Moisés. São Paulo: UNESP, 2001, p. 13.
[3] Cf. FRANCIONE, Gary L. Introduction to Animal Rights: Your Child or the Dog? Philadelphia: Temple University Press, 2000, pp. 31-50.
[4] Cf. BENTHAM, Jeremy. An Introduction to the Principles of Morals and Legislation. Kitchener: Batoche Books, 2000, cap 4.
[5] Cf. SAPONTZIS, Steve F., Morals, Reason and Animals. Philadelphia: Temple University Press, 1987, pp. 148-149.

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Luciano Carlos Cunha - lucianoshred@gmail.com

Mestre em Ética e Filosofia Política pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), licenciado em Educação Artística com habilitação em música pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), colaborador da revista eletrônica Pensata Animal, colunista do site ANDA e autor do blog Desafiando o Especismo.

Link para C. Lattes: http://lattes.cnpq.br/3030914980692075

fonte: OLHAR ANIMAL

UMA BOA RELEXÃO!




RIFA PARA SULTÃO - CUSTEAR TRATAMENTO







Queridos amigos,

Sei que mtos de vcs já colaborou para ajudar SULTÃO, seja adqurindo as camisas ou adquirindo numeros da rifa da TV de 26 polegadas semi nova, em perfeito estado. VALOR: Apenas R$5,00 e que vai ajudar bastante!!!



Mais uma vez, envio os numeros restantes, para que possam repassar aos seus contatos. pois assim poderemos fazer logo esse sorteio.Quem já adquiriu e quiser mais algum. quem sabe não é essa a oportunidade? Será que o numero da sorte não está entre esses? É arriscar e novamente ajudar Sultão.Também as camisas " EU AJUDEI SULTÃO" continuam sendo vendidas a R$ 20,00 cada.Diante do quadro inicial, SULTÃO está se recuperando rapidamente. pois além das 10 fraturas de bacia, teve no atropelamento o nervo da coxa esmagado. Como Deus é generoso, o axionio foi preservado e está se recuperando, chegando até o joelho, com expliquei no email anterior.Precisamos dar continuidade ao tratamento, para que ele se desenvolva até a pata e assim SULTÃO volte a andar. A grande dificuldade nisso tudo é a falta de recursos.Até essa data, já gastamos com SULTÃO R$ 1.516,80 (hum mil quinhentos e desesseis reais e oitenta centavos). Não sei usar o scanner mas vou aprender e mandarei os comprovantes das despezas.Sem a ajuda de vcs, não teria conseguido e nosso menino já teria amputado a perna.Minha preocupação é que amanhã (30/09) tenho um débito de R$ 1.800,00 ( hum mil e oitocentos reais ) para liquidar, referente ao tratamento do SULTÃO até a presente data.



As contas para depósitos são:



Bradesco - ag: 3673 - 0 conta poupança 100.2842 - 6 / Ruth Nunes ou

Banco do Brasil - ag 2968 - 8 conta corrente 22.973 - 3 / Mª de Lourdes Santana ( minha tia)




ATENÇÃO: Façam depositos identificados e me avisem sobre valor e a data.






Desculpem estar a pedir ajuda mas não tenho outra alternativa.

Muita LUZ pra todos vcs.


Agradecida,


Ruth.



Seguem números disponíveis:

00 - 04 - 06 - 07 - 20 - 22 - 27 - 30 - 36 - 37 - 40 - 41 - 46 - 51 - 54 - 58 - 61 - 66 - 67 - 68 - 70 - 72 - 75 - 81 - 84 - 85 - 86 - 87 - 88 - 90 - 92 - 94 - 95.

"A vida é valor absoluto. Não existe vida menor ou maior, inferior ou superior. Engana-se quem mata ou subjuga um animal por julgá-lo um ser inferior. Diante da consciência que abriga a essência da vida, o crime é o mesmo." Olympia Salete

CONTRA OS MAUS-TRATOS AOS ANIMAIS/BR


Galera protetora,

Do jeito que a situação está em todo Brasil, a solução é fazer uma mobilização social contra a esse povo que manda vê, em fazer dos animais saco de pancadas!

Vamos participar e votar CONTRA a esse absurdo da política com a libertação dos maus feitores contra os animais, seres vivos, inocentes e desprotegidos da fúria e da loucura humana!

VOTE CONTRA JÁ!!!

CONTRA A LIBERAÇÃO DOS MAUS-TRATOS AOS ANIMAIS NO BRASIL
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PARTICIPE E DIVULGUE ESTA CAUSA ENTRE SEUS CONTATOS.Já somos mais de 37 mil! Ajude a buscar o apoio de 100 mil internautas CONTRA A LIBERAÇÃO DOS MAUS-TRATOS AOS ANIMAIS NO BRASIL - PL 4548/98. Pelo arquivamento do projeto de lei federal 4548/98, que pretende retirar a proteção jurídica dos animais domésticos prevista no artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais. Sua participação é fundamental. Acesse http://bit.ly/jZzVbY e clique em JOIN CAUSE.
Os animais agradecem

AGENDA ATÉ 18/09 - SETEMBRO 2011

Distrito Federal
17/09 Feira de Adoção Abrigo Flora e Fauna - Asa Sul - Brasília DF
17/09 Feira de Adoção SVPI - Lago Norte - Brasília DF
Espírito Santo
17/09 IV Feira de Adoção dos Gatinhos da UFES - Goiabeiras - Vitória ES
Minas Gerais
17/09 Adote um Amiguinho Fiel - Centro - Araxá MG
17/09 Amigo não se compra, se adota! - Braúnas - Contagem MG
18/09 Adote um Amiguinho Fiel - Urciano Lemos - Araxá MG
18/09 Adote um Amigo do Parque Francisco de Assis - Centro - Lavras MG
Paraná
17/09 Feira de Adoção Permanente da Soc. Prot. dos Animais de Campo Largo - Centro - Campo Largo PR
17/09 Feira de Adoção - Fazendinha - Curitiba PR
17/09 Feira de Adoção de Cães e Gatos SOCPAM - Centro - Maringá PR
17/09 Campanha de Adoção de Cães Tomba Latas - Centro Cívico - Curitiba PR
Rio de Janeiro
15/09 Adotar é o Bicho! - Centro - Rio de Janeiro RJ
17/09 Adote um Focinho Carente - Glória - Rio de Janeiro RJ
17/09 Evento de Adoções do GAPA-MA - Itaipava - Petrópolis RJ
Rio Grande do Sul
17/09 Feira de Adoção de Cães e Gatos do CAPA - São Cristóvão - Passo Fundo RS
18/09 Feira Permanente de Adoção de Cães & Gatos Melhor Amigo - Centro - Pelotas RS
Santa Catarina
17/09 Feirinha de Adoção Guapecas - Floresta - Joinville SC
São Paulo - Grande SP
17/09 Feira de Adoção Toca dos Gatinhos - Consolação - São Paulo SP17/09 Feira de Doação de Cães e Gatos - Higienópolis - São Paulo SP17/09 Feira Permanente de Adoção de Filhotes - Cerâmica - S. Caetano do Sul SP17/09 Feiras de Adoção dos Anjos dos Bichos - Tamboré - Barueri SP17/09 MIAUDOTE! Feira de Adoção do PROJETO SOS FELINOS na MOÓCA! - Alto da Moóca - São Paulo SP17/09 - 18/09 Feira de Adoção APAA - Santo Amaro - São Paulo SP17/09 - 18/09 Feira Permanente de Doação de Cães e Gatos - Ipiranga - São Paulo SP17/09 Feira de Adoção União SRD - Pinheiros - São Paulo SP17/09 Feira de Adoção da ONG S.A.V.A. - Ipiranga - São Paulo SP17/09 Feira de Doação Animais Precisam de Ajuda - Vila Mariana - São Paulo SP17/09 Feira de Adoção - Jd. Prudência - São Paulo SP18/09 Feira de Adoção Natureza em Forma Matilha Cultural - Consolação - São Paulo SP18/09 Feira de Adoção de Animais Olhar de Anjo - Alto de Pinheiros - São Paulo SP
Interior
17/09 Centro de Adoção de Cães e Gatos do CAV - Jd. Alvorada - S. J. dos Campos SP
17/09 Me Leva Pra Casa G1 - Jardim Nilópolis - Campinas SP17/09 Me Leva Pra Casa G2 - Jardim Aurélia - Campinas SP
17/09 Feira de Adoção Gapa - Centro - Indaiatuba SP17/09 Feira de Adoção de Animais - Jd. Maria Augusta - Taubaté SP17/09 Feira Permanente de Adoção de Animais - Jaguariúna SP
17/09 Adoção de Animais em Jacareí - Centro - Jacareí SP
18/09 Centro de Adoção de Cães e Gatos do CAV - Jd. Satélite - S. J. dos Campos SP

Fonte: Olhar Animal

Web TV Canal 2 - Feira da UPAS, 11/09/2011



VÍDEO DA FEIRINHA DE ADOÇÃO DE ANIMAIS DA UPAS


REPORTAGEM DA WEB TV CANAL 2:
Cobertura da Feira de Adoção de Animais realizada no Farol da Barra (Salvador-Ba), pela ONG União de Proteção Animal de Salvador (UPAS). Reportagem: Aina Kaorner. Fotografia: Reginaldo Santos. Edição: Caio Rachid. Realização: Canal 2

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VAMOS AJUDAR A SULTÃO!
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ESTAMOS AGUARDANDO...

LEIS DE DEFESA DOS ANIMAIS



Lei 3350/2001 - Disciplina a circulação de veículos de tração animal no Município do Rio de Janeiro.

Lei 3402/2002 - Dispõe sobre a proibição de utilização ou exibição de animais silvestres, nativos ou exóticos, domésticos ou domesticados, em circos e espetáculos congêneres.

Lei 3444/2002 - Altera dispositivos da Lei n.° 3.402, de 22 de maio de 2002, que dispõe sobre a proibição de utilização ou exibição de animais silvestres, nativos ou exóticos, domésticos ou domesticados, em circos e espetáculos congêneres.

Lei 3628/2003 - Proíbe a realização de ablação parcial ou total das cordas vocais ou cordectomia em animais no território do Município.

Lei 3641/2003 - Autoriza o Poder Executivo a construir abrigos para animais de pequeno, médio e grande porte no Município do Rio de Janeiro.

Lei 3739/2004 - Caracteriza a esterilização gratuita de caninos, felinos e eqüinos como função de saúde pública, institui sua prática como método oficial de controle populacional e de zoonoses, proíbe o extermínio sistemático de animais urbanos.

Lei 3472/2002 - Inclui no Calendário Oficial do Município do Rio de Janeiro o “Dia dos Animais”.

Lei 3775/2004 - Autoriza o Poder Executivo a criar Postos de Atendimento Veterinário gratuito no Município do Rio de Janeiro.

Lei 3844/2004 - Autoriza o Poder Executivo a criar o Programa “Bichos de Estimação” nas unidades da Rede Municipal de Ensino Público.

Lei 3845/2004 - Dispõe sobre a proibição de rinhas de cães no Município do Rio de Janeiro.

Lei 3879/2004 - Proíbe a realização de rodeios, touradas ou eventos similares no Município do Rio de Janeiro.

Lei 4187/2005 - Cria o registro destinado ao controle da venda de animais de estimação nos estabelecimentos comerciais do Município do Rio de Janeiro.

Lei 4244/2005 - Autoriza o Poder executivo a criar o pronto-socorro veterinário gratuito 24 horas.

Lei 4276/2006 - Autoriza o Poder Executivo a permitir a permanência de cães no local conhecido como Praia do Diabo, no Arpoador.

Lei 4347/2006 - Proíbe a instalação de criadouros e abatedouros de animais para comercialização de peles no âmbito do Município do Rio de Janeiro.

Lei 4362/2006 - Restringe a aplicação de substâncias desratizantes àquela feita por agentes públicos habilitados especificamente para tal fim, e proíbe a utilização, em áreas públicas ou comunitárias, dessas substâncias tóxicas.

Lei 4457/2006 - Cemitério de Animais.

Lei 4537/2007 - Proíbe a permanência e manutenção de animais doadores de sangue em clínicas veterinárias.

Lei 4731/2008 - Estabelece multa para maus-tratos a animais e sanções administrativas a serem aplicadas a quem os praticar, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas, no âmbito do Município do Rio de Janeiro.

Lei 4750/2008 - Proíbe a realização de cirurgia para extração de garras de felinos (onicotomia) no Município do Rio de Janeiro.

Lei 4956/2008 -Dispõe sobre o Animal Comunitário, estabelece normas para o seu atendimento no Município do Rio de Janeiro.

Lei 4963/2008 -Dispõe sobre a assistência às pessoas jurídicas cuja finalidade seja a proteção e/ou a defesa dos animais, desde que comprovado o estado de necessidade.

Projeto de Lei 325/2005 - Proíbe a vivissecção assim como o uso de animais em práticas experimentais que provoquem sofrimento físico ou psicológico, sendo estas com finalidades pedagógicas, industriais, comerciais, ou de pesquisa científica. (VETADO PELO PREFEITO - REAPRESENTADO COMO PL1687/08)

Projeto de Lei 368/2005 - Proíbe o uso de animais para tração ou carga no Município do Rio de Janeiro. (APROVADO NA CAMARA, VETADO PELO PREFEITO)

Projeto de Lei 372/2005 - Proíbe a permanência e manutenção de animais doadores de sangue em clínicas veterinárias.

Projeto de Lei 1576/2007 - Caracteriza a posse responsável como dever de cidadania, proíbe o abandono de animais domésticos ou domesticados em logradouros públicos ou áreas particulares, e dá outras providências.

Projeto de Lei 1844/2008 - Dispõe sobre o direito à Objeção de Consciência - abstenção de qualquer ato ou prática que colida com a consciência da pessoa, referente à experimentação animal.


Nossos agradecimentos a nossa protetora Malú pela a grande colaboração em repassar para o nosso blog diversas leis e projetos em defesa dos animais.

OBS.: leis da cidade do Rio de Janeiro


FONTE: Site do Cláudio Cavalcanti, http://www.claudiocavalcanti.com/

SEMINÁRIO SOBRE ÉTICA E DIREITO ANIMAL



NOTÍCIAS NOVAS DE SULTÃO 7


Amigos e colaboradores,

As ultimas noticias sobre SULTÃO, foram enviadas pra vcs há um mes atrás.
Durante esse período, por orientação do Dr. Matheus, (veterinário especializado em ortopedia) estávamos aguardando que a natureza fizesse o seu trabalho.
E ela mto sabiamente fez. Lembram vcs que SULTÃO teve nada menos que 10 fraturas de bacia, com toda sorte de complicaçoes.
Devido ao repouso e cuidados, as fraturas foram se consolidando como Dr. Matheus previa, não sendo necesário cirurgias.


Após últmos exames, me informou que como a perna traseira continuava inerte, inchada e ferida ( por arrastá-la no chão) e Sultão conseguia andar (mal) com as outras 03 patas a solução seria amputação pois com 03 patas ele andaria mas com a quarta pata atrapalhando não seria possível.
Em momento nenhum duvidei da capacidade do Dr. Matheus a quem agradeço de coração por ter se disponibilizado a cuidar do SULTÃO, com o maior carinho a atenção, sem cobrar nada pelas consultas.



Apesar disso, perguntei o que achava de ouvirmos a opinião da Drª Faye, (especialista em acumpultura) na Clínica Arca, na tentativa de recuperaçao da perna, evitando assim a decisão tão drástica da amputação.
Sabemos todos que muitos animais andam com as 03 patas e tem uma vida praticamente normal mas pra mim foi mto difícil pensar que essa seria a única alternativa pra nosso querido SULTÃO, esse cão lindo e doce, com apenas 02 anos de idade.

Conheçendo o trabalho da Drª Faye, Dr. matheus concordou comigo de que não custava tentar. Sábado passado, trouxe Sultão do CIA onde estava até então, para primeira consulta com Dra.Faye. Vim de lá até a clinica, cheia de esperanças, falando pra mim mesma e pro SULTÃO que ele não só voltaria a andar, como conseguirá correr um dia, da mesma forma como aconteceu com minha Luly, que há um ano atrás recebeu o diagnóstico dos médicos especialistas de que ficaria paraplégica.
Quem me acompanhou na caminhada com a Luly, vai lembrar que após o tratamento com acumpultura, justamente com a Drª Faye, Luy voltou a andar e tbm a correr!
Me emociona lembrar de tudo isso, e estar passando por tudo novamente com SULTÃO.
Após a consulta, Drª Faye disse que aceitaria cuidar dele como um desafio pois a situação era mto grave. Nesse mesmo dia começamos.
Sultão está sendo submetido a sessões de acumpultura, laser e magnetoterapia uma vez por semana. Daí surgiu o primeiro problema: Me informa a Drª Faye que tudo isso não surtiria o efeito desejado , se não fosse feito fisioterapia diária. Como ir até o Cia diariamente, pra fazer a fisioterapia e voltar? Impossível! Desanimei mas não me conformei pois já havia sido dito que era possível fazermos alguma coisa pra sua recuperação. Voltar a possibilidade de fazer amputação, não seria justo.
Pedi então a Drª Faye que o hospedasse na clinica ( não consegui nenhum local mais proximo que o acolhesse), possibilitando assim o tratamento.
Surge então o segundo problema: o custo do tratamento mais hospedagem ficaria mto alto. E ai volto a pensar em amputação?
Diante da situação, Drª Faye fez um preço diferençiado nas sessóes de acumpultura e hospedagem. As fisioterafias não serão cobradas. Ainda assim o custo é alto ( não que não valha, é que não disponho mesmo de recursos). Tomei uma decisão louca (desde qdo não tenho recursos) e deixei SULTÃO internado. Amigos queridos, vcs não imaginam o qto valeu!
Que vontade de viver têm essas criaturinhas que nós protetores acolhemos! Tenho certeza que ficam apenas a espera da oportunidade que lhes é dada através de nós.
Apesar de todo sofrimento não desistem. e a maioria deles com a nossa ajuda consegue.
Fui visitar SULTÃO hoje, acompanhar o tratamente, enfim, ficar um pouco com ele, pra que sinta que não está só.
Tive a maior surpresa qdo abriram a porta e ele veio andando, firme, não mais trôpego, com as 03 patinhas e com a outra ( que não funcionava), flexionando um pouco, apesar do peso da órtese, fazendo parte do seu corpo e não mais um membro morto. Qdo me viu, chorava baixinho e pedia carinho. Momento demais!!
Em apenas 08 dias, tudo isso aconteçeu. Não é mágica. É a vontade Divina se manifestando através da competência da profissional, junto com a vontade do nosso guerreiro em ter uma vida normal.



Segundo Drª Faye, talvez o tratamento demore menos que os 03 meses previstos. Ele está reagindo mto bem! Qta garra!
Agora mais do que nunca, preciso da ajuda de vcs, novamente.
Pra custear o tratamenrto do SULTÃO, fiz camisas com a foto dele, onde se lê: EU AJUDEI SULTÃO! ficaram mto bacanas. Serão vendidas por R$ 20,00 e poderão ser adquiridas comigo, bastando dizer o tamanho que desejam.



Lembrando tbm que ainda não fachamos a rifa da tv ( usada mas funcionando perfeitamente) de 26 polegadas, pois não vendemos todos os números. São 100 números e ainda temos 44. Cada bilhete tem o custo de apenas R$ 5,00.
Os depósitos poderão ser efetuados de preferencia identificados e me avisando de que foram feitos pra que possa conrolar melhor.

- Bradesco ag: 3673 - 0 cta poupança: 100.2842 - 6
Ruth Nunes.
- Banco do Brasil ag: 2968 - 8 Conta corrente: 22.973 - 3
Mª de Lourdes Santana (minha tia).

Antecipadamente agradeçemos eu e SULTÃO, toda colaboração e carinho de vcs.
Peço tbm que orem pra que tudo continue dando certo.
Depois de prontinho, SULTÃO merece ganhar um lar bem amoroso. Quem será o felizardo? pq ele é um doce de criatura!

Seguem as fotos do sábado passado. Hoje esqueci de levar a máquina. Na próximo sábado tiro novas fotos e quem quiser conheçê-lo pessoalmente, é só combinar comigo.
Fone Drª Faye: 3244-6712.

Desculpem o tamanho do email mas não sei falar pouco. Muita LUZ e PAZ pra todos vcs. Ruth

7 DE SETEMBRO PROVEITOSO

Desde que Telma passou a fazer parte da UPAS – União de Proteção Animal de Salvador – que a entidade começou a ganhar visibilidade. Aproveito esse momento para parabenizá-la: Valeu Garota!

Nossa primeira presença no meio do povo foi na Festa do Bonfim e de lá pra cá Telma tem tido cada ideias ótimas, sempre procurando mostrar que a UPAS é atuante em participar de manifestações populares. Neste dia da Independência do Brasil, 7 de setembro, saímos para dizer ao que viemos, desfilando pelo grupo da exclusão social (cada um com sua queixa) com a nossa 1º MARCHA DOS ANIMAIS EXCLUÍDOS.

Sim, somos também excluídos sem nenhum constrangimento, representantes fiéis de todos os animais de rua ou daqueles que sofrem de maus-tratos. A verdadeira voz dos bichos que vivem na rua ou são vítimas de crueldade humana de qualquer espécie e por este motivo, clamamos do Poder Público, em outras palavras, do nosso senhor Prefeito de Salvador, soluções imediatas para controle populacional dos animais de cidade, sem precisar sacrificá-los e sim, fazer uma programação de castração que possa ser efetiva abrangendo todos os bairros.

Nosso protesto tem o objetivo de humanizar a convivência de uma maneira educativa, pois tudo passa pela educação, entre nós e eles, os animais de rua, que vivem sem o mínimo de assistência – inclusive dos Órgãos Públicos gestores – e muitas vezes sofrem judiação das pessoas que os qualificam como um ser qualquer, que estão na vida para servir de “saco de pancadas”. Temos de mudar essa consciência de achar que bicho é bicho somente. Saibam: Eles têm sentimento e também sentem o que passam. A dor não é exclusiva da gente, o animal também sofre com a mesma intensidade, entende?

O movimento a favor dos animais excluídos teve seu êxito e foi proveitoso na sua primeira festa nacional. A mídia resolveu saber que o era, do que se tratava e como nos organizamos, para ter numa manifestação popular pra mais de 80 pessoas, vestindo a camisa e defendendo a causa de maneira pacifica e significativa, marcando o desfile dos excluídos.

O Deputado Estadual pelo PT Rosemberg Pinto autor do projeto de Lei: Criação na Estrutura da SSP da Delegacia Especial de Proteção aos Animais do Estado da Bahia, já aprovado na Câmera, compareceu e veio nos desejar um bom desfile e também deu entrevista sobre como aconteceu do projeto ganhar força e ter apoio das ONGs, protetores e simpatizantes da causa animal. “O objetivo é fazer com que as ações sejam centralizadas em um único órgão que tenha o poder de fiscalizar e punir quem maltratar os animais” disse o deputado. A UPAS apóia o projeto.

A Delegacia Especial de Proteção aos Animais se faz urgente como mecanismo fundamental para o combate de toda e qualquer violência praticada com os animais. Um local para tão somente denunciar, como deter em cárcere privado o elemento (pessoa sem natureza afetiva nenhuma) que faz o animal participar de práticas de crueldades. Em Salvador, infelizmente o índice é crescente em cada esquina e número de protetores é insuficiente pra suprir a necessidade de evitar coisas como essa: Um absurdo, um extermínio animal!

A UPAS ganhou as páginas dos jornais e a internet mostrou que “devagar se vai ao longe”. A entidade levanta a bandeira da proteção animal juntamente com outras ONGs, como a Célula-mãe, Terra Viva, Cuidar é o Bicho, Movimento Vamos Adotar Um Cão, Vira-latas, Animal Viva, Pet Vet, Unidog. Estão todas de Parabéns pela iniciativa e propósito (perdão se esqueci alguma).

COLUNA CÃO-SELHEIRA ISA - SETEMBRO




SALVE SEU BICHINHO

Quem tem um bichinho de estimação, precisa saber que eles podem sofrer pequenos acidentes. Hoje, darei dicas do que deve ser feito antes de levá-lo ao veterinário.
Se o seu animal, seja ele cão ou gato, sofrer uma fratura, não tente colocar os ossos dele no lugar.

No caso de cães: se demonstrarem agressividade,imobilize-os. Segure-o pelo pescoço, enrole o focinho com corda ou barbante, amarre atrás da cabeça para que ele não consiga tirar. Se quiser use focinheira.
No caso de gatos: envolva-o com um pano ou toalha grossos para se proteger das unhas e mordidas.

Se a fratura for exposta, estanque o sangue pressionando um pano limpo no machucado. Cubra a parte quebrada com toalha, fixe-a com fita crepe, deixando a área reta e imóvel. Não aperte a atadura. Assim ele não perderá os movimentos definitivamente. Para transportá-lo, coloque-o sobre uma tábua, evitando ficar mexendo nele.
Se sofrer envenenamento: não dê leite, pois pode piorar a situação. Procure descobrir com o que ele se envenenou, examinando a boca do animal e o local onde dorme. Se for por produtos químicos ou plantas, leve junto com o animal ao veterinário. Se estiver longe de um veterinário, dê a ele carvão ativado diluído em água, para que ele não absorva as toxinas. Isso só funciona se feito logo ao acidente. Outra opção, é lavar a boca do animal com água ( use luvas cirúrgicas ).Não provoque vômitos, pois produtos ácidos agravam o problema.
Se o seu animal sofrer um engasgo, faça uma concha com mão e bata devagar nas costas dele. Levante as patas dianteiras e abra-as como se fosse abraçá-lo. Evite pôr o dedo na garganta e empurrar o objeto para dentro. Mesmo se conseguir que ele lance fora, leve o animal ao veterinário.

Se seu animal tiver convulsões, aproxime-se por trás e coloque uma almofada sob a cabeça dele. Assim evitará choques que possam causar traumatismos. No caminho para o veterinário, pressione o corpo dele contra o seu, prevenindo ferimentos. Não puxe a língua dele para fora, isso não vai adiantar.
Se seu animal sofrer queimadura, basta lavar a lesão com soro fisiológico e, logo em seguida, levar ao veterinário. Ele avaliará o grau da queimadura e indicará os medicamentos certos.

OBS: Faça um kit emergência: atadura, gaze, pomada para inflamações, remédio para vomito, dipirona sódica gotas para dores e febre, antialérgico, carvão aditivado para envenenamento. Deixe sempre o telefone de uma clínica 24h, à mão.

Com base nesses exemplos esperamos muitas mudanças.

Autoria: Isaleão.

www.titamello.blogspot.com/

AGENDA ATÉ 11 DE SETEMBRO 2011



Distrito Federal
10/09 Feira de Adoção SVPI - Asa Sul - Brasília DF
10/09 Feira de Adoção SVPI - Lago Norte - Brasília DF
10/09 Feira de Adoção SVPI - Asa Norte - Brasília DF

10/09 Feirinha de Adoção de Cães e Gatos no DF - Taquari - Brasília DF
Goiás
10/09 Feira de adoção de cães e gatos - ASPAAN - Jd. Goiás - Goiânia GO
Minas Gerais
10/09 Adote um Amiguinho Fiel - Centro - Araxá MG
10/09 Amigo não se compra, se adota! - Braúnas - Contagem MG
10/09 Feira de Adoção de Animais "Adote Um Amigo" - Nova Suíça - Belo Horizonte MG
11/09 Adote um Amigo do Parque Francisco de Assis - Centro - Lavras MG
Pará
10/09 Feirinha de adoção da ASDEPA - Nazaré - Belém PA
Paraná
10/09 Feira de Adoção Permanente da Soc. Prot. dos Animais de Campo Largo - Centro - Campo Largo PR
10/09 Feira de Adoção - Fazendinha - Curitiba PR
Rio de Janeiro
08/09 Adotar é o Bicho! - Largo do Machado - Rio de Janeiro RJ10/09 Campanha de Adoção do SOS VIDA ANIMAL - Copacabana/Bairro Peixoto - Rio de Janeiro RJ10/09 Adote um Bichinho e Salve uma Vida - Tijuca - Rio de Janeiro RJ
10/09 Tony Resgate de Animais - Flamengo - Rio de Janeiro RJ
10/09 Adote um Focinho Carente - Glória - Rio de Janeiro RJ
11/09 Feira de Adoção AMA ANIMAL - Lagoa Rodrigo de Freitas - Rio de Janeiro RJ
Rio Grande do Sul
11/09 Feira Permanente de Adoção de Cães & Gatos Melhor Amigo - Centro - Pelotas RS
São Paulo - Grande SP
10/09 Feira de Doação de animais das CÃOPANHEIRAS - Jardim da Saúde - São Paulo SP10/09 - 11/09 Feira de Adoção dos AMIGOS DOS BICHOS - Ipiranga - São Paulo SP10/09 Feira de Adoção Toca dos Gatinhos - Consolação - São Paulo SP10/09 Feira de Doação de Cães e Gatos - Higienópolis - São Paulo SP10/09 Feira de Adoção Natureza em Forma - Ponte Grande - Guarulhos SP10/09 Feira Permanente de Adoção de Filhotes - Cerâmica - S. Caetano do Sul SP10/09 Feiras de Adoção dos Anjos dos Bichos - Tamboré - Barueri SP10/09 MIAUDOTE! Feira de Adoção do PROJETO SOS FELINOS na MOÓCA! - Alto da Moóca - São Paulo SP10/09 - 11/09 Feira de Adoção APAA - Santo Amaro - São Paulo SP10/09 - 11/09 Feira Permanente de Doação de Cães e Gatos - Ipiranga - São Paulo SP10/09 Feira de Adoção de Animais SER FELIZ - Ipiranga - São Paulo SP10/09 Feira de Adoção União SRD - Pompéia - São Paulo SP10/09 Feira de Adoção da S.A.V.A. - Ipiranga - São Paulo SP10/09 Evento de Adoção Anjos de Patas - Cocaia - Guarulhos SP11/09 Feirinha de Adoção Patinhas da Liberdade - Granja Viana - Cotia SP11/09 Adote um Amiguinho Fiel - Urciano Lemos - Araxá MG11/09 Feira de Adoção Natureza em Forma Matilha Cultural - Consolação - São Paulo SP11/09 Feira de Adoção dos Protetores Independentes da Granja Viana - Granja Viana - Cotia SP
Interior
10/09 Feirinha de Adoção - SOS Animais Abandonados - Jd. Servilha - Jundiaí SP
10/09 Centro de Adoção de Cães e Gatos - Vista Verde - S. J. dos Campos SP
10/09 Campanha de adoção ONG AJUDAA - Centro - S. J. do Rio Preto SP
10/09 Centro de Adoção de Cães e Gatos do CAV - Jd. Alvorada - S. J. dos Campos SP
10/09 Me Leva Pra Casa G1 - Jardim Nilópolis - Campinas SP10/09 Me Leva Pra Casa G2 - Jardim Aurélia - Campinas SP
10/09 Feira de Adoção Gapa - Centro - Indaiatuba SP10/09 Feira de Adoção de Animais - Jd. Maria Augusta - Taubaté SP10/09 Feira Permanente de Adoção de Animais - Jaguariúna SP
10/09 Adoção de Animais em Jacareí - Centro - Jacareí SP
11/09 Centro de Adoção de Cães e Gatos do CAV - Jd. Satélite - S. J. dos Campos SP
11/09 Domingo na Praça - Centro - Jacareí SP

SULTÃO, PRECISA DE VOCÊ!



Galera de Protetores,

Esse cartaz foi feito para ajudar ainda mais "Sultão" se recuperar e voltar a andar.
Quem quiser, pode imprimir o cartaz e ficar responsável pela venda das camisas.

O VALOR É R$20,00 (VINTE REAIS)







Entre em contato com - RUTH NUNES (71) 8768-43008 ou pelo EMAIL: ruth.adair@hotmail.com
- LEON (71) 8793-2508 ou pelo EMAL: ldndesigner@hotmail.com

E seja um colaborador na recuperação de Sultão" vendendo sua camisa. Sultáo agradece!

AGENDA ATÉ 04 DE SETEMBRO




Distrito Federal

03/09 Feira de Adoção SVPI - Asa Sul - Brasília DF

Minas Gerais

03/09 Adote um Amiguinho Fiel - Centro - Araxá MG
03/09 Amigo não se compra, se adota! - Braúnas - Contagem MG
04/09 Adote um Amiguinho Fiel - Urciano Lemos - Araxá MG
04/09 Adote um Amigo do Parque Francisco de Assis - Centro - Lavras MG

Pará

04/09 Feira de adoção da ASDEPA - Campina - Belém PA

Paraná

03/09 Feira de Adoção Permanente da Soc. Prot. dos Animais de Campo Largo - Centro - Campo Largo PR
03/09 Feira de Adoção - Fazendinha - Curitiba PR

Rio Grande do Sul

03/09 Feira de Adoção de Cães e Gatos do CAPA - Boqueirão - Passo Fundo RS
04/09 Feira Permanente de Adoção de Cães & Gatos Melhor Amigo - Centro - Pelotas RS

São Paulo

Grande SP
03/09 Feira de Adoção Toca dos Gatinhos - Consolação - São Paulo SP
03/09 Feira de Doação de Cães e Gatos - Higienópolis - São Paulo SP
03/09 Feira de Adoção Natureza em Forma - Ponte Grande - Guarulhos SP
03/09 Feira Permanente de Adoção de Filhotes - Cerâmica - S. Caetano do Sul SP
03/09 Feiras de Adoção dos Anjos dos Bichos - Tamboré - Barueri SP
03/09 - 04/09 Feira de Adoção APAA - Santo Amaro - São Paulo SP
03/09 - 04/09 Feira Permanente de Doação de Cães e Gatos - Ipiranga - São Paulo SP
03/09 Adote um Focinho Carente - - Tucuruvi São Paulo - Tucuruvi SP
03/09 Feira de Adoção União SRD - Brooklin - São Paulo SP
03/09 MIAUDOTE! Feira de Adoção do PROJETO SOS FELINOS na MOÓCA! - Alto da Moóca - São Paulo SP
03/09 Feira de Adoção - Jd. Prudência - São Paulo SP
04/09 Feira de Adoção Natureza em Forma Matilha Cultural - Consolação - São Paulo SP
04/09 Feira de Adoção dos Protetores Independentes da Granja Viana - Granja Viana - Cotia SP

Interior
03/09 Centro de Adoção de Cães e Gatos do CAV - Jd. Alvorada - S. J. dos Campos SP
03/09 Me Leva Pra Casa G1 - Jardim Nilópolis - Campinas SP
03/09 Me Leva Pra Casa G2 - Jardim Aurélia - Campinas SP
03/09 Feira de Adoção Gapa - Centro - Indaiatuba SP
03/09 Feira de Adoção de Animais - Jd. Maria Augusta - Taubaté SP
03/09 Feira Permanente de Adoção de Animais - Jaguariúna SP
03/09 Adoção de Animais em Jacareí - Centro - Jacareí SP
04/09 Feira de Adoção de FIlhotes - Centro - S. João da Boa Vista SP
04/09 Centro de Adoção de Cães e Gatos do CAV - Jd. Satélite - S. J. dos Campos SP

FONTE: Olhar Animal

AGENDA ATÉ 28 DE AGOSTO


Minas Gerais
27/08 Adote um Amiguinho Fiel - Centro - Araxá MG
27/08 Amigo não se compra, se adota! - Braúnas - Contagem MG
28/08 Adote um Amiguinho Fiel - Urciano Lemos - Araxá MG
28/08 Adote um Amigo do Parque Francisco de Assis - Centro - Lavras MG

Paraná
27/08 Feira de Adoção Permanente da Soc. Prot. dos Animais de Campo Largo - Centro - Campo Largo PR
27/08 Feira de Adoção - Fazendinha - Curitiba PR
28/08 Feira de Adoção SOS VIDA ANIMAL - Jd. Shangri-lá - Londrina PR

Rio Grande do Sul
27/08 Feira de Adoção de Cães e Gatos do CAPA - Boqueirão - Passo Fundo RS
28/08 Feira Permanente de Adoção de Cães & Gatos Melhor Amigo - Centro - Pelotas RS

Santa Catarina
27/08 Festival Pet Adoção de Cães e Gatos - Centro - Palhoça SC

São Paulo - Grande SP
27/08 Feira de Adoção União SRD 2011 - Pompéia - São Paulo SP
27/08 Feira de Doação de animais das CÃOPANHEIRAS - Jardim da Saúde - São Paulo SP
27/08 Feira de Adoção Toca dos Gatinhos - Consolação - São Paulo SP
27/08 Feira de Doação de Cães e Gatos - Higienópolis - São Paulo SP
27/08 Feira de Adoção Natureza em Forma - Ponte Grande - Guarulhos SP
27/08 Feira Permanente de Adoção de Filhotes - Cerâmica - S. Caetano do Sul SP
27/08 Feiras de Adoção dos Anjos dos Bichos - Tamboré - Barueri SP
27/08 - 28/08 Feira de Adoção APAA - Santo Amaro - São Paulo SP
27/08 - 28/08 Feira Permanente de Doação de Cães e Gatos - Ipiranga - São Paulo SP
27/08 Feira de Doação Animais Precisam de Ajuda - Vila Mariana - São Paulo SP
27/08 Feira de Adoção União SRD - Pompéia - São Paulo SP
27/08 Evento de Adoção Anjos de Patas - Centro - Arujá SP
27/08 MIAUDOTE! Feira de Adoção do PROJETO SOS FELINOS - Alto da Moóca - São Paulo SP
28/08 Feirinha de Adoção Patinhas da Liberdade - Granja Viana - Cotia SP
28/08 Feira de Adoção Natureza em Forma Matilha Cultural - Consolação - São Paulo SP

Interior
27/08 Feirinha de Adoção - SOS Animais Abandonados - Jd. Servilha - Jundiaí SP
27/08 Campanha de adoção ONG AJUDAA - Centro - S. J. do Rio Preto SP
27/08 Centro de Adoção de Cães e Gatos do CAV - Jd. Alvorada - S. J. dos Campos SP
27/08 Me Leva Pra Casa G1 - Jardim Nilópolis - Campinas SP
27/08 Me Leva Pra Casa G2 - Jardim Aurélia - Campinas SP
27/08 Feira de Adoção Gapa - Centro - Indaiatuba SP
27/08 Feira de Adoção de Animais - Jd. Maria Augusta - Taubaté SP
27/08 Feira Permanente de Adoção de Animais - Jaguariúna SP
27/08 Adoção de Animais em Jacareí - Centro - Jacareí SP
28/08 GAMAH Feira de Doação de Animais no ESTIMACÃO - Alto da Boa Vista - Sorocaba SP
28/08 Centro de Adoção de Cães e Gatos do CAV - Jd. Satélite - S. J. dos Campos SP

Fonte: OLHAR ANIMAL

CAMISA DE SULTÃO




A CAMISA JÁ ESTÁ A VENDA - FAÇAM SEU PEDIDO!

A camisa tem a frase " EU AJUDEI SULTÃO ", com a foto do nosso menino emoldurado num quadro.

Custará R$ 20,00 que poderão ser depositados nas seguntes contas:

Bradesco ag: 3673 - 0 conta poupança: 100.2842 - 6 em nome de Ruth Nunes. ou Banco do Brasil ag: 2968 - 8 conta corrente: 22.973 - 3 em nome de Mª de Lourdes Santana (minha tia).

Sugiro que os depositos sejam identificados e que me avisem pra que o controle possa ser feito.

Agradeço de coração mais uma vez a colaboração e carinho de todos e peço que orem pra que tudo dê certo pra esse meninão esperto, que demonstra tanta vontade de andar.
Obrigada.
Ruth.

CRONICA DO MÊS










UM DIA COMO PROTETOR

O CASO “SULTÃO” – Desde que fui envolvido na ajuda ao cachorro atropelado nas imediações do Iguatemi, que não havia vivenciado a experiência de “meter a mão na massa”, ou seja, leva-lo para a consulta dando continuidade aos cuidados pós-acidente. Não que não tenha feito nada, mas meu trabalho na divulgação, o passo-a-passo do seus tratamento nas redes sociais, que por sinal, tem surtido efeito e as pessoas tomam conhecimento de como está o animal, procurando ajudar de várias formas, como uma palavra de incentivo, ideias de como conseguir fundos para o custeio das despesas, além das doações por depósitos bancário, facilitando o pagamento das consultas e medicamentos, não se compara em está diretamente lidando com “sultão” levando ele ao veterinário.

Bem, ontem fiz esse serviço com Ruth que está a frente deste caso desde primeiro momento em que lhe solicitei ajudar. Ela está mostrando ter nascido para ser protetora de ofício, devemos todos nós dar os merecidos parabéns pela dedicação, comprometimento e a sua grande contribuição pela causa animal.

Meu dia como protetor começou cedo quando saí para ir com “Sultão” a consulta, para saber suas reais condições. Logo de início, temos o pegá-lo lá pelos lados do CIA, lugar longe a beça e com chuva pior ainda. Levamos em torno de uma hora, o que chegamos a seguinte conclusão: Primeiro: Haveria um grande atraso e poderia de ocorrer de não encontrar o veterinário ou ele está num outro atendimento. Segundo: É impossível fazer qualquer tratamento ao animal num lugar tão longe, vejam: são 160 km só pra chegar lá e nesse caso, quatro viagens (duas idas e duas voltas), somando a gasolina, o pedágio da estrada (e a estrada é péssima), tirar o rapaz (que acolheu “Sultão” – numa boa) do trabalho para pegar o animal, o cansaço e o fato de perdermos o dia todo para a simples rotina do veterinário ver o estado do paciente.

A CONSULTA: Em relação a sua saúde, não puder saber muita coisa, porque como Ruth está à frente da situação, fiquei esperando fora da sala do consultório. Em todo caso, aguardem notícias fresquinhas sobre o guerreiro “Sultão” que passa por tudo e nem sequer emite um latido, apenas olha todo curioso as suas desventuras, sem saber o porquê de tanto sobe e desce.

O preocupante nesse momento é a sua pata direita com pouca sensibilidade e que compromete, segundo informou o veterinário, o seu andar e de não conseguir ficar em pé direito. A drástica solução do doutor seria a amputação como a solução rápida, direta e menos humana (como protetores enquanto tiver outras possibilidades iremos fazer o possível). Ficou decidido fazer a acumputura.

A acumputura (isso mesmo, animal também faz o tratamento) vai ajudar sem margem de dúvida a deixar “Sultão” livre desse problema. O interessante é que Dr. Matheus disse que nunca viu um animal voltar a andar, nas condições que o quadro se apresenta, mas nesse caso, temos um procedente positivo: A cadela “Luly” de Ruth que passou pelo mesmo problema e também foi desenganada e já tinha como destino de ficar paraplégica, mas hoje prova para qualquer um (leigos e médicos) que milagres acontecem. Posso afirmar que “Luly” sobe no sofá, em cima da cama, corre e bota pra correr as gatas (companheiras de adoção) dentro de casa, sem trazer nenhum sinal de paralisia. Deus existe!

No final de tudo, o dia havia passado. Começou de manhã e terminou no final da tarde, mas com tudo resolvido! Nosso próximo passo é marcar a consulta com a médica acumputurista e saber se “sultão” vai cair nas agulhas.

NOSSOS APELOS: Gostaríamos de aproveitar o poder da internet para fazer um pedido: “Sultão” precisa ficar num lugar mais perto, pois ocorrendo as sessões de acumputura fica muito difícil levar e trazer, duas ou três vezes na semana o animal para o tratamento. Sendo mais perto, vai facilitar e muito, pois não acontecerão atrasos e estresse por conta disso. Quem tiver e puder ficar com ele ou souber alguém que possa ficar nos informe pelo e-mail: movimentovamosadotarumcao@gmail.com

Outra coisa já estão sendo vendidas as camisas “EU AJUDEI SULTÃO” para ajudar nas suas despesas. Quem quiser, entre contato pelos telefones: Leon (71) 3367-9342 ou Ruth (71) 3240-4308 ou pelos respectivos celulares: 8793-2508 8768-4308 e peça a sua!

Bem, pessoal por enquanto é só depois de muito trabalho de um dia de protetor animal na prática.

ADOÇÃO: CÃO DA CÉLULA-MÃE

Amigos e amigas, esse é um caso especial, esse cão já tem o desconforto da limitação física, não é justo não dispor de um espaço para correr e brincar.

Ótimo para quem dispõe de chácara, sítio ou casa com quintal, pela cara vê-se que é um perfeito cão de guarda. Vamos dar um final feliz a mais este caso.

Abraços e beijos.

Sou Ana Paula da Célula-Mãe, temos um cão para adoção, porém ele não é filhote, mas a história dele merece atenção, esse cão foi encontrado na ladeira da montanha com a pata cheia de bicho, foi tratado, mas teve que amputar a pata, porém ele é um cão bem ativo, carinhoso e serve para guarda. Hoje ele está em um lar temporário e fica enclausurado em um canil, está muito triste, sem contar que estamos pagando 100,00 mensais com muita dificuldade, pois esse dinheiro poderia está sendo usado para castrar 2 femeas a cada mês, desta forma estariamos evitando mais nascimentos.

Conto com a boa vontade e o amor no coração de vocês.


Ana Paula Mota

Comissão ADM-CM

NÃO PERCA TEMPO, COMPRE ESSA CAMISA!



Queridos amigos e amigas,


No dia 7 de setembro, após o desfile cívico, haverá a marcha dos excluidos da qual iremos participar, com o objetivo de dar visibilidade ao movimento em prol da causa animal.



Essa é uma grande oportunidade de dar conhecimento as autoridades, imprensa e população em geral de que existimos e de que fazemos um trabalho sério que precisa de apoio e respeito.É tbm a oportunidade de plantarmos a semente da conscientização com relação ao tratamento dado aos animais. Todas as Ongs estão convidadas a participarem conosco bem como os protetores e simpatizantes da causa.Para isso, basta apenas que adquiram as camisas ( modelo anexo) ao custo de R$ 15,00 cada ou a casadinha por R$ 25,00.Além de adquirir as camisas, precisamos estar presentes ao evento em numero significativo pra que o movimento atinja seus objetivos.

Contamos com todos vcs.



As camisas poderão ser adquiridas com as protetoras:

Ruth - ruth.adair@hotmail.com fones: 8768-4308 / 9132-1448


Telma: tlivia@bol.com.br fones: 8806-1551 / 8125-5008.




Abraços e até lá.
Ruth.