ADOÇÃO CÃO GRANDE PORTE
AGENDA: ATÉ 25/07/2010
Pará
25-07-2010 Feira de Adoção de Cães e Gatos - Nazaré - Belém PA
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Rio Grande do Sul
24-07-2010 Momento Encontre seu PAAR! - Centro - São Leopoldo RS
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24-07-2010 Feira de Doação de Animais - Jd. Maria Augusta - Taubaté SP
24-07-2010 Feirinha de Adoção SOS Animais Abandonados - Anhangabaú - Jundiaí SP
24-07-2010 Feira Permanente de Adoção de Cães e Gatos - Satélite - S. J. dos Campos SP
24-07-2010 Feira de Adoção Permanente - Parque Industrial - São José dos Campos SP
24-07-2010 Projeto "Me Leva Pra Casa" - Jardim Aurélia - Campinas SP
DIA DO AMIGO
Dia do amigo: O Laço profundo que une os animais e as pessoas
Para comemorarmos o dia do amigo em bom estilo, vou falar sobre nada mais nada menos do que a amizade de animais e pessoas.
Minha convivência com animais não tem sido diferente. A cada dia, a cada novo amanhecer eles me provam que nossas escolhas são comuns, eu escolho a eles e eles a mim. É uma troca, um amor mútuo, um amor de verdade. Vejo pelo meu cão o Zé: a cada noite, faça chuva ou sol ele me espera no portão. Desde que o peguei pequeno e fraco na rua, nosso amor se firmou através de olhares e através de uma confiança sincera, pois ele sabia que eu ia lhe salvar. Nossas vidas se cruzaram de uma maneira tão intensa que hoje, após 6 anos de vida do Zé posso dizer sim que ele é o meu melhor amigo, meu companheiro fiel.
A amizade entre um cão e um humano é tão bonita que cada vez mais as pessoas buscam nos caninos, a forma de amor incondional, e posso garantir que os conseguem. Um cão o ama do jeito que você é, e muitas pessoas dizem, “é apenas um cão”. Estas pessoas não sabem do tempo percorrido ou dos custos que significam o “apenas um cão”.
Um cão é alegria, são tristezas amenizadas e um conforto para seguir em frente. Um cão é o que nos torna mais humano, mais homem e mais amoroso. Quem tem um cão sabe o real sentido de uma amizade.
Feliz dia do amigo!
Nati Domingues
http://www.maecaomaegato.blogspot.com/
AS PESSOAS VIRTUAIS
Podem me chamar de careta, mas no meu tempo as “brincadeiras de criança” era um jogar gude, uma picula, um esconde-esconde, um empinar araia, ou seja, havia presença física entre nós e o contato não era nada virtual como vivemos atualmente. Hoje em dia com força intensa da tecnologia, a internet devorou (mastigou com seus dentes afiados) toda aquela infância de mãos sujas e roupas rasgadas que todo individuo agora adulto, quando criança deveria passar – nessas últimas décadas – e não ficar refém, engessado com a cara dura diante de um monitor. A essa nova turma poderíamos chamá-la de “Geração pós Coca-Cola”.
A verdade é que o mundo virtual vence o mundo real a cada dia, a cada momento. Passamos por diversas evoluções: primeiramente nos comunicamos por carta, depois por telex, em seguida pelo fax e agora pelo correio eletrônico. O popular email, tá mais conhecido do que papel e caneta em todo planeta.
A comunicação a distância via internet vem causando um grande mal. O mal da ausência e de falta dos encontros presenciais (o mundo não se resume em envio de emails e mensagens instantâneas, por mais que nos faça ganhar tempo). Daí surge à pergunta: será verdade? Que estrago seria este? Bem, pela colunista da Revista Marie Claire, Leila Ferreira, a situação é grave – no meu entendimento –, tanto que já foram feitos estudos na cidade de Estrasburgo, na França, sobre o problema. Uma escola de lá propôs aos seus alunos e a seus pais que ficassem 10 dias sem comunicação de televisão, vídeo-game e computador, esse último, um dos grandes vilões da era comunicação eletrônica.
Resultado: Em todas as famílias o relacionamento familiar melhorou, pois seus membros começaram a prestar mais atenção uns nos outros e viram que estavam totalmente ilhados, isolados principalmente pelo sentimento. Eram pessoas solitárias em seu pequeno mundo, um mundo digerido pela o efeito nocivo que passamos todos nós, o de não se comunicar de forma correta.
Todavia, como em toda moeda tem seus dois lados, o outro lado da questão se refere às coisas boas que ela oferece. Nele, temos o poder de interagir com todo mundo do mundo quando se trata da internet. Sim, a grande vilã agora transformar-se em mocinha, com seu reino proliferado de canais de comunicação, tais como: blogues, Facebook, Orkut, sites, emails a invadir nossas vidas. Somos uma legião de pessoas que fermentam o vício, a necessidade e a doença (o excesso de navegação na rede), além da solidão do internauta. O cidadão que passa horas a fio vendo um mundo virtual e mais nada!
Não nego que faço parte dessa gente, pois gerencio um bom par de blogues. Considero-me um viciado pela informação da rede mundial, a dita internet. Porém procuro ver seus benefícios e utilizá-lo da melhor maneira. Vou explicar: através do blog do Movimento Vamos Adotar Um Cão, criei uma rede de amizade de grande valor. Todas elas eu procuro manter sempre em contato pelo o blog do movimento, aproveitei a situação para trocar idéias, sugestões, opiniões sobre o que fazer em matéria de assuntos e postagens. Foi assim que conheci Jorge, Natália, Carol (por tabela – graças à coluna “Nati Mãezona”), Ana e outras tantas pessoas, pelo o “Carteiro Virtual”, uma espécie de email-ajuda que deu certo e hoje tem credibilidade na rede, entre aqueles que confiam no serviço oferecido.
Sei que a amizade de internet é fria, mesmo a gente vendo a foto ou a pessoa em tempo real no outro lado da rede, num quadradinho do MSN, por exemplo, a impressão é que estamos falando no diserto – seco de calor humano. Refiro-me aqui do calor da presença, a mesma de quando estava cercado de colegas e amigos na infância.
A verdade é que a internet pode ligar pessoas distantes e criar um vínculo de amizade fortíssimo. Sou a prova viva disso. Trocando notícias e novidades com vários amigos longe de mim, mas perto, graças a um aparelhinho chamado modem, que faz o nosso contato mais freqüente.
Outra coisa interessante que acontece pela internet, é volta da imaginação. Pedida do dicionário do nosso sentimento, desde que a televisão chegou ao Brasil e desbancou o Rádio, o maior estimulador do imaginar alheio. Era um tempo de ouvir e sonhar com as imagens criadas a partir das novelas de rádio. E assim, o ouvinte se imaginava dentro daquela roupa, passeando naquele lugar, além de visualizar somente pela narrativa do locutor a beleza das personagens. Considero essa época dourada, pois tínhamos a capacidade à flor da pele de vivenciar pelo imaginário.
É justamente nesse vivenciar que notei que ficamos mais receptíveis (isso quando não usamos o vídeo-chat) ao batermos um papo nesses canais de mensagens. Recentemente ao conversar virtualmente com uma amiga num desses canais, parei e viajei ao imaginar sua cidade, sua casa, sua comida e seus bichos pela descrição de onde estava. Dessa forma, a internet contribui para que a gente possa exercitar nossa imaginação pouca utilizada quando estamos em rede, fazendo parte dessa bendita comunidade eletrônica.
As pessoas virtuais, porém humanas são reflexos do mundo que vivemos. Um mundo do imediatismo, do agora e também destruidor de relacionamentos mais próximo, que tínhamos no passado não muito longe, no qual, não era preciso aprender a abreviar palavras, a escrever com sinais ortográficos e o mais grave, escrever errado.
Sou saudosista e conservador das boas coisas que deveriam ser eternas e não são porque estamos sendo levado a um lugar sem volta. A volta de valorizar as pessoas como peças importantes nessa engrenagem.
Temos de ser menos virtuais e mais humanos. Saiba: O calor humano não acontece pelas máquinas frias e mecânicas do mundo moderno, mas pelo contato físico e pelo coração, lugar onde o sentimento acontece e nos une. Acredite!
ONDE ADOTAR NA BAHIA (Salvador)
VAMOS AJUDAR SALVAR XAIANE
"AMIGOS,
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PRECISAMOS URGENTE DA AJUDA E CARIDADE DE VOCÊS: XAIANE É UMA FEMEA QUE VIVE COM MAIS 07 E 03 FILHOTES DELA DE 02 MESES, NO ESTÁGIO DE PITUAÇÚ, COMO ELA É UMA CADELA DE MUITAS BARRIGAS, RESOLVEMOS CASTRÁ-LA, PARA DIMINUIR A PROLE DESREGRADA E CONSEQUENTE VIDA MAIS SAUDÁVEL. ACONTECE QUE QUARTA FEIRA AGORA, DIA 13/07, XAIANE FOI CASTRADA NA VIDA ANIMAL, NO PROGRAMA DE CASTRAÇÃO DA PREFEITURA E APRESENTOU UMA COMPLICAÇÃO REFERENTE A UMA GRANDE QUANTIDADE DE ÚRINA QUE SE ENCONTRAVA NO ABDOMEN, INFESTANDO OS OUTROS ÓRGÃOS. FOMOS ADVERTIDAS POR DRA. CARLA QUE A DURANTE A CIRURGIA DE CASTRAÇÃO , PODERAM OBSERVAR QUE HAVIA UMA GRANDE QUANTIDADE DESSE LIQUIDO E QUE NÃO ERA NORMAL. POR MEDIDA DE SEGURANÇA, O DR. AUGUSTO, ALERTAVA QUE A MESMA, DEVERIA FICAR INTERNADA PARA MONITORAMENTO. XAIANE NUM QUADRO DE MUITA DOR, GRITAVA E ANGUSTIADAS, AUTORIZAMOS O INTERNAMENTO, POIS, NÃO PODERIAMOS LEVAR DE VOLTA UM ANIMAL NESSA SITUAÇÃO. DRA. JEANE, QUE OPERA JUNTO COM DR. AUGUSTO, PERGUNTA SE O ANIMAL HAVIA TOMADO ALGUMA PANCADA NO ABDOMEN OU QUEDA. RETIRAMOS ELA DE SEU HABITAT NO SÁBADO DIA 10.07 E A LEVAMOS PARA UM LAR TEMPORÁRIO, PARA PREPARAÇÃO E ACOMODAÇÃO PRÉ-CIRURGICA E QUE, DURANTE SUA ESTADIA, SEGUNDO RELATOS, NADA HOUVE DE ANORMAL. DURANTE A OBSERVAÇÃO DE 02 DIAS, XAIANE APRESENTOU QUADRO DE PIORA E NA SEXTA FEIRA 16/07, FOMOS AVISADAS QUE A CADELINHA, PRECISAVA DE UMA CIRURGIA DE EMERGÊNCIA OU NÃO AMANHECERIA VIVA. CONVERSAMOS COM DR. AUGUSTO QUE RESSALTOU, QUE TAL PROCEDIMENTO SERIA NECESSÁRIO, POIS O LIQUIDO, CONTINUAVA NO ABDOMEN E SERIA NECESSÁRIO SABER, DE ONDE VINHA E POR QUE, ESTAVA ACUMULADO EM LUGAR ERRADO. AUTORIZAMOS A CIRURUGIA QUE IDENTIFICOU, UM ROMPIMENTO NA BEXIGA E QUE FORRA SUTURADO. QUANDO ACREDITAMOS ESTAR RESOLVIDO O PROBLEMA...SOUBEMOS HOJE, AO VISITÁ-LA, QUE SEU ABDOMEN, VOLTOU A ACUMULAR LIQUIDO E QUE DESSA VEZ, PARECIA NÃO SER MAIS ÚRINA, ESTÁ POR EFEITO DE MEDICAMENTOS PARA DOR E ANTIBIÓTICO E QUE SOMENTE HOJE, ATÉ AS 19:30H, QUANDO EM LIGAÇÃO PARA A VETERINÁRIA DE PLANTÃO, JÁ HAVIA FEITO DUAS PUNÇÕES, PARA DIMINUIR E TENTAR CONTER A INFECÇÃO. AMANHÃ, ESTAREMOS AGUARDANDO NOVOS EXAMES E RELATO DE DR. AUGUSTO, PARA DARMOS NOVAS EXPLICAÇÕES. PEDIMOS A TODOS PARA QUE OREM POR XAIANE(ESPERANÇA) COLOCAMOS ESSE NOME LÁ NA VIDA ANIMAL, EM BUSCA DE NOVA ESPERANÇA PARA A VIDA DESSA CADELA MUITO LINDA E MEIGA DE QUE TANTO AMAMOS!!!!! AMIGOS, COM ELA, EM PITUAÇU EU E A PROTETORA LINDSEI, TEMOS MAIS 07 E 03 FILHOTES DELA QUE LEVARAM 05(SEGURANÇAS) E MAIS 12 EM LAR TEMPORÁRIO. SABEMOS QUE TODOS NÓS QUE TEMOS CORAÇÃO DE MANTEIGA, ESTAMOS ASSOBERBADOS. ASSINAMOS UM CONTRATO E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS COM UM ORÇAMENTO, ATÉ SÁBADO DIA 17/07, NO VALOR DE $880,00(OITOCENTOS E OITENTA REAIS) FORA OS PROCEDIMENTOS ATUAIS. PORÉM, SE ALGUÉM PUDER NOS AJUDAR A SALVAR XAIANE..."
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DEPOSITEM QUALQUER QUANTIA:
BANCO: 237 BRADESCO
AGENCIA: 1425-7 - IGUATEMI
CONTA POUPANÇA : 1012856-0
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CONTATOS:
. JUSSARA COELHO - TEL.: (71) 8877-5662
. LINDSEI PEREZ - TEL.: (71) 9967-8179
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DEUS PAGUE A CARIDADE A TODOS VOCÊS!!!!!!!
Essa é Xaiane. Temos de ajudá-la a sair dessa!!!
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Pedido enviado pelo email do blog
CARTUM DO MOVIMENTO - Julho 2010
EXEMPLO A SER SEGUIDO
ANIVERSARIANTE: NATI MÃEZONA
AJUDA SOLIDÁRIA CELULA MÃE
Isto por que, neste momento, a Célula está passando por uma fase decisiva em sua história.
Temos a satisfação de comunicar a você, parte fundamental nesse trabalho, que dentro em breve iniciaremos um novo Plano de Trabalho (Mutirões de Esterilização e Campanhas Educativas), reconhecido oficialmente pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia como uma atitude efetiva de respeito e cuidado aos animais em nossa cidade.
No entanto, esta iniciativa pioneira irá gerar custos tão altos quanto as expectativas do poder público e da sociedade em relação ao trabalho da ONG.
O apoio governamental cobrirá os custos com as cirurgias, combustível, taxas cirúrgicas e mão-de-obra. As demais despesas como manutenção do veículo, material administrativo e de suporte aos atendimentos, construção dos canis, água, luz, etc. não são cobertas. Acompanhe:
- O Célula Móvel, a nossa Kombi, foi consertado em caráter emergencial, e tem altos custos de manutenção.
- Precisamos adiantar a construção e instalação do canil, que poderá atender ao pós-cirúrgico de 50 animais de rua por mês, o que corresponde a 400 filhotes a menos nas ruas por mês.
- Há ainda as despesas com o aluguel e funcionamento da Sede, uma estrutura que proporcionará melhor organização do serviço aos animais e à comunidade. Agora mesmo, enquanto você lê esta correspondência, milhares de cães e gatos vivem em situação do abandono pelas nossas ruas. São criaturas que sentem fome, frio, medo e não podem expressar nada disso em palavras e protestos. Pense também no sofrimento de todas as espécies de animais maltratados, seja em nossa vizinhança ou pelo mundo afora. Você pode ser a voz de todos eles.
Fraternalmente,
Associação de proteção Animal Célula Mãe.
Assoc. de Proteção Animal Célula Mãe
CNPJ: 07.819.419/0001- 19
Banco do Brasil
CONVÍVIO COM ANIMAIS
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Convívio com cães e gatos melhora sistema imunológico de adultos e crianças, além de reduzir os níveis de estresse. Os benefícios da presença de um animal de estimação em casa não se restringem às alegrias que o pet proporciona a toda família. Esta convivência também pode contribuir, além do bem-estar psicológico, na prevenção e no auxílio ao tratamento de várias patologias.
Um levantamento de estudos nacionais e internacionais sobre o tema, encomendado pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), integrante do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), para um grupo de pesquisa do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo (USP), liderado pelo professor César Ades, reuniu uma série de estudos que confirmam esta contribuição à saúde das pessoas proporcionada pelo convívio com os animais de estimação. Entre algumas das observações, pode-se destacar a melhora da imunidade de crianças e adultos, redução dos níveis de estresse e da incidência de doenças comuns, como dor de cabeça ou resfriado.
Este mapeamento foi encomendado com o objetivo de trazer a público uma série de informações relevantes e pouco conhecidas sobre enormes benefícios sociais, psicológicos e até físicos na relação ser humano e animal de estimação.
Reforço na defesa do organismo – De acordo com o levantamento, os benefícios independem da idade. Os pesquisadores da USP citam um trabalho que identificou vários benefícios aos bebês que convivem com cães, já que certas proteínas que desempenham um importante papel na regulação do sistema imunológico e das alergias aumentam significativamente em bebês de um ano de idade quando expostos precocemente a um cão, conferindo um importante papel destes animais na saúde humana.
Segundo a pesquisadora Carine Savalli Redígolo, este trabalho mostra que o convívio possibilita aos bebês ficar menos suscetíveis às alergias e dermatites tópicas. “Também foi observada a redução de rinites alérgicas aos quatro anos de idade e aos seis a sete anos, devido à redução da imunoglubina E – um anticorpo que quando em altas concentrações sugere um processo alérgico”, acrescenta. Os pesquisadores alertam que este contato não significa que seja isento de possíveis efeitos negativos para a saúde, porém, é possível discutir com mais equilíbrio os prós e contras de conviver com um cão. Porém, muitos pais desconhecem estes benefícios.
Um gesto simples pode trazer importantes efeitos ao sistema imunológico de pessoas de qualquer idade. “Acariciar um cão pode elevar os níveis de imunoglobulina A, um anticorpo presente nas mucosas que evita a proliferação viral ou bacteriana, sendo importante na prevenção de várias patologias. Este resultado se deve, possivelmente, ao relaxamento que o contato com o animal proporciona”, explica Carine.
Benefícios ao coração – Outros estudos identificados pelos pesquisadores da USP também avaliaram as taxas de sobrevivência, no ano posterior a um infarto agudo do miocárdio, em tutores de cães, gatos, outros animais de estimação e em pessoas que não possuíam bichos. Segundo os pesquisadores, depois de determinado período, verificou-se que a tutela de um cão contribuiu significativamente para a sobrevivência dos pacientes, pelo menos no ano seguinte ao incidente.
Já no controle de hipertensão arterial, os estudos apontam benefícios também neste sentido. Profissionais que viviam em condições de estresse, faziam controle do problema com medicação, foram divididos em dois grupos, os que possuíam um cão ou gato e os que não possuíam animais. A pesquisadora Maria Mascarenhas Brandão afirma que, seis meses depois do início do monitoramento, um dos trabalhos constatou que as taxas de pressão diminuíram para ambos os grupos. Entretanto, nas situações geradoras de estresse a resposta foi melhor para os tutores de cães. “Além disso, este grupo aumentou significativamente suas taxas de acertos em contas matemáticas, em relação àqueles que não conviviam com os animais”, acrescenta. Esta situação mostrou a diminuição dos níveis de estresse, obtidos com o contato com os pets.
Algumas outras situações também trazem efeitos muito positivos à saúde e ao convívio social: os pesquisadores da USP citam que a duração das caminhadas é maior para aquelas pessoas que estão acompanhadas por um cão. “Além disso, nestes passeios, os animais ajudam na integração social, contribuindo para o início de uma conversa com outras pessoas, por exemplo”, confirma Maria. Ainda segundo uma destas pesquisas, pessoas com problemas simples de saúde, como dores de cabeça, problemas estomacais, gripes, dentre outros, que adotaram pela primeira vez um animal de estimação, apresentaram redução significativa desses problemas menores de saúde, em relação a pessoas sem animais.
COLUNA A GATA MI-AUAU
A demolição das barracas de praia da orla descortinou não só a paisagem, como também um problema que poucos conhecem: a quantidade de cães que ali habitavam, que ficaram sem lar, perdidos, desprotegidos da chuva, sem comida, sem eira nem beira. O problema dos animais abandonados em Salvador está cada vez mais à vista.
Recentemente tenho observado, em especial na área de Itapuã, diversos animais cuidados e com coleira, zanzando de um lado para outro. Abandonados ou perdidos, a verdade é que o número desses animais está crescendo a olhos nu. Triste de ver!
Os cãezinhos andam com o nariz, como em busca do cheiro de seu dono. Vão para um lado, voltam, não sabem o que fazer. Acostumados ao lar quentinho, comida na hora certa, esses animais, quando nas ruas, ficam totalmente sem saber o que fazer. Dói ver seu olhar triste...
Se foi abandono, fico pensando como um ser “humano” tem coragem de tamanho ato de desumanidade! Se estão perdidos, fico pensando também na dor de quem está sem saber do paradeiro de seu parceiro animal!
Certa feita, o meu gato mais velho, o Juninho, se aproveitou da distração de meu marido e ganhou o quintal do prédio onde moro. Meu desespero ao saber que ele tinha fugido foi tão grande que até minhas pernas faltaram. Só consegui sentar no computador e fazer um cartaz com sua foto. Ficava imaginando o meu gatinho com medo, com fome, com frio.
Seu sumiço foi sentido por volta das 17 horas. Depois de rodar toads as ruas na redondeza, já por volta das 21 horas, uma vizinha que mora numa casa ao lado do prédio, me berrou. Meu coração disparou e, ao chegar na sala dela, olha quem estava debaixo da mesa, parecendo um susto em pessoa? Juninho, o fujão! Ele soltou um miado – e senti que foi de satisfação – ao me ver. Eu o agarrei nos braços e fomos para casa. Nunca mais tirei o olho dele quando a porta lá de casa se abre. A dor da perda é dura demais. Quem tem coração, a sente muito forte.
Juninho é um gato grande, amarelo e branco, que surgiu em nossas vidas numa noite chuvosa. Da varanda, vimos um vizinho enxotar com o pé um bichinho pequeno e, na mesma hora percebemos ser um filhote de gato. Meu marido desceu correndo e o trouxe para casa. O rapazinho estava todo estrupiado, apesar dos seus poucos mais de um mês de idade. Orelha arranhada, nariz ferido, sarna, muita sarna. Enxugamos o gatinho, passamos Rifocina spray em seus ferimentos e o alimentamos. Dia seguinte o levamos ao veterinário e cuidamos de sua sarna, demos vermífugo e vacina. Aos poucos foi se tornando um rapaz lindo e charmoso. Como, depois de tanto cuidado e dedicação, ter coragem de largá-lo na rua???
Acompanhei recentemente o desespero da fuga de Scooby, um pastor de cinco anos cujos donos estavam loucos atrás de seu paradeiro. Foi encontrado em Stella Mares, magro, porém com vida. Final Feliz! Imagino a satisfação do reencontro. De ambas as partes. Os animais, como os humanos com coração, sofrem a separação. E a solidão e dor da perda um do outro.
Ana Lucia Andrade
Jornalista e ativista da causa animal
analoroza@yahoo.com.br
FILHOTES PARA ADOÇÃO
ENTREVISTA SOBRE MEIO AMBIENTE
AGENDA: ATÉ 18/07/2010

FEIRA DE ADOÇÃO - 17/07/2010
AGENDA: ATÉ 11/07/2010
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10-07-2010 Feira de Adoção SVPI - Asa Sul - Brasília DF
A HISTÓRIA DE UM PLUF
Somente os amigos, podem comprovar com gestos e atitudes, dando testemunho que a amizade é necessária ao nosso bem estar em todos os sentidos.
Os homens se soubessem o benefício de fazer uso dessa boa prática, seriam outros nos comportamentos socais e certamente evitaria conflitos e a guerra do novo milênio, a nuclear. Quem sabe, a paz existisse além dos acordos e das armas nucleares com seu poder de fogo e destruição.
Nunca vi e desconheço a amizade “por contrato” e sim pela cumplicidade entre duas pessoas distintas, que passam a dividir e a trocar significativas experiências, que vão nutrir uma relação de bons frutos pela eternidade. Porém, infelizmente temos poucos exemplos a nos espelhar para segui-lo, a fim de modificar conceitos a nível mundial: Amigo, amigo mesmo tem de ser comprovado no cartório. Está provado na maior tristeza que a palavra de um amigo não tem mais valor.
Se a nossa amizade é bonita sendo exercida corretamente, a dos animais, principalmente a dos cachorros tem um brilho diferente, pois é digna e louvável de tê-la. Sobre ela, podemos dizer que é muito especial, pois se dá sem racionalidade nenhuma (quem nos dera os homens agissem assim) apenas por instinto. O cão gosta e fim de papo. Fica seu amigo, amigo fiel, solidário, companheiro e cúmplice, para o que der e vier, faça sol ou faça chuva, estará contigo todas as horas.
Ao pensar na amizade dos cães com a gente, foi que lembrei com imensas saudades de “Pluf”. Meu melhor amigo peludo. Daí eu resolvi registrar, eternizando nos escritos, nossas aventuras e desventuras de um menino e o cachorro de sua prima.
“Pluf” era um vira-lata pequeno, mas com a inteligência altíssima ao captar tudo que se passava ao seu redor, o danado só faltava falar... Apesar de ser de minha prima, que ganhou o animal e até hoje não sei dizer quem deu a ela, considerava também como meu, pois passava a maior parte comigo nas minhas brincadeiras de crianças.
Devo informar ao leitor que “Pluf” era um cachorro que andava sem coleira, alias nunca precisou tê-la, tudo com ele era com base dos gestos e palavras e a resposta vinha de uma obediência canina perfeita. Também jamais era agressivo, vivia numa de paz, amor e amizade. Todos gostavam dele e ele via em todos seus amigos e companheiros. Era um cachorro que estava com a gente em todos os lugares: na praia, num passeio para ilha de Itaparica, num jogo de bola, nas nossas brincadeiras de criança, enfim... Ele era o mascote da turma. Bom cão e amigo fiel até debaixo de chuva.
Nossa amizade era tão forte, que todos os dias ele me levava para pegar a Kombi do colégio. Ao chegar o horário, ele começava a latir, latir, latir... Como se falasse: auau “Tá no horário...”, auau “Quer perder o transporte do colégio?” auau “Vombora logo!”
E assim, durante a semana se repetia a rotina. “Pluf” e eu indo esperar o transporte do colégio. Enquanto a “apanha” não chegava, ele ficava ali de olho vivo nas cadelinhas e nos carros. Ao avistar de longe a Kombi vermelha dava o sinal latindo. Conhecido de todos, ele fazia a festa com a meninada no pouco tempo que eu tinha ao entrar na condução.
Ao retornar à tarde, por volta das cinco horas, ele estava lá de olhos atentos a minha chegada. O mesmo de sempre com uma alegria vigorosa e uma disposição de brincar infinita. Pelo caminho tudo era permitido: corridas, pulos, intimidar outros cachorros menores e procurar cadelas no cio. Ele era um retado nas conquistas caninas (um “Don Juan” barato - um vira-lata de carteirinha), olhava com os olhos de inocente e pronto, já tava na pata a cadelinha. O amor animal vinha com toda força e às vezes para não ficar “segurando a vela” seguia pra casa já sabendo do resultado.
Certo dia o danado do “Pluf” não voltou, depois de me pegar no ponto de tarde, sumiu. Onde estaria ele? Atrás de alguma cadelinha? A verdade é que deu de noite e nada, e, com isso, apareceram às preocupações, as indagações e principalmente as promessas de minha mãe. Por sinal, foram muitas. De acender vela a entrar na igreja do Bonfim, não ficou nenhum santo de devoção de fora. A listagem era realmente grande. Deus seja louvado...
Já se passavam dois dias e nada do cachorro, as lembranças intensas e as lágrimas em sua memória eram constantes. Tudo era tristeza. Realmente uma casa sem bicho é vazia e sendo um animal já um membro da família, pior ainda. Como agüentar viver sem um latido, sem um balançar de rabo ou um sacudir de orelhas? É doloroso se pegar chamando: “Pluf, ô “Pluf” e receber um grandioso silêncio como prova absoluta que ele já havia partido dessa pra melhor. Que realidade mais dura...
Lembro-me que era um dia de domingo e que na segunda-feira estaria sem meu amigo peludo a me acompanhar na embaixada estudantil. Meu caminhar não seria o mesmo, assim como, meu sentimento também ao me encontrar sozinho a esperar o bendito transporte.
Deve relembrar aos leitores que “Pluf” era um cachorro muito dado e o que seria uma morte anunciada com seu sumiço, não passou de um grande susto, felizmente. Aconteceu que foi parar na Universidade Católica, localizada na federação, bem perto de casa. Provavelmente se perdeu e como minha mãe fazia um curso lá, ele terminou se parando no Campus Universitário. Sorte nossa! O seu gostar pela família o fez memorizar onde minha mãe estudava e sabia de antemão que dali sairia pra casa. Dito e feito.
O grande encontro e a surpresa se deram quando “Pluf” se meteu debaixo da carteira da aluna Lígia (minha mãe) e começou a se coçar e olhar com os olhos de pidão – três dias faminto – como se implorasse uma boa comida urgente. A reação de perplexidade de Lígia era um misto de felicidade, alegria e imensa vergonha, pois os trejeitos caninos revelavam que o vira-lata atrevido, mesmo sem coleira, tinha uma dona e essa dona era ela. Não tinha como negar depois das lambidas e esfregões nas suas pernas.
No final da aula, a sala já vazia, Lígia retribuiu os afagos e improvisou, pela primeira vez na vida, uma corrente feita de cordão para por no cachorro perdido e reconduzi-lo para casa são e salvo. Ao chegar a casa a alegria foi geral e as promessas compridas dia a dia.
O mais triste desse relacionamento animal (“Pluf comigo) foi a nossa separação. Eu me mudei e ele como era da prima, ficou. Doeu no peito ter de deixá-lo, mas infelizmente fomos morar em um bairro distante, num apartamento pra ser exato. Mesmo na distancia procurava notícias dele. Como estaria “Pluf” com as novas amizades? Teria ele encontrado outra amizade genial? Uma boa dupla de brincadeiras e folias? Quem sabe...
Bons tempos se passaram e nada de vê-lo, nem em foto e nem em canto algum, porém nas minhas lembranças e memórias “Pluf” permanecia sempre presente. Até que aconteceu de ter uma oportunidade de ir à casa da prima e antes de entrar na casa dela, eu o encontrei no outro lado da rua. Êta emoção danada e saudades que se foram rapidinhas. Foi como se eu abrisse um frasco de álcool fechado por mais de vinte anos e sua evaporação acontecesse em fração de segundos.
Posso dizer que depois do reencontro, pode reparar que estava bastante mudado fisicamente, mais velho e com focinho já todo branco, mas era meu “Pluf”! Aquele que me levava e trazia todos os dias fazendo sol ou chuva. Apesar da velhice ele era ainda um cachorro com memória de elefante. Não se esqueceu da gente. Que bom...


















